Socialista Morena
Politik

Querem desestabilizar o Brasil. Não vou compactuar com isso

Cynara Menezes
21 de junho de 2013, 04h07


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XAD em 21/06/2013 - 05h36 comentou:

Fascistas, Fascistas! Não passarão!!!

Acabo de voltar da passeata na Av. Paulista, convocada pela direção nacional do PT. Éramos não mais de 200 militantes.

Quando cheguei à concentração, na Av. Angélica, vi que talvez não conseguíssemos caminhar nem 100 metros… O ódio dos que estavam na Paulista e que ocupam as ruas há dias era total. Mas esse ódio não era direcionado apenas ao PT. Era contra qualquer bandeira, qualquer movimento social organizado. A CUT estava presente. O Movimento Passe Livre. E a UNE também.

Durante a passeata, várias bandeiras foram atacadas, rasgadas e queimadas sob gritos de "Fora PT, vai tomar no cu!", "o povo acordou", "oportunistas" e, last but not least, "mensaleiros"!!!

Desde o início, foi necessário formar um cordão humano para "proteger" o final da passeata. Às vezes, formava-se um cordão também na lateral.

Os ataques acompanharam toda a passeata. Fomos vaiados na maior parte do tempo (por milhares, milhares de manifestantes). O silêncio só veio quando cantamos um trecho do hino nacional. Também gritávamos: "Sem violência", "Democracia", "Vem pra rua, vem contra a tarifa", "olha que loucura, contra partido, parece ditadura" e "R$ 3 não dá, contra a tarifa, é passe livre já".

Durante o trajeto, tentaram invadir a passeata, ameaçaram, provocaram, partindo para a agressão, xingando o tempo todo. Foi tenso. Deu um medo danado.

Um dos gritos que se expandia com muita facilidade, espalhando-se pela Paulista, era: "O povo unido não precisa de partido". Enquanto gritavam, as pessoas, que ocupavam as laterais da avenida, colocavam os braços para cima, em gesto típico do nazismo/fascismo.

Seguimos até o Masp. Não sei nem dizer como conseguimos. Nessa hora, os gritos de "abaixa a bandeira" tornaram-se cada vez mais fortes. E os ataques também. Chutes e ameaças, de um grupo de "carecas" e fortões, que seguiu a passeata durante todo o trajeto, tornavam a cena totalmente assustadora.

Na altura da estação Trianon-Masp fomos cercados. A passeata tornou-se, praticamente, um cordão humano, de um lado e de outro. Começaram a jogar rojões em cima da gente e bolas de papel com fogo.

Nessa hora, correram avisos para que a gente guardasse as bandeiras. Eu, por exemplo, estava empunhando uma bandeira da União Estadual dos Estudantes de São Paulo (acho que era isso) e desfilei o tempo todo enrolada numa bandeira do PT. Alguém pegou a bandeira da UEE e outro me avisou para tirar a bandeira do PT e guardar na mochila (para evitar linchamento e coisas do tipo, caso a passeata se dispersasse).

Para vocês terem uma ideia, eu estava compondo o segundo cordão no fim da passeata. Não foi nada fácil.

Nesse momento surgiu o grito: "Fascistas, Fascistas, Não Passarão!!".

O grito foi entoado em uníssono, com muita força. Embora o momento não fosse propício, cheguei a rir quando uma moça, que estava atrás de mim, soltou: "gente, não adianta gritar isso, eles não sabem o que é, vão achar que é só provocação e, ao que parece, somos minoria!!".

E éramos. Depois de alguns minutos, abaixamos as bandeiras, a passeata foi invadida. Dispersamos.
Voltei para casa, com a bandeira na mochila, pensando. Pensando muito. Lembrei do Allende.

