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Parente é serpente: o curioso destino político da família Genro

Você que não aguenta mais, às vésperas de eleição, discussões sobre política em família, devia agradecer a Deus por não ter nascido um Genro. Ali sim é que o bicho tá pegando. A filha, Luciana, presidenciável do PSOL, enfrenta nacionalmente a candidata paterna, Dilma Rousseff. O pai, Tarso Genro, concorre à reeleição para o governo […]

Cynara Menezes
11 de setembro de 2014, 15h24
tarsoluciana

(Luciana Genro e o pai, Tarso. Foto: Claudio Fachel/Palácio Piratini)

Você que não aguenta mais, às vésperas de eleição, discussões sobre política em família, devia agradecer a Deus por não ter nascido um Genro. Ali sim é que o bicho tá pegando. A filha, Luciana, presidenciável do PSOL, enfrenta nacionalmente a candidata paterna, Dilma Rousseff. O pai, Tarso Genro, concorre à reeleição para o governo do Rio Grande do Sul disputando com o ex-marido da filha, Roberto Robaina (PSOL), pai de seu neto Fernando. Luciana vota no ex-marido e não no pai. O pai vota em Dilma e não na filha. O neto vota na mãe e no pai, mas não no avô. Já imaginou?

No final de agosto, no primeiro debate entre os candidatos ao governo gaúcho na TV, o tempo fechou entre Genro e o ex-genro (literalmente) Robaina, que protagonizaram o bate-boca mais acalorado da noite. O petista provocou primeiro, dizendo que o PSOL foi contra o ProUni, o que Robaina disse ser “uma fraude”, porque Luciana votara a favor quando deputada. “Tu funcionas mais como quinta coluna da Ana Amélia do que como um candidato de esquerda”, torpedeou Tarso. Robaina devolveu o petardo lembrando as alianças à direita feitas pelo PT. Tarso chegou a levantar a voz: “Tu tens que amadurecer um pouco politicamente, rapaz”.

Robaina diz que eles voltaram a se encontrar em outro debate e que não houve saia justa. “Foi normal, nós estamos acostumados a brigar”. A falta de simpatia mútua, digamos assim, entre os dois é evidente Tarso foi mais afável com a adversária Ana Amélia do que com o ex-genro. A acusação recorrente de petistas de “falta de maturidade” parece irritar o psolista. “O PT tenta passar essa ideia de que o PSOL é imaturo, mas a maturidade do PT é se juntar com famílias milionárias. O grande orgulho do Tarso, por exemplo, é uma multinacional chilena de celulose que está destruindo os pampas. Essa maturidade de aceitação do status quo nós não queremos. Preferimos manter a coerência”, alfineta. “Nós, do PSOL, temos orgulho de possuir essa alegria juvenil que o Plinio, sendo velho, tinha. Ele entendeu que a grande sabedoria é ligar a luta política à juventude.” Pergunto se ele será o Tarso amanhã. “Não, eu serei o Plínio amanhã”.

lucianarobaina

(Luciana, o ex-marido Robaina e o filho de ambos, Fernando, em campanha pelo PSOL)

Fico imaginando uma longa mesa arrumada com toalha branca para o churrasco de domingo e estas figuras todas sentadas, com suas línguas e facas afiadas. Robaina, que se separou de Luciana quando Fernando tinha um ano e meio de idade (o rapaz tem 26 atualmente), logo esclarece que tem carinho pela família, mas não os freqüenta socialmente. “A gente não fica visitando ex-sogro”, ironiza. Luciana admite que as farpas fazem parte do menu das reuniões familiares, mas garante que partem do pai para ela e não o contrário. “Há uma troca de ironias, mas sem agressão. Ele é quem gosta, é o campeão da provocação. Fica sempre tentando dizer que o PSOL é pequeno, que temos poucos votos, fica se gabando de como é amado e apoiado… Para tentar me irritar. Quando eu era adolescente, conseguia. Mas hoje tenho mais o espírito da filha que quer que o pai seja feliz e não aceito as provocações baratas dele.”

No último Dia dos Pais, Tarso, gozador, publicou em seu facebook um vídeo em que o neto Rodrigo, de dois anos, “discursa” dá-dá-dá-dá e o avô tira onda: “Parece a Lu falando”. Luciana conta que o dissenso familiar é antigo e, até por isso, encarado com naturalidade. Vem, na verdade, do avô dela e pai de Tarso, Adelmo Genro, advogado, professor e velho militante socialista que presidiu o PSB gaúcho. O vô Adelmo saiu feroz em defesa da neta quando ela começou a confrontar o governo Lula e as alianças do PT, postura que acabou por levá-la a ser expulsa do partido após votar contra a reforma da Previdência, em 2003. “Ela puxou ao avô, porque não lambe o prato em que cuspiu”, bradava o patriarca diante de cenas esdrúxulas como a dos antigos desafetos petistas Fernando Collor e José Sarney posando pimpões ao lado de Lula.

