8 medidas contra o povo que o PSDB apoia, mas dizia antes que era “terrorismo” do PT

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Ao longo dos últimos anos, em época eleitoral, os petistas vinham apontando uma série de medidas contra o povo que seriam tomadas pelos tucanos se voltassem ao poder. O PT dizia que o PSDB iria acabar com todas as conquistas sociais dos governos Lula e Dilma. E os marqueteiros e candidatos tucanos, com o apoio explícito da mídia comercial, diziam que o PT fazia “terrorismo” e que queria colocar “medo” nas pessoas.

Quase quatro anos se passaram desde a última campanha presidencial. Aécio Neves, o candidato favorito da imprensa e então baluarte da ética na política, foi flagrado pedindo dinheiro ao empresário Joesley Batista. Mas as mentiras ditas pelos tucanos não se resumem a essa. De volta ao governo do país ao lado do PMDB graças a um golpe, o PSDB está fazendo exatamente o que o PT dizia que faria, e em apenas um ano no cargo.

Confira.

1. Bolsa Família: o governo PSDB-PMDB reduziu o número de beneficiados do programa e suspendeu o reajuste acima da inflação. Os tucanos sempre disseram que iriam preservar o Bolsa Família e que eram “boatos” as afirmações de que pretendia acabar com o programa, considerado essencial para combater a pobreza pela ONU.

2. Minha Casa Minha Vida: o governo PSDB-PMDB reduziu em 10% os recursos orçamentários para o programa habitacional. Em 2014, Aécio batia o pé dizendo que era mentira do PT que iria fazê-lo se chegasse à presidência.

3. CLT: o governo PSDB-PMDB aprovou uma “reforma” trabalhista que destrói a CLT e precariza a vida do trabalhador. Em um dos últimos debates, Aécio mentiu aos brasileiros dizendo que não faria a flexibilização da CLT se fosse eleito.

4. Previdência: o governo PSDB-PMDB pretende acabar com a aposentadoria dos brasileiros com sua “reforma”, prevista para ser votada pelo Congresso no segundo semestre. Se ela for mesmo aprovada, as pessoas precisarão trabalhar 49 anos para conseguir se aposentar integralmente. Nas últimas campanhas, nenhum eleitor do PSDB foi informado que isso iria acontecer.

5. Privatização da Petrobras: o governo PSDB-PMDB já está vendendo vários setores da Petrobras e transformando-a numa empresa pequena. Aécio Neves, no entanto, dizia em campanha que iria fazer o contrário: reestatizar a empresa, que segundo ele tinha sido “privatizada” pelo PT.

6. Meio ambiente: o governo PSDB-PMDB sancionou a MP da Grilagem, que legaliza massivamente áreas públicas invadidas, e agravará o desmatamento e os conflitos de terras, principalmente na Amazônia. A MP retira ainda exigências ambientais para a regularização fundiária, o que estimulará o desflorestamento. Nem parece o mesmo partido que foi apoiado pelo PV de Eduardo Jorge e por Marina Silva no segundo turno em 2014.

7. Saúde e educação: o governo PSDB-PMDB limitou, com a PEC dos Gastos, o orçamento para a saúde e para a educação pelos próximos 20 anos. Durante a campanha, Aécio dizia exatamente o contrário: que iria aumentar os gastos com saúde e educação para 10% do PIB.

8. Bancos públicos: o governo PSDB-PMDB está dilapidando os bancos públicos: o Banco do Brasil anunciou o fechamento de 402 agências e a demissão de 18 mil funcionários e a Caixa prevê o fechamento de 120 agências e a demissão de 5 mil funcionários apenas em 2017. Ao mesmo tempo, o governo perdoou uma dívida de 25 bilhões do Itaú e de 338 milhões do Santander. Em 2014, após seu principal assessor na área econômica, Arminio Fraga, ter sido flagrado prometendo fazer exatamente isso, os tucanos diziam que era “terrorismo” do PT a afirmação de que o partido iria destruir os bancos públicos e favorecer os privados.

A pergunta que fica é: em que projeto de governo estava escrito que estas medidas iriam ser tomadas? Quem aprovou estas iniciativas que estão sendo colocadas na prática pelo PMDB, com o apoio dos tucanos? O povo é que não foi.