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    Schliptz em 21/06/2013 - 15h04 comentou:

    Concordo que todos têm o direito, mas não era a hora de levantar bandeiras. Já na segunda se percebia a onda antipartidária. Acredito que foi um tremendo erro de estratégia ter marcado a mobilização do PT. Estava claro que ia dar merda. Qualquer um que quiser levantar uma simples bandeira hoje estará empurrando a massa para o outro lado do espectro político.

    Virgulino em 21/06/2013 - 18h46 comentou:

    Acho que o PT fez bem em (tentar) marcar presença, visto que é o que a sua militânica espera e é o que a tradição do partido manda. É o que mais se ouve sobre o PT: "o partido abandonou suas origens". Este é mais um exemplo de que não é nada fácil mantê-las. Tomam porrada da direita e da esquerda, não importa o que façam. Meu sinceros votos de apoio ao(à?) XAD e todos que tentaram levantar a bandeira do PT num momento hostil como este.

    Jô Soares em 21/06/2013 - 16h31 comentou:

    PTralhas, extinção a este partidinho corrupto!!!

    Alisson em 22/06/2013 - 01h43 comentou:

    Você acha que todo o Partido é formado de corrupto???
    ironia ver alguém dizer PTralhas sendo que você corruptível usa a identidade de outra pessoa, isso sim é corrupção !!!

joão em 21/06/2013 - 06h08 comentou:

o diretório nacional do pt fez uma convocatória aos militantes. foram 200. acho que nem o PCO mobilizaria só isso em sampa.
deu no que deu.
em 2005 estive em brasilia, com o sindicato da construção civil, filiado à CUT, contra o golpe midiático. foi muita gente pra rua! do jeito que tem que ser.
o papo é que pra ser de esquerda não basta dizer que é. tem que se garantir.
e uma esquerda que não se garante nas ruas, espera ganhar aonde? no supremo do gilmar mendes, no legislativo do calheiros ou do sarney ou na TV dos marinho? Ah, já sei. tá esperando o braço amigo dos aliados da camargo correia, odebrecht, oas. Que já devem estar doidos pra ver o PT pelas costas.
vanguarda agora é um conceito demodé? havia uma juventude popular na rua e ela não estava hostilizando nenhum partido. a vanguarda era eles pq a esquerda tá com medinho da rua. só ficou do lado dos coxinhas quem quis.

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    Felipe Martins em 21/06/2013 - 17h26 comentou:

    Acho que entendi o que você quis dizer… O MPL foi protestar por uma redução nas passagens e o PSDB e o PT ficaram quietinhos esperando a poeira baixar. Aquilo que aconteceu na paulista só aconteceu por que o PT não foi pra rua desde o primeiro dia (digo o PT por que tal partido sempre teve orientação popular e todos esperavam que fosse pra rua, já o PSDB… deixa quieto). Agora mobilizar no último só pra sair na foto? Digo e repito, agressão aos militantes jamais!, contudo tinha uma pontinha de oportunismo ali sim.

Old Bull Lee em 21/06/2013 - 06h51 comentou:

Ae Morena, ocorre que a maioria da populacao nao e "de esquerda" (alguem ainda fala assim?), e que voces erraram feio ao acreditar que, ao aticar o povo contra a policia do Alckmin, ganhariam a simpatia da rapeize. E ate bom mesmo tirar o bloco da rua, porque grande parte dessa galera do mal que vem incendiando as coisas e do(s) seu(s) partido(s). Logo, quando a populacao notar que as manifestacoes ficaram mais pacificas sem voces, melhor ainda. Quer um conselho? Nao? Ok. Tchau. PS – sorriso amarelo hein?

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GGR em 21/06/2013 - 10h02 comentou:

Hoje minha filha me perguntou: "papai, por que as pessoas estão destruindo o nosso país?"