As desavenças entre Luciana e Tarso eram mais comuns quando ela, aos 15 anos, decidiu entrar para a Convergência Socialista, corrente interna do PT, enquanto o pai militava em outra tendência, o PRC (Partido Revolucionário Comunista), ao lado de nomes como José Genoino e… Marina Silva. “Para tu ver que quem mudou foi ele, não eu!”, provoca Luciana. “O pai me levou para o PRC e me fez conhecer toda essa fauna das organizações de esquerda, mas acabei me identificando mais com a CS do que com o PRC. Isso foi complicado para ele aceitar.”

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(Tarso e o bebê Luciana em 1972, no Uruguai)

Luciana confessa ter dado risada quando assistiu ao pai atacando e sendo atacado pelo ex-marido no debate da Band entre os candidatos ao governo do Rio Grande do Sul, mas, alguns dias depois, quando encontrou Tarso, preferiu não tocar no assunto para não criar caso. Diz que tampouco tem discutido com ele sua performance nos debates presidenciais para não gerar constrangimento porque, afinal, a candidata do partido dele é outra. Tarso dorme cedo e não viu a filha nos debates, mas, ao assistir a um vídeo com os melhores momentos da presidenciável do PSOL que lhe foi mostrado por um assessor, o lado “pai orgulhoso” falou mais alto. “Muito bem. Falou tudo que eu queria dizer e não posso.”

Pergunto a Luciana se o pai costuma olhá-la com aquele olhar condescendente dos mais velhos diante de um político jovem, aquele olhar de “vamos-conversar-mais-para-a-frente” que os políticos experientes adoram exibir. “Acho que a idade ajuda neste excesso de pragmatismo que eles têm, de querer resultados mais imediatos e aquém do que desejavam originalmente. Os petistas se acomodaram. Eu vejo, pelos textos que o Tarso publica, que ele tem uma visão crítica do partido, mas acha que não existe vida política fora do PT. Cansou de remar contra a maré. Só que um dia a maré vai mudar”, aposta. Pergunto também a ela se não se transformará no Tarso amanhã. “De jeito nenhum. Este processo de construção de uma esquerda coerente não pode repetir o PT. Virar o Tarso é repetir o PT.”

“O Tarso” –é esquisito, mas todos se referem a ele assim. A filha, o ex-marido, o neto. Talvez para separar o político do familiar, termos como “pai” e “vô” ficam reservados para a intimidade. Fernando, filho de Luciana, foi durante os últimos 24 anos o único neto de Tarso Genro, até nascer Rodrigo, filho da médica Vanessa. Pode-se ter uma ideia, portanto, da enorme proximidade entre os dois. Mas Fernando, ex-jogador de futebol, é PSOL como o pai e a mãe e nunca votou no avô para um cargo eletivo  em 2002, quando Tarso perdeu, Fernando ainda não votava; em 2010, quando Tarso ganhou no primeiro turno, o neto escolheu Pedro Ruas, do PSOL. Agora, vota no pai e na mãe, claro.

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(Luciana, Fernando e Robaina)

“Não é uma questão de parentesco: me identifico com a postura ideológica e programática do PSOL. Acho que os governos federais do PT foram bastante decepcionantes do ponto de vista da esquerda”, critica. Faço mais uma vez a pergunta: o jovem que hoje é PSOL quando velho se tornará PT? “O Plínio provou que não é bem assim. Acho que existe um comodismo que vem com a idade, mas não é determinante. O próprio Tarso com certeza era mais PSOL na juventude. Talvez fosse mais fácil ser de esquerda quando a direita estava no poder.”

Seu avô pede para Luciana pegar leve com a Dilma nos debates? “Mas de jeito nenhum”, diz Fernando. “Ele jamais pediria isso, porque sabe que a construção do nosso partido passa pela crítica ao PT.” O filho de Luciana Genro vê como “saudável” o clima de discussões políticas PT X PSOL no seio familiar. “Esta dialética que acontece em casa é bacana porque possibilita tirar o que há de bom e ruim no PT, e o que há de bom e ruim no PSOL”, contemporiza.

Tarso Genro só votou na filha quando ela se candidatou a deputada federal pelo PT. Desde que se tornou PSOL, nunca. Mas na solidão da cabine não vai dar vontade de apertar o 50 e votar na filha para presidente? “Não, porque a responsabilidade política fala mais alto. Ela tem um projeto político muito diferente do meu partido. Eu votaria sempre na Luciana para filha, mas não para presidente”, espeta. O governador assume adorar provocar a filha. “Toda vez que a Lu chega em casa, eu digo: ‘como vai a revolução proletária?'”, e solta uma gargalhada.