 

 

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IstoÉ faz mau jornalismo, diz juíza que concedeu direito de resposta a Dilma

(Dilma durante a campanha em 2014. Foto: Ichiro Guerra/Fotos públicas)

(Dilma durante a campanha em 2014. Foto: Ichiro Guerra/Fotos públicas)

Por Katia Guimarães*

A presidenta Dilma Rousseff ganhou nessa sexta-feira, 14 de julho, direito de resposta em ação contra a revista IstoÉ. A revista terá que conceder a Dilma o mesmo espaço, destaque, diagramação, publicidade e dimensão dada à matéria Mordomia: carros oficiais a serviço da família de Dilma, publicada no dia 15 de julho de 2016. A juíza de Direito Karla Aveline de Oliveira, da Vara Cível do Foro Regional Tristeza, no Rio Grande do Sul, diz que o semanário “trilha o caminho do mau jornalismo”, além de considerar a matéria “sórdida” e “machista”.

A Editora Três – Três Editorial Ltda., responsável pela IstoÉ, será obrigada a publicar a resposta na próxima edição, caso contrário pagará multa de 20 mil reais a cada vez que não cumprir a decisão. A presidenta Dilma soube da decisão logo que saiu e disse, através de sua assessoria, que esta é “uma pequena vitória diante dos constantes ataques da revista, que faz jornalismo de guerra”.

Na “reportagem”, que saiu na edição n° 2.432, a IstoÉ acusava Dilma de improbidade administrativa dizendo que sua filha, genro e netos tinham privilégios bancados com dinheiro público. Para a juíza, a reportagem contém ilegalidade. Afinal, Dilma não estava infringindo a legislação, que garantia à sua família o uso de carros oficiais, como todo presidente da República, para a sua segurança. “A sordidez da reportagem publicada na revista IstoÉ reside no fato de, ao seu alvedrio, tachar como ilegal algo que a Presidenta realizava, corretamente, há mais de cinco anos”, afirmou. O direito está previsto no Decreto n° 6.403/08, que trata do uso de veículos oficiais.

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Na decisão, Karla Aveline enfatiza que a história inventada pela revista é tendenciosa e apelativa. Recheada de fotos inúteis, a “reportagem” saiu justamente no decorrer do processo de impeachment, quando o golpe já havia passado pela Câmara dos Deputados e estava sendo analisado pelo Senado. O objetivo era atingir a honra e moral da presidenta.

“Pode-se afirmar que a revista semanal, de amplo espectro e permeabilidade, disponível em diversas plataformas e que já esteve sob comando de respeitados jornalistas e diretores em seu passado, atualmente, trilha o caminho de um mau jornalismo, ao apresentar, no mínimo, duas interpretações distintas para o mesmo tipo de episódio, divulgar chamadas apelativas e demonstrar conotação tendenciosa, quiçá machista, ao se referir à ora autora, ultrapassando o caráter meramente informativo e crítico em sua reportagem”, asseverou.

A juíza Karla ainda destacou que o direito de resposta é garantido pela Constituição Brasileira, prevista no artigo 5°, inciso V. E reforçou que os direitos de manifestação do pensamento, expressão e informação, também previstos no artigo 220, são compatíveis com os direitos fundamentais à imagem, à honra e à dignidade alheia. A IstoÉ é reincidente na prática de esquentar e deturpar fatos políticos em suas matérias. A própria Dilma já havia sido vítima da misógina capa As explosões nervosas da presidente que colocava a então presidenta da República como “louca” e “destemperada”, que usava calmantes para se conter. Prática nada usual para quem enfrentou a prisão e a tortura durante o regime militar e foi eleita a primeira presidenta do país. Ela move outra ação contra a revista.

 

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Lula: “Precisavam da minha condenação para completar o golpe”

(Foto: Ricardo Stuckert)

(Foto: Ricardo Stuckert)

Por Katia Guimarães*

Um dia depois de a condenação de Lula pegar o país de surpresa, o ex-presidente avisou que está no jogo político e vai brigar até o fim por sua inocência e para ser candidato em 2018. “Quem acha que é o fim do Lula vai quebrar a cara porque somente na política quem tem o direito de decretar o meu fim é o povo brasileiro”, afirmou, na sede do PT em São Paulo, em sua primeira declaração após a sentença do juiz Sérgio Moro que pede sua prisão por 9 anos e meio. “Há uma intenção de me tirar do jogo político. Se alguém pensa que com essa sentença me tiraram do jogo podem saber que eu estou no jogo”, completou.