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    Pedro Pereira em 21/06/2013 - 18h40 comentou:

    Cara, você respondeu ela? Por que eu também estou angustiado pra saber.

    fernando em 23/06/2013 - 14h11 comentou:

    Leve-a a algum hospital, a alguma escola publica e ela vai entender que ele já vem sendo destruído…

Oswaldo em 21/06/2013 - 10h20 comentou:

Cynara, quero acreditar que seja tempo de evitar essa desestabilização. Mas não há certeza alguma neste instante. Tenho lido pessoas que tem uma posição de direita celebrarem os acontecimentos de ontem. As imagens de Brasília não poderiam ter sido piores. Há brasileiros fora do país dizendo que a imagem do país desmoronou. Por mais que se repita que vivemos um regime de liberdade, a imprensa internacional tem noticiado as manifestações com o tom de "primavera brasileira". Alguns estão apenas preocupados. Opositores do governo petista celebram afirmando que "a festa acabou". Defensores do governo petista lamentam que a posição internacional do país construída nos últimos anos tenha sido profundamente abalada em poucos dias. O Wanderley Guilherme dos Santos (que em 1963 escreveu o texto "Quem dará o golpe no Brasil") soltou, nesta quinta, um pequeno artigo avaliando que tem "um cheiro estranho no ar". Os movimentos que fazem a crítica ao governo petista pela via de esquerda tem sua dose de responsabilidade: optaram pela utilização de uma ferramenta que favorece uma fácil adesão para manifestações de massa e acabou contribuindo para que a direita fosse às ruas usando a seu favor a retórica "sem partido". Despertaram um sujeito político que se declara apolítico, mas tem simpatia por posturas autoritárias e soluções que simplesmente sirvam de resposta aos descontentamentos. Optaram pelo quantitativo e já estão lamentando os "ares fascistas" que dominaram a Avenida Paulista. A Globo fez uma cobertura preocupante: não reportava as violências que os movimentos de esquerda sofriam e apenas exaltava que em São Paulo estava acontecendo uma "festa linda!". Contrastavam a imagem da "festa linda" de São Paulo com os ataques ao Palácio do Itamaraty em Brasília. No melhor dos casos conseguiram apenas animar a direita que tem partido a acreditar numa vitória sobre Dilma Rousseff. No pior dos casos, acabamos de ter uma demonstração que uma direita obscura está disposta a sair do subterrâneo e das redes sociais.

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Antonio Morais em 21/06/2013 - 10h39 comentou:

O gigante acordou … e também um troll.

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Odemello em 21/06/2013 - 10h57 comentou:

Prezada Cynara (e meu dileto amigo Fidalgo, que sei seu leitor),
gosto da sua coerência, capacidade de organizar e expor suas ideias.

Todos os dias o ônibus em que volto do trabalho tem de passar por um viaduto há muito saturado, perigosíssimo, cuja duplicação é evidente, reclamada por todos e planejada há pelo menos 20 anos. Há dez vem se falando, de forma concreta, nessa duplicação. Há cinco ela vem sendo planejada. Há três já existe até verba disponível para a obra e recentemente prometeram que ela seria iniciada "em 60 dias". Talvez seja, e levará mais uns dois ou três anos para ficar pronta, com custo muito acima do previsto e com certeza mal feita, cheia de falhas e ultrapassada…

Se eu fosse protestar, talvez eu empunhasse um cartaz exigindo a construção desse viaduto, JÁ! E com qualidade, dentro do preço originalmente estipulado, feito pra durar e atender às necessidades a que se destina.

Comecei ignorando essas manifestações. Depois as ironizei, mas nunca fui contra. Hoje procuro entender o que está acontecendo, à luz do que penso e constatando que estamos em meio a um acelerado processo histórico. Percebo, por exemplo, que há muito não são mais 'manifestações', mas cada vez mais uma única manifestação. Que vem ocorrendo com coerência, de modo geral pacífica, em horários e locais que causam transtorno mas não paralisam as cidades muito mais do que elas já são paralisadas. Ou seja, estamos diante da cidadania se expressando, das pessoas se dirigindo à 'ágora' para exigir seus direitos.