Não que deixe de admirá-la. Considera Luciana “um grande quadro político”, mas não aparenta sentir o mesmo pelo ex-genro Robaina. “O Roberto é íntegro, mas temos uma diferença política muito grande. Ele está mais preocupado em desgastar a imagem do PT. A Luciana critica Dilma e Marina, mas está sendo mais lúcida”, diz. “O PSOL é um rescaldo político do socialismo do passado, com uma visão clássica vinculada à revolução bolchevique. É um projeto generoso, mas superado politicamente. Por isto utiliza esta linguagem que trata da mesma forma a direita e a esquerda.”

Pergunto, desta vez ao contrário, se Luciana será como ele amanhã. “O que ocorre com os trotskistas, pelo que tenho visto, é que normalmente eles saem da política e vão ser colunistas de jornal da direita… Espero que ela permaneça trotskista”, provoca. “Eu mesmo fui, durante anos, integrante do movimento comunista. Adquiri conhecimento e não me arrependo. Mas a estrutura de classes da sociedade mudou.”

familia

(Os Genro: Tarso, a mulher Sandra, Luciana e Fernando. Falta a outra filha do casal, Vanessa)

A mãe de Luciana, avó de Fernando, ex-sogra de Robaina e mulher de Tarso Genro, Sandra, é a pedra de toque desta história toda. Se o marido não estiver no páreo, a médica Sandra costuma declarar voto no PSOL. Quando Robaina saiu a prefeito, em 2012, ela declarou voto nele. Este ano vota em Luciana para presidente –não em Dilma, como o marido, pelo menos no primeiro turno. Mas vota em Tarso, claro, para governador. Felizmente, Luciana e o pai não se enfrentaram diretamente e Sandra não se viu obrigada a ter que escolher entre os dois, filha ou marido. Ainda.

UPDATE: Esta novela teve final feliz. No segundo turno da eleição para o governo do Rio Grande do Sul, Luciana Genro declarou voto em Tarso. “Um voto de filha para pai. E porque o PMDB não é nem será uma alternativa para melhorar a vida do povo”, disse (leia mais aqui). Vitória do amor, mas nem tanto: o ex-genro, Robaina, seguiu a orientação do PSOL e ficou na moita. “Nenhuma das candidaturas nos representa”, disse o partido, em nota, sobre a disputa entre Tarso e Ivo Sartori (PMDB).


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(86) comentários Escrever comentário

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João Renato Paulon em 11/09/2014 - 15h37 comentou:

Cynara, você arrebentou demais com esse artigo. Muito bom. Esse contraste de esquerdas históricas e reais é fundamental para uma maturidade política. Parabéns pelo seu cativante artigo.

Responder

hugo em 11/09/2014 - 16h25 comentou:

Confesso que fiquei emocionado ao ler o artigo e senti um pouco de inveja também. Imagina as discussões em uma família onde todos são, de alguma forma, progressistas? Uns mais à esquerda, outros menos, mas todos progressitas.
Eu não fui, não sou e, provavelmente, nunca serei candidato a nada. No entanto sou apaixonado por política, economia, história e socialismo. Adoro boas e calorosas discussões sobre esses temas. Mas, com meu pai e minha irmã, não há a menor possibilidade de que isso aconteça de forma civilizada e com um nível, mínimo que seja, de civilidade. São reacionários ao extremo, baixo nível. Triste mesmo.
Ás vezes fico me perguntando como eu me tornei socialista. Deve ter sido a minha mãe que, apesar do pouco estudo, é uma pessoa extremamente sensível e inteligente. Foi a minha tábua de salvação!

Responder

    joao em 11/09/2014 - 22h27 comentou:

    Cara eu idem.

    Luciana em 11/09/2014 - 23h25 comentou:

    Adorei o texto e identifiquei muito com a minha família, que preza demais o debate aprofundado de ideias, em alto nível! Entre meus amigos, vejo que quem não tem em casa acaba achando no círculo de amizades íntimas, é tão importante ter um grupo assim! bjs!

    Denis em 14/09/2014 - 17h32 comentou:

    Poxa Hugo, minha solidariedade para você!! Também sou apaixonado por esses temas, mas vivo cercado por reacionários, na família e no trabalho. Então se te serve de consolo, você não está sozinho no mundo!! Vamos socializar nossa frustração.

    hugo em 18/09/2014 - 11h37 comentou:

    É isso aí. Valeu meu caro!

    Ana Paula em 03/10/2014 - 22h12 comentou:

    Também fiquei bem emocionada! E pensando como deve ser emocionante, muitas vezes acalorada, as discussões dessa família.