Desde que saiu a sentença do juiz Sérgio Moro, a mídia voltou à carga contra Lula, o mais forte candidato ao Palácio do Planalto segundo as próprias pesquisas patrocinadas pela imprensa comercial. O tom da declaração de Lula caiu como uma luva diante da pesquisa feita pelo site da revista Veja que perguntou: “Na sua opinião, o que o destino reserva ao ex-presidente em 2018?” O tiro saiu pela culatra: nada menos do que 86% disseram “ele será eleito presidente de novo” e apenas 14% disseram “ele será preso”.

Lula apareceu nesta quinta-feira, 13 de julho, na sua melhor versão, bem-humorado e combativo. Chegou a brincar afirmando que Moro o deixou ser candidato em 2036. Disse estar indignado, mas “sem perder a ternura”, e disparou que a sentença de Moro é uma peça política, que o fim do golpe é tirá-lo da disputa eleitoral e voltou a atacar a TV Globo, que dar o golpe novamente e estimula o ódio contra ele e o PT com a repetição de mentiras.

“O ódio está disseminado nesse país. Toda vez que eu falo que a Rede Globo é disseminadora do ódio é porque é só assistir o Jornal Nacional que vocês vão perceber. Espero que aqueles que apresentam o jornal, que fazem o jornal, que apresentam as denúncias falsas, cheguem em casa e olhem para a cara de seu filho para ver se ele compreende o que estão fazendo. Eu não tenho dúvida de que quando estiverem adultos vão cobrar dos pais a quantidade de mentiras que contaram a respeito de uma pessoa que não é honesto por mérito. Sou honesto porque aprendi com uma mulher analfabeta a ser honesto”, disse.

Ao fazer uma análise da perseguição política e jurídica a que está sendo submetido, Lula disse que o golpe que derrubou a presidenta Dilma em 2016 não estava completo. Faltava inviabilizar sua candidatura à Presidência da República. Por isso, para ele, a sentença de Moro tem um “componente político muito forte”. “Quando o processo foi aceito, eu disse olha, tem um jogo a ser jogado nesse país. Não é possível que aqueles que prepararam a mentira do golpe contra a Dilma, que aqueles que preparam o golpe contra as forças democráticas, iriam ficar com os braços cruzados esperando essa gente voltar para o poder em 2018. Eu sempre tive consciência de que eles precisavam da minha condenação para completar o golpe. Se o Lula pudesse ser candidato o golpe não fechava. Qual é a razão de derrubar um governo e dois anos depois, esse governo, esse partido político, juntar as mesmas forças políticas e ganhar as eleições?”, indagou.

Para Lula, a decisão do juiz paranaense já estava fadada a ser o que foi, um jogo combinado com a participação ativa da mídia, a partir da denúncia feita pelo procurador da Lava Jato, Deltan Dallagnol, que baseou a sentença de Moro, naquele ridículo powerpoint. Durante todo o processo não importavam as provas apresentadas pela defesa ou o que o ex-presidente afirmou em seu depoimento. “Eu acreditava que ia terminar do jeito que terminou porque era visível que o que menos importava para as pessoas que faziam era o que você falava. Eles já estavam com o processo pronto. Já estavam com a condenação pronta”, acrescentou ao lembrar que o próprio dono da OAS, Leo Pinheiro, admitiu, em depoimento, ter mudado a sua versão sobre a compra do triplex do Guarujá por orientação de seu novo advogado.

A repetição da versão de que ele era o chefe da organização criminosa que levou o PT ao governo para roubar era o gran finale da estratégia para a sua condenação. “Eles diziam que o PT era uma organização criminosa, que o PT se preparou para ganhar o governo, e ganhando o governo para roubar, e o Lula era o chefe. A partir daí eles não precisavam de mais nada, era a teoria do domínio do fato moderna com a palavra ‘contexto’, que o juiz Moro usava muito a palavra ‘contexto’”, afirmou.

