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A infância roubada das crianças Guarani-Kaiowá

Documentário Guarani-Kaiowás Ivy Poty – Flores da Terra joga luz sobre a infância e a juventude deste povo indígena massacrado pela ganância do homem branco

Imagem do documentário Flores da Terra
Da Redação
13 de agosto de 2018, 16h57

É uma espécie de plano macabro: primeiro o homem branco tira a terra dos índios. Depois que os vê, maltrapilhos, morando em barracos nas periferias das grandes cidades, os rejeita dizendo que “não são índios”.

Este é o resumo do que aconteceu, ao longo da história, com muitos povos indígenas no Brasil e se aplica como uma luva aos Guarani-Kaiowá. Tirados de suas terras no Mato Grosso do Sul “onde não havia ninguém, só índios”, segundo os invasores, e hoje morando em barracos como favelados, os Guarani-Kaiowá foram despojados de sua cultura, de sua língua e de seu amor próprio; ao mesmo tempo, são rejeitados no mundo dos brancos onde foram inseridos à força.

O resultado desse não-pertencimento é o assustador índice de suicídios entre os Guarani-Kaiowá: segundo a ONU, entre 2000 e 2015 mais de 750 membros da etnia deram fim à própria vida. O documentário Guarani-Kaiowás Ivy Poty – Flores da Terra, produzido pela rede Marista de Solidariedade e dirigido por Camilla da Silva e Souza e Vinícius Gallon, joga luz sobre a infância e a juventude deste povo indígena massacrado pela ganância do homem branco. Qual será o futuro destas crianças?


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