    Severino Oliveira em 16/01/2015 - 19h27 comentou:

    Pena que alguns esquerdistas são sectários e avessos a composição, essência da politica. Se contrariados, fazem como o escorpião, picam a própria cabeça!

Panorâmica Social em 11/09/2014 - 16h30 comentou:

Nesses tempos em que vemos filhos, sobrinhos e netos de políticos buscando uma boquinha utilizando o prestigio dos pais avós e tios, eu admiro Luciana Genro por trilhar o seu próprio caminho.

Responder

    lunaerre em 19/09/2014 - 06h04 comentou:

    Comentário muito pertinente! Eu não tinha pensado sob essa ótica…

retornoainfancia em 11/09/2014 - 16h33 comentou:

Haha, maravilhoso!

Responder

@fotografeagora em 11/09/2014 - 16h43 comentou:

Muito interessante o artigo, acho que um dos melhores que você já escreveu. Voto no primeiro turno pela ideologia do PSOL no segundo vamos ver o que vai dar.

Responder

Koalan em 11/09/2014 - 16h45 comentou:

Ainda bem que é a família Genro, e não Cunhado ou Sogra…

Responder

Cunha em 11/09/2014 - 16h55 comentou:

Sensacional!
Parabéns Cynara!
E é bem verdade, Luciana está se saindo muito bem nos debates, muito lúcida!

Responder

@stelaguimaraes em 11/09/2014 - 17h27 comentou:

Excelente matéria da Cynara Menezes sobre as agruras internas e políticas da família Genro!

Responder

ademir salgueiro em 11/09/2014 - 17h44 comentou:

em outras palavras, Luciana é apenas uma laranja da Dilma nessa eleição, só serve pra criticar a oposição. é uma grande decadência do PSOL q já teve candidatos como plínio de arruda sampaio e heloísa helena

Responder

    Cunha em 11/09/2014 - 21h15 comentou:

    Parece você não viu os debates…

    Laura em 12/09/2014 - 03h27 comentou:

    Nem leu esse belo texto aí em cima!

    Renata em 12/09/2014 - 21h50 comentou:

    E teve aHeloisa Helena pq? Ela desistiu? Ou nao acompanha direito o q acontece por ai?

    De lei em 12/09/2014 - 23h52 comentou:

    Heloisa helena vai levar pau do collor
    #collor144 #collorsenador

    celina em 16/09/2014 - 12h26 comentou:

    Heloisa é pior que Marina. É candidata pelo Psol mas já anunciou que vai mudar para a Rede. Sou de Alagoas e Heloísa já perdeu meu voto faz é tempo… e nessas eleições, infelizmente, quem vai levar é o Collor.

    Amanda Dias em 26/11/2014 - 06h30 comentou:

    Heloísa Helena? Ali é a unica do Psol q n me representa. Quem é de Alagoas ou conhece a política do estado sabe, ali é lobo em pele de cordeiro. A mulher é riquíssima, mas declara uma merreca em bens. Bens que ninguém sabe de onde vieram pq ela só foi professora. A única vitória dela ao senado de Alagoas foi quando apoiada e financiada pelo PSDB, subiu e palanque da direita e tudo. Heloísa só paga de socialista, mas é uma serpente.

flaliman em 11/09/2014 - 18h08 comentou:

Progressistas? só se for o progresso dos rendimentos dos membros do partido…

Responder

Sandra Genro em 11/09/2014 - 18h13 comentou:

Gostei muito da reportagem. Parabéns! Pegou bem o espirito da família.Sério, sem deixar de ser lúdico.

Responder

Ianker em 11/09/2014 - 18h26 comentou:

Sou de direita, tenho minhas restrições ao Tarso. Mas parabéns pelo texto!!! Muito bom!

Responder

Rodrigo em 11/09/2014 - 18h40 comentou:

O Tarso era um ótimo quadro pra presidencia. Sempre gostei dele.

Responder

João Ritter em 11/09/2014 - 18h51 comentou:

Sou grande admirador de Tarso, por suas ideologias, mas isto em familia, é de uma voracidade a toda prova.

Responder

Samoel em 11/09/2014 - 18h52 comentou:

Muito bom!

Responder

Raquel em 11/09/2014 - 19h13 comentou:

HAHAHA Adorei a matéria. Linda é a família cheia de ideias.
Independente do meu posicionamento político, parabéns aos Genro pela firmeza dos posicionamentos deles.

Responder

José Garcez em 11/09/2014 - 19h14 comentou:

Nós petistas somos questionados seguidamente sobre este assunto. Acho que o artigo traça a ideia que já idealizava a respeito, balizada agora pelo depoimento acima. Parabéns.

Responder

Nelo de Carvalho em 11/09/2014 - 19h35 comentou:

Ao lermos este artigo, sentimos inveja daquilo que nunca tivemos, uma família assim. Quem sabe, isso possa ser mesmo o grande exemplo de uma família brasileira ( ou protótipo da família brasileira). Estão de parabéns todos seus integrantes.

O sonho aqui é acreditar que esse tipo de exemplo se espalhe para toda uma nação, a humanidade inteira, em vez de estar limitados aos Genros. Parabéns a jornalista, Cyanara Menezes, que nos trouxe algo tão exemplar e educativo.

Responder

Maia Kaefman em 11/09/2014 - 19h39 comentou:

O maior problema do Psol é sua bancada sistematicamente votar errado no congresso…

Responder

    Yave HLe em 11/09/2014 - 21h33 comentou:

    Antonio Gramsci escreveu em 1920 (publicado L’Ordine Nuovo, II) precisamente publicado dia 3 de Julho de 1920:
    “A revolução que se concretiza na destruição do aparelho estatal burguês, bem como na construção de um novo aparelho estatal interessa e envolve todas as classes oprimidas pelo capitalismo. Ela é determinada imediatamente pelo fato brutal de que, nas condições de carestia legadas pela guerra imperialista, a grande maioria da população (constituída por artesãos, por pequenos proprietários rurais, por pequenos burgueses intelectuais, por massas camponesas paupérrimas e também por massas proletárias atrasadas) não possuem mais nenhuma garantia no que se refere às elementares exigências da vida cotidiana. Esta revolução tende a ter, predominantemente, um caráter anárquico e destrutivo e a manifestar-se como uma explosão cega de cólera, como um tremendo desencadeamento de furores sem objetivo concreto, que se compõem num novo poder de Estado somente quando a fadiga, a desilusão e a fome terminam por reconhecer a necessidade de uma ordem constituída e de um poder que a faça verdadeiramente respeitar.”

    Traduzindo: se os black blocs e militantes que estão destruindo as ruas e colocando fogo com bandeiras comunistas soubessem ler, teriam visto que o ídolo deles – Antonio Gramsci – disse “não é proletária e comunista nem mesmo quando propõe e consegue destruir os institutos representativos e a máquina administrativa através das quais o governo central exercita o poder político da burguesia; ”

    Estou chorando de rir. Queria ver a cara dos nossos esquerdistas e outros alunos formados nas nossas “Universidades” o fato de que também Lênin já havia dito que o anarquismo é uma revolução esquizofrênica. Não só quanto ao anarquismo mas pela forma como qual os comunistas (do PSOL, PSTU, PCdoB e etc, principalmente os jovens) querem implantar o comunismo no Brasil.

Carlos Santanna em 11/09/2014 - 21h08 comentou:

Muito bacana o texto, legal a forma e o tema.

Responder

Cunha em 11/09/2014 - 21h17 comentou:

Comparem pessoal!
Luciana Genro e Tarso Genro com Edson Lobão e Edinho Lobão!
HAHAHAHAHA
Sem comparação é claro.
Família Genro segue firme nas suas idéias!

Responder

    Mario em 12/09/2014 - 01h28 comentou:

    Esse lobinho aí não tá com nada.

    Francisco Tavares em 15/09/2014 - 04h54 comentou:

    De papagaio a periquito a diferença esta no bico. Nenhuma das famílias citadas merece voto.

    Vitor em 15/09/2014 - 22h29 comentou:

    Não fala assim do candidato do Lula! Ele está sempre pensando no POVO e contra os interesses dos empresários!

Daniel Coelho em 11/09/2014 - 21h50 comentou:

Rachei de rir com o ‘como vai a revolução proletária?’”
Sou mais adepto dos pensamentos do Tarso, apesar de não conhecer sua carreira politica.
Só não sei se esse tipo de provocação em família é saudável.

Responder

    @Devanil em 11/09/2014 - 22h24 comentou:

    Parece que eles se dão super bem. Fazem das diferenças descontração. Como falaram: feliz é a família cheia de ideias. Senti até um invejinha da família Genro ^.^

Marco em 11/09/2014 - 22h21 comentou:

Excelente artigo, Cynara!
Cito a música PAIS E FILHOS de Renato Russo:
“Você me diz que seus pais não te entendem
Mas você não entende seus pais
Você culpa seus pais por tudo, isso é absurdo
São crianças como você
O que você vai ser
Quando você crescer”

Responder

    Victor em 12/09/2014 - 12h48 comentou:

    hahahahaha trágico, mas muito bom

Júlio Mondragon em 11/09/2014 - 23h40 comentou:

Ambos estão adaptados um ao outro de forma natural, embora troquem farpas. No debate seguinte que ocorreu na TVCOM (canal da oposicionista RBSTV) os dois debateram-se novamente. Instantes depois trocavam cochichos quando sentados um ao lado do outro e nos momentos seguintes atacaram a conservadora Ana Amélia RBS Lemos. Enfim, são políticos, sendo Tarso mais pragmático, mesmo quando no discurso costume criticar o pragmatismo petista como obstáculo a renovação política. Essa habilidade retórica lhe rendeu o apelido de "candidato das elites" ou frases como: "não sou do PT, mas no Tarso eu voto" e ao mesmo tempo oposição interna no partido quando este atropelou maquiavelicamente o candidato das bases: Olívio Dutra (Galo Missioneiro) em prévias anteriores com práticas questionáveis. Sua visão política o fez chamar Olívio para o enfrentamento com Lazier Martins, candidato da RBS e maior opositor midiático do governo Olívio.
Se mais famílias fossem assim no cotidiano do RS, faltaria lenha pro churrasco.

Responder

    Marcio Vieira em 13/09/2014 - 15h04 comentou:

    muito boa a analise

andre em 12/09/2014 - 00h42 comentou:

Esta família é um exemplo para todo o Brasil!

Parabéns ao Tarso Genro e a Luciana.

Responder

@fabianoduncan em 12/09/2014 - 01h19 comentou:

Eu só acho que Luciana Genro é mto mimada.Tarso deveria ter dado umas boas palmadas e colocado ela de castigo…faltou limites!

Responder

Marinaldo em 12/09/2014 - 01h43 comentou:

O texto ficou bacana. Gostaria de fazer uma projeção…Imaginem se Luciana Genro fosse eleita presidente da república. Como faria para governar com um Congresso desses…por menos em 1964 deram golpe em Jango… lembram-se ?

Responder

Ricardo em 12/09/2014 - 01h56 comentou:

Não voto em petista em psolista nem pra síndico de condomínio, mas que história bonita e bem contada! Abençoa, Senhor, as famílias, amém. Abençoa, Senhor, a minha também!

Responder

Valdemir Noia em 12/09/2014 - 02h10 comentou:

Parabéns à repórter e ao texto e muito bonita a história da família.

Responder

Domingos Carlos em 12/09/2014 - 02h35 comentou:

Essa divergência de família parece que está longe da realidade da classe trabalhadora. O PSOL é um partido eurocentrista e não sabe se aproximar das massas. Aqui é a América Latina e não a Europa de Marx.

Responder

Ricardo Pinto em 12/09/2014 - 14h12 comentou:

Não muito diferente do que a minha família (nas devidas proporções). Meu avô foi perseguido na ditadura militar, já o irmão dele foi militar e lutou na guerra do araguaia. Os descendentes alguns militantes da convergência que foi expulsa do PT e outros de extrema direita que acham que o PT inventou a corrupção. E seguimos a vida…

Responder

Murilo em 12/09/2014 - 14h23 comentou:

Mas é óbvio que o PSOL tem que bater no PT. Da direita os socialistas jamais vão tirar voto.

Responder

Rogério Teles em 12/09/2014 - 17h58 comentou:

Muito bom o texto. Nesta situação o difícil é administrar as posições políticas junto as relações familiares. No geral todos acham que por por ter um vinculo familiar, automaticamente uma posição tem de hegemonizar o todo. Não na esquerda. Como diz Olívio, mais ou menos: cada cidadão deve ser protagonista da política na sociedade.

Responder

juarez campos em 12/09/2014 - 18h16 comentou:

A turma do PSOl saiu do PT pensando que o mensalão ia destruir o partido. Se enganaram e hoje passam seu tempo tentando cooptar os petistas. Serão um partidinho de merda sempre.

Responder

Lenir Vicente em 12/09/2014 - 18h51 comentou:

Eu confesso: adoro a Luciana quando ela , nos debates, começa com aquele sotaque gaúcho : " mas tu Marina ..tu Aécio ou mesmo, tu Dilma, rssr A gente já sabe que lá vem pedrada. E não é conversa mole nem fiada ,não. Ela não joga para a platéia. Imagino bem o que é para a família Genro ter uma Brizolinha sentada à mesa nos domingos. Pois é o que ela me lembra. No bom sentido.Mas , assim como o Tarso, eu prefiro que ela permaneça trotskista e volte para o Parlamento. É lá que futuramente se dará o combate para as mudanças que o Brasil precisa. E vai precisar de pessoas com a consciência que ela demonstra, Mas ela precisa cair na real. Uma andorinha só não faz verão. Lula aprendeu.Dilma e Tarso também.Adorável, adorável, família! Parabéns Cynara!

Responder

Maria em 12/09/2014 - 19h05 comentou:

"Família, família, família debate junto todo dia, nunca perde essa mania…"

Responder

carlos amaral em 12/09/2014 - 21h08 comentou:

Robaina?? Esquisito um político com esse nome.

Responder

Mauricio em 13/09/2014 - 04h34 comentou:

pergunte aos cidadãos do leste europeu o que eles acham do comunismo/socialismo

Responder

    morenasol em 13/09/2014 - 14h36 comentou:

    acho que você precisa se informar melhor, porque tem muita gente por lá nostálgica do comunismo. leia sobre a situação da ucrânia, por exemplo. e não digo por mim, eu sou crítica da união soviética. mas, pelo visto, ela devia trazer alguma vantagem…

    Paulo Vitor em 19/09/2014 - 18h57 comentou:

    Os antigos membros da burocracia comunista são nostálgicos dos privilégios que eles tinham.

    Luís CPPrudente em 16/09/2014 - 23h27 comentou:

    O que os cidadãos do Leste Europeu tem a dizer sobre o Socialismo ou Comunismo, não vai mudar a minha opinião sobre esses ideias. Mesmo porque o Leste Europeu não é modelo para a gente seguir. Vamos seguir as nossas ideias.

Vinicius em 13/09/2014 - 04h42 comentou:

Questão menor: "O Tarso –é esquisito, mas todos se referem a ele assim. A filha, o ex-marido, o neto. Talvez para separar o político do familiar, termos como “pai” e “vô” ficam reservados para a intimidade". Há um texto do Veríssimo sobre esse modo particular de tratamento, "o pai", ele diz que não há nada a se psicanalizar – é um modo nosso.

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    morenasol em 13/09/2014 - 14h35 comentou:

    me refiro a chamar "o tarso" e não "o pai"

Márcio Vieira em 13/09/2014 - 15h02 comentou:

Liberdade para pensar, mas ao que me parece, ela só foi eleita deputada, porque era filha dele, ou não? Depois, é um direito dela, iniciou seu próprio caminho, mas nenhum deles tem propostas suficientes para mobilizar as massas e transformar o país.

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lili em 13/09/2014 - 15h16 comentou:

Enquanto isso, no clã dos Sarnei e outras famílias políticas brasileiras:
– Conseguiu o Ministério?
– Não, só indiquei o diretor daquela estatal…
– E os fundo de pensão?
– Também não deu certo. Não implacamos o nosso nome.
– NÃO? Ora, mas eles não sabem de quem você é filho?

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    Fabio em 16/09/2014 - 12h54 comentou:

    Lili, carreira politica e cartorial no Brasil é projeto de familia, neste quesito somos democraticos , os Genro, os Sarneys,os ACM , os Roriz etc..

Wilson em 13/09/2014 - 17h57 comentou:

Nunca achei normal essa Srta., digo Sra. Luciana. Ela continua linda. Com alguns retoques ideológicos poderia voltar ao PT ou ao PC do B. Esse último é a verdadeira esquerda, buscando o possível no momento: um pais mais distributivo e menos desigual. Ela dispõe de muita energia e esse discurso radical apenas da boca pra fora, não leva a nada.

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luiz ribeiro em 13/09/2014 - 19h21 comentou:

O artigo está muito bom.

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bertha em 14/09/2014 - 02h50 comentou:

Por uma dessas ironias da história, a lei impede que Luciana Genro não seja candidata
a alguns cargos públicos por causa da filiação, enquanto a mulher de
Arruda, ex-governador processado por corrupção e fraudador do painel de
votações do congresso, será substituído por sua mulher.

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Luís CPPrudente em 16/09/2014 - 23h06 comentou:

Muito interessante este artigo de Cynara. Parabéns à família Genro, mas neste caso estou com a candidata de Tarso Genro: Dilma Rousseff.

Quanto ao PSOL: precisa amadurecer e deixar de ser instrumento, na maior parte do tempo, da direita reacionária.

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igor em 17/09/2014 - 13h41 comentou:

briga de quem é mais true.

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@rjpinheiro em 18/09/2014 - 15h20 comentou:

Um amigo disse uma coisa muito sensata, e eu adiciono: A Luciana Genro devia se candidatar ao Senado, tal qual Brizola deveria ter feito nos anos 1990. Era capaz de ser eleita (assim como o velho caudilho) e fazer um furdunço no Senado. A TV Senado seria até legal de se ver! 😀

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Wagner Silva em 18/09/2014 - 16h39 comentou:

Voto na Luciana sem sombra de dúvidas! Grande caráter!

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João José Negrão em 19/09/2014 - 18h27 comentou:

Legal. Gostei da construção do texto. Também gostava do Plínio (que já foi, vejam vocês, da "direita" do PT) e acho bacana essa admiração dos psolistas para com ele. Mas já que estão falando, também, dos tempos de juventude, é bom lembrar que ele era da Democracia Cristã. Só faltou no texto, Cynara, alguma referência ao Adelmo Genro Filho, também de esquerda, e um dos primeiros a desenvolver uma teoria do jornalismo, na sua dissertação O Segredo da Pirâmide.

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Rodrigues em 19/09/2014 - 23h43 comentou:

Quando se pensa em família de políticos, geralmente vem a mente a noção de um clã indivisível que controla o poder de dada localidade por séculos, estendendo seus tentáculos e laços de sangue para todas as esferas do poder constituído e subsumindo a coisa pública aos seus interesses particulares e patrimonialistas. Pois olha que até nisto (família de políticos) a esquerda é progressista!

By the way, excelente matéria!

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Bad Robot em 22/09/2014 - 14h43 comentou:

Adoro uma MILF como a Lulu Genro….

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@JoaoBosquo em 22/09/2014 - 21h52 comentou:

Pode parecer besteira, mas não existe EX-genro. O PAI do meu neto é meu filho ou meu genro, mesmo como a separação.

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João em 23/09/2014 - 13h48 comentou:

Ou seja, o PSOL segue fazendo seu trabalho bonitinho: é a linha auxiliar do PT. O socialismo agressivo e sem noção da realidade do PSOL faz o bolivarianismo do PT parecer brando, e aí está a casca de banana em que os idiotas úteis caem sempre. E assim já já viramos a Venezuela.

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Di Maria em 24/09/2014 - 10h26 comentou:

Minha cara , pelo que já li, a senhora é baiana e começou pela Bahia. Fala sempre na tentativa dos poderosos dominarem os meios de comunicação usando o poder econômico . Pois bem, aqui na sua querida Bahia, há um caso em andamento. O governador Wagner do PT usa o poder econômico para silenciar e transformar o Jornal A Tarde num DO. Impede o jornal de noticiar novamente de forma clara e desabrida um denúncia que o próprio jornal fez há anos atrás. É duro, mas o PT baiano é o exemplo daquilo que a senhora chama de "a direita" . Leia esse blog: http://fernandoconceicao.com.

Abs, Di Maria

Responder

Paulo Cezar Soares em 24/09/2014 - 23h26 comentou:

Parabéns, companheira Cynara Menezes
Gostei imensamente da sua matéria
Aprecio a coragem e a objetividade da Luciana
É a única candidata oposicionista que tem o que dizer. Sua presença tem engrandecido o debate
Só faço uma ressalva: algumas críticas contra o PT são exageradas
Uma qualidade fundamental num competidor é reconhecer a qualidade do adversário
Por isso, preconceito ou críticas radicais, não levam a nada.

Responder

Paulo Preto em 25/09/2014 - 13h23 comentou:

"…sabe que a construção do nosso partido passa pela crítica ao PT" Esta foi a melhor definição do PSOL. Um partido com poucos bons quadros e uma maioria sem rumo, olhando pro PT com raiva e inveja de ter crescido e tornado realidade o sonho de milhões de brasileiros. Parabéns pela matéria, Cynara. Excelente!

Responder

@RealMarcusl em 01/10/2014 - 19h21 comentou:

Digite o texto aqui!

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Fantasminha Camarada em 08/10/2014 - 19h02 comentou:

Não negam que são da mesma família….. Pai e filha foram derrotados e seguem tendo uma história política fracassada….

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Nilce P.M. Panzutti em 15/10/2014 - 17h37 comentou:

Em primeiro lugar, gostaria de parabenizar a Luciana pelos seus comentários certeiros , sua postura altiva, enfim, ela deu um show nesta campanha. Muitas pessoas vieram me falar isto, também.. Mesmo não sendo do PSOL como eu . Gostaria de parabenizar o ilustre Tarso e igualmente sua mulher, por saberem conduzir uma família de forma tão democrática. Sei que não é facil, vivencio algumas situações familiares de discordância política, mas desde sempre achamos, eu e meu marido, que em respeito aos valorosos seres humanos que são tem o direito de discordar. Mais uma vez parabéns Luciana, voce é uma guerreira valorosa.

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cassio farinacio em 26/10/2014 - 19h51 comentou:

Muito interessante a Luciana não traiu os seus ideais,porem ela vive uma grande Utopia.
Já o tarso é membro do PT partido que quando chegou ao poder mostrou sua verdadeira face,se mantendo no poder as custas da ignorância dos eleitores Brasileiros,no frigir dos ovos nenhum vale nada.

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Carlos em 01/02/2015 - 18h55 comentou:

Assunto familiar e político muito bem enfocado e redigido pela SM (Cynara). Parabéns!!!!

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