Ao criticar o massacre midiático que tem sofrido nos últimos anos, Lula enfatizou que Sérgio Moro não tinha mais como voltar atrás na sua intenção de condená-lo. Isso foi dito pelo próprio Lula em artigo publicado no jornal Folha de S.Paulo no ano passado: “Tornaram-se prisioneiros das mentiras que criaram, na maioria das vezes a partir de reportagens facciosas e mal apuradas. Estão condenados a condenar e devem avaliar que, se não me prenderem, serão eles os desmoralizados perante a opinião pública”. Hoje, ele voltou a lembrar as horas e horas de JN e as capas das revistas semanais que priorizam o ataque a ele e não a outros tantos políticos com provas e provas de corrupções. “O que vocês já falaram até agora, o que a imprensa já me condenou até agora. Só de Jornal Nacional, foram 20 horas. Vocês vejam que os tucanos não aguentaram uma capa da Veja, caíram todos. Eu tenho 50 e não sei quantas capas de revistas, mais as do final de semana, que devem ser todas com a minha cara outra vez. Eu sinto que há uma tentativa de me tirar do jogo político”, acrescentou.

Para Sérgio Moro, Lula mandou um recado ao afirmar que a Justiça não pode mentir e que, assim como ele, o juiz deverá prestar contas para a história. “Nessa crença que eu tenho no estado de direito e na Justiça forte é que a Justiça não pode mentir. Ela não pode tomar decisões políticas, ela tem que tomar decisões baseada nos autos. A única prova que existe nesse processo é a prova da minha inocência”, disse, ao desafiar a imprensa a apresentar uma prova sequer contra ele. “Eu queria desafiar não desafiando que os meus inimigos, sobretudo os donos dos meios de comunicação, fizessem um esforço incomensurável para apresentar uma única prova, um único papel assinado.”

“O que me deixa indignado, mas sem perder a ternura, é você perceber que está sendo vítima de um grupo de pessoas que contaram a primeira mentira e vão passar a vida inteira mentindo para poder justificar a primeira mentira que contaram”, completou, ao ironizar a multa, estipulada na sentença, de 700 mil reais. “Ainda fui multado em 700 mil reais porque agora o tríplex é da União. Eles tomaram o triplex e eu tenho que pagar 700 mil para a Petrobras. Eles podiam me dar o triplex aí eu vendia o triplex pra pagar a multa”, afirmou, provocando risos na plateia.

Lula não vai deixar barato e promete acionar o Conselho Nacional da Justiça (CNJ) pelas arbitrariedades cometidas durante o processo. Vale lembrar que o juiz nem sequer aceitou várias provas e depoimentos que inocentavam Lula. “É preciso fazer um processo contra quem mentir, contra quem não diz a verdade. Cada vez que eu vou prestar um depoimento eu digo: ‘só eu tenho interesse na verdade aqui. Eu quero prestar como testemunha porque eu quero falar a verdade’. Quem queria que eu prestasse como informante não queria que eu falasse a verdade”, acrescentou.

Ao final, o ex-presidente fez críticas à governo Temer pelo desmonte que está sendo promovido no Estado brasileiro e acusou o Rede Globo de querer dar o golpe dentro do golpe, ou seja, de querer tirar Michel Temer e não aceitar eleições diretas. Sabe-se que está em curso a negociata para, caso Temer caia, viabilizar a permanência de Rodrigo Maia à frente do país para dar continuidade às medidas neoliberais. “Eu queria estar aqui discutindo a situação política, econômica do Brasil, o descrédito das instituições desse país, a começar pelo Poder Executivo, discutindo o golpe dentro do golpe. Precisam me explicar por que a Globo quer dar o golpe dentro do golpe”, afirmou ao defender a aprovação da emenda constitucional das eleições diretas.

Ao citar o sepultamento da CLT e de outras políticas públicas, Lula afirmou que a elite brasileira não tem condições de continuar governando o país e que é preciso alguém do povo para fazer o país voltar a crescer. “Senhores da casa grande permitam que alguém da senzala faça o que vocês não têm competência para fazer, permitam que alguém cuide desse povo, porque esse povo não está precisando ser governado pela elite, esse povo está precisando ser governado por alguém que entenda a alma dele, por alguém que sabe o que é a fome, o desemprego, por alguém que sabe o que é a vida dura que leva o povo pobre desse país. Quando esse país não tiver mais jeito, quando os economistas de direita não tiverem mais solução, permitam que a gente coloque o pobre no orçamento outra vez, no mundo do trabalho, o pobre recebendo salário, o pobre recebendo crédito. A gente faz esse país voltar a crescer, faz o povo voltar a sorrir e faz o povo voltar a ter o otimismo que tinha durante todo o tempo que nós governamos.”

 

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