Não há mais com quem negociar. Há que fazer. Os governantes municipais, estaduais e federal estão se sentindo acossados? Então, que ajam. Tirem imediatamente da gaveta os planos e projetos de governo tão aplaudidos por aqueles que os elegeram, e os coloquem em prática AGORA, JÁ!

O que se está dizendo nas ruas é: parem de enrolar, de embromar, de empurrar com a barriga, de deixar como está para ver como é que fica. NÃO NOS ENGANEM, QUE NÓS NÃO GOSTAMOS! O que está acontecendo no Brasil, neste momento, segue o curso histórico do que ocorreu na Espanha, em Nova Iorque (e um pouco nos países árabes, embora ali houvessem tiranos e derrubar). Só que numa dimensão mais ampla, num momento de grande visibilidade do país, numa nação que se afirma no planeta.

E é aqui que eu quero chegar: Stefan Zweig escreveu o livro-profecia "Brasil, País do Futuro"; Afonso Schmidt replicou nesse sentido, com o Zanzalá sediado em sua Cubatão; Darcy Ribeiro pregou, com paixão envolvente, a predestinação histórica do povo brasileiro. Desses e de outros do mesmo quilate não temos mais porque ironizar.

A catarse que está nas ruas clama por um definitivo JÁ! brasileiro e, por reprodução globalizada, planetário. Um JÁ! voltado a um novo modelo de civilização (e de práticas), pois a que temos hoje, calcada no individualismo e no poder ilimitado do mais forte/mais esperto, definitivamente não deu certo; está vivendo seus estertores.

'O que fazer?', já se perguntou tanto. Fazer tudo o que se sabe que é certo, ético, honesto AGORA! Como alguns já disseram, o que está acontecendo é apenas o começo. Não nos iludamos, se houver inação, não ficará pedra sobre pedra. A menos que aqueles que ainda detêm parcelas de poder constituído tomem a frente e façam as coisas acontecerem JA! O mesmo vale para nós, cada um de nós!

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daisy em 21/06/2013 - 12h05 comentou:

penso que deveriam dar 'um tempo' no 'vá pra rua' e sim encher a caixa postal do congresso nacional exigindo que os 'representantes' parem de enrolar o povo e cumpram sua obrigação constitucional …

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    Fátima Amorim em 21/06/2013 - 17h02 comentou:

    Concordo com você, é disto que precisamos,que caiam as mascaras e que os nossos representantes trabalhem de verdade, pois não somos mais aquele povo que vivíamos manipulados.

eric em 21/06/2013 - 12h19 comentou:

Sou seguidor do seu blog há mais ou menos um ano. Até agora essas manifestações não me motivaram à saiar as ruas. E olha que isso era algo que esperei durante anos. Mas, de tudo que se falou até agora, tem algo que está passando despercebido. A criação da lei que inibe a criação de novos partidos. Na minha opinião se essa lei for aprovada, coloca o país num beco sem saída e assassina a democracia representativa em que “vivemos”. Ainda mais, colabora também para que as pessoas busquem alternativas, como a criação de grupos radicais e manifestações, uma vez que a maior característica desse movimento é a “falta de afinidade política com os partidos atuais”. Por gentileza, peço que avalie o tema e escreva um post a respeito.

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Miriam em 21/06/2013 - 12h53 comentou:

Temos que fazer OUTRA manifestação!!! Não é possível que isto fique assim!!

Responder

Oswaldo em 21/06/2013 - 14h26 comentou:

Helena Chagas, Demita-se (texto do jornalista Ruy Martins, que se encontra fora do Brasil, sobre a repercussão internacional das manifestações)
http://blogumlugar.blogspot.com.br/2013/06/helena

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Savio em 21/06/2013 - 14h36 comentou:

O que povo luta e justo, as bandeiras são as mesmas levantadas pelo PT quando ainda clandestino (eu participei de fundação de núcleos em Contagem (MG), e durante os primeiros anos, a unica novidade e contra a PEC 37, que foi uma maneira de fugir aos julgamentos.

Responder

Bernardo em 21/06/2013 - 15h29 comentou:

Penso que o erro no passado foi ter escolhido um líder, que como todo ser humano, tem defeitos, é corrompível, tinha interesses próprios e egoístas, como no caso do Collor e tantos outros.

A história não deixará este caso se repetir. NÓS não deixaremos acontecer de novo.
O mundo mudou, a mentalidade mudou, acompanhem isto!
Os extremistas, que considero atrasados, vivem no passado, polarizadores de opinião, insistem em tomar posse da causa que é de todos.
E a mídia adora isso e usará essa divisão contra nós mesmos.
Aí sim, teremos espaço para um golpe contra o povo.
O ato de defender as ideologias polarizadas pela história do Brasil já é o ato de alimentar esse sistema falido.
Chamar o manifesto de fascista, protestar contra, criar intrigas, isso sim é um ato fascista.
Tentar impor sua ideologia radical num país como esse é loucura!
Assim como a que a Globo quer!

NESTE MOMENTO não precisamos de líderes, como o Collor ou nenhum outro.
O protesto não é contra a Dilma, contra Aécio, contra sei lá quem esteja lá, única e exclusivamente.
Queria que a luta fosse contra o sistema e a mentalidade instaurada na população, e pra isso o nosso líder deve ser o próprio POVO.
A luta é pela democracia, justiça e moral!
Quando conseguirmos isso de volta, os problemas todos do país irão de consertando aos poucos.

Por isso a máscara que alguns usam, a de Guy Fawkes.
A máscara é justamente para esconder que na verdade a causa é de TODOS! É minha, é sua, é do seu pai, é do seu filho, é de todas as classes, credos, pensamentos.
Um único rosto contra o sistema.

Além disso, o vandalismo é inevitável, pois ele é símbolo da raiva contra este sistema.
O ato de achar o vandalismo contra o sistema algo ruim foi justamente inserido em nós pelo próprio sistema.
Não que eu aprove, mas é inevitável.
E não me venham dizer que pensar assim é pensar como a esquerda, pois não é! Isso é ser humano, justo e solidário.
Ficar nessa briga pelos holofotes é que pode sim levar ao pior, uma ditadura fascista de direita, ou mesmo de esquerda.

Não quero direita, nem esquerda.
QUERO IR PRA FRENTE!

E isto em si, considero que é uma nova ideologia.
É a que eu defendo e é a que sonho muito que as pessoas refletiam a respeito.

Responder

    giovanni em 23/06/2013 - 00h10 comentou:

    como que 190 milhoes de pessoas vao governar um país sem representantes?

Felipe Martins em 21/06/2013 - 16h22 comentou:

O MPL vai as ruas, chama a galera via redes sociais, que comparece timidamente no primeiro dia.
Novo protesto e mais gente vai.
A polícia reprime e a mídia dominante apoia a repressão.
Os blogs de esquerda são a favor da manifestação e contra a repressão (vi gente falando "o que é um vidro de metrô?").
Novo protesto, instaura-se a praça de guerra no centro de São Paulo. (novamente: "Tem que incomodar a burguesia de Higienópolis que anda de carro, por que o povo já sofre demais").
A polícia é crucificada com razão e esquerda e a direita gostam do que veem (é ai que o Jabor "muda" de opinião).
Nova manifestação e a galera vai aos milhares pra rua.
A esquerda diz que o motivo é um e a direita diz que a motivação é outra.
Sem um norte o povo fala o que quer na rua. Estão contra tudo. Até contra os partidos de esquerda.
A direita adota o movimento e a esquerda começa a torcer o nariz.
Depois do que aconteceu na paulista ontem (20/06/13) o movimento é de nacionalistas extremistas e reaças.
Agora tem blog de esquerda querendo reprimir novas manifestações.
No fim das contas foi um movimento que só tinha a intenção de obter a redução da tarifa.
Parabéns MPL. A esquerda tem um pouquinho ainda a aprender.

Responder

KWSN em 21/06/2013 - 16h41 comentou:

Olá Cynara, acompanho seus tweets e seus posts aqui de tempos em tempos. Espero que tenha a paciência de ler o meu comentário 🙂

Fico envergonhado ao ver movimentos sociais sendo vaiados dentro das manifestações. Fico envergonhado de ver pessoas sendo obrigadas a baixar suas bandeiras em um Estado que deveria ser democrático.

Porém acredito que possa estar faltando um pouco de "tato social" dos membros partidários. Veja, não quero tirar o mérito de grupos como o MPL nestas manifestações, porém a grande massa não saiu de casa por causa de problemas com o transporte público.

A grande massa saiu de casa pela revolta, revolta ao perceber que grupos como MPL foram expulsos da rua pela violência da polícia, revolta pelos comentários de Alckmin dizendo que a polícia agiu corretamente, revolta pela falta de pronunciamento da nossa Presidente, revolta pela descoberta de muitos que a grande mídia brasileira mente descaradamente, ou seja, simplesmente REVOLTA. E esta revolta cresceu de maneira exponencial a medida que vídeos e comentários eram passados pelas redes sociais, porém o tempo passou e continuou apenas isso, revolta.

Não pode-se esperar que a grande massa que saiu às ruas seja politizada, não são…não somos. A grande maioria ainda não compreende política e alguns dias nas ruas não são o suficiente para politizar essa enorme quantidade de gente…com relação à política somos como crianças birrentas, só sabemos gritar, reclamar mas não sabemos para onde vamos, o que devemos fazer e como devemos fazer e dependemos MUITO de pessoas como você, dependemos muito de movimentos como o MPL, e a notícia que vocês pretendem "abandonar" este grupo em meio a isso me deixa muito preocupado.

Quando mencionei "tato social" foi justamente por vocês estarem exigindo demais de um povo que está ignorante à política há muitos anos. A briga inicial pode ter sido com o PT e o PSDB, infelizmente porém outros partidos menores como PSTU ou até mesmo o PSOL são vaiados em meio a multidão justamente porque essa criança birrenta não se sente representada hoje por nenhum partido. O "tato social" seria necessário para perceber que neste momento enérgico de pura revolta talvez não seja o momento ideal para levantar bandeiras partidárias. A criança birrenta ainda não entende o porquê da necessidade dos partidos nestes movimentos, pelo menos não ainda, dependemos que vocês aos poucos nos ensinem a política da coisa.

A mudança tem que vir de dentro e eu torço para que partidos que brigam há anos nas ruas sejam os responsáveis pela mudança na cabeça do povo. Temo pelo futuro pois já temos alguns partidos querendo se aproveitar da situação (basta ver algumas propagandas que já passam na TV aberta responsabilizando apenas a Dilma pelo caos) e espero que a criança birrenta não cresça sob a tutela desses aproveitadores.

Responder

    maria azevedo em 25/06/2013 - 23h36 comentou:

    POR QUE O SEM PARTIDO?
    Não sou cientista política, nem socióloga, nem antropóloga, mas vou ousar refletir sobre as críticas aos manifestantes. Ufanismo, patriotismo, pacifismo, patricinhas, coxinhas, oba-oba, desfile cívico, vândalos, desordeiros, direitistas, etc. Tem tudo isso na rua mesmo, excerto do que existe no país. Se são a maioria onde está a falha?
    Claro que têm reminiscentes e herdeiros da ‘marcha dos cem mil’ em favor da ditadura. Tem neo-nazistas querendo barbarizar, tem patricinha passeando sem a menor noção de nada.
    O movimento começou na classe média, entre os estudantes e de repente se expandiu para todos os setores, trazendo pra rua gente que hoje estaria apenas preocupada com a seleção brasileira.
    A crítica mais comum é ao fato de os manifestantes rejeitarem completamente os Partidos Políticos. Concordo que isso é perigoso, pois não há democracia sem partidos. Sem organizações populares, movimentos, sindicatos; retrocederemos à ditadura. Mas por que não há autocrítica dos partidos sérios e comprometidos dos motivos dessa rejeição extrema? Por que nenhum partido de esquerda conseguiu perceber o ponto de ebulição? Quantos estavam preparados para esse momento?
    A maioria deles estava acomodada em seus aparelhos burocráticos, usando a mesma retórica; recusando-se a atualizar suas discussões, a buscar entender os mecanismos da sociedade contemporânea, a rever seus métodos de luta. E isso não significa rejeitar todas as teorias revolucionárias tradicionais, mas evoluir a partir delas.
    Por que o povo só aceita a bandeira brasileira e despreza a dos partidos? São todos ufanistas reacionários? Não creio, há milhões indo pra rua. Repito, não sou socióloga, mas percebo que não se sentem representados por nenhuma organização, nem mesmo as de esquerda. Fizeram um auto-movimento, caótico e com os símbolos que tinham em mãos, a bandeira nacional, máscara referente a um cara que queria explodir um parlamento (mais simbólico que isso?), camisetas brancas (que pode ser as usadas pela elite nas passeatas pela paz ou um forte desejo de limpeza _ Freud poderia explicar).
    Não há saída, temos que construir novas formas de fazer política e sair do marasmo que todos nós, sem exceção, mergulhamos. Não dá pra ignorar mais a juventude que está nas ruas. Os partidos progressistas não podem mais ficarem choramingando a rejeição. A sociedade brasileira se pos em movimento, é a chance de aproveitarmos esse abalo, sacudirmos nosso bolor e nos empenharmos em novas organizações (ainda que partindo das existentes).
    “Políticos profissionais de todos os países estremecem de secreto horror ao simples pensamento de
    que possa ser levado a sério o dito: ‘Nós somos o povo’. Onde se chegaria , se o povo tomasse ao pé da letra o tão proclamado direito a auto-determinação?” (Hans Magnus Enzensberger – poeta alemão)

Bacellar em 21/06/2013 - 17h08 comentou:

O monstro acordou. O petroleo é deles. Fez agua nosso bote.

Agora é se articular enquanto ainda é tempo pra reafirmar a democracia. Apelar ate para os tucanos que sao democratas de fato. Unir completamente a esquerda, da moderada a ultra-extrema.

A direita pode nao ser brilhante mas tem seu motor alimentado pelo grande capital transnacional. Isso significa midia, armas, comunicacao, militancia paga, magistrados, etc. Numa luta de Davi e Golias Davi nao pode se dar ao luxo de disperdicar suas pedrinhas. Coragem!

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GGR em 21/06/2013 - 17h18 comentou:

Por que causou mal-estar a presença de estandartes de partidos na passeata? Por razões óbvias Uma delas é a crítica aos partidos que aí estão (crítica não significa que o pluripartidarismo partidário deva ser extinto; mas tem que haver mudanças grandes). Outro aspecto é que havia um acordo implícito entre milhares de pessoas que NENHUM partido se manifestaria ali, por razões que conhecemos. Todos os demais partidos compreenderam e ficaram quietos, respeitaram o desejo da massa. Agora, um grupo chega com bandeiras do PT, indo contra a lógica e regras informais da manifestação e insistem em se impor contra a lógica do grupão. Sou contra os agressivinhos incontidos, mas, ao querem forçar a barra, os que levavam bandeiras estavam querendo provocar só pode! Não adianta vir com rótulos como "ditadura", "direita", "facismo".

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Maria em 21/06/2013 - 17h23 comentou:

Tem razão, não são só os 20,00 centavos: é o ódio de ver o pobre melhorar ,é o novo estatuto das empregadas, enfim, tudo o que preocupe esses "revolucionários" de smartfone.

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José Eloízio em 21/06/2013 - 17h43 comentou:

UM novo fascista emerge: o fascista das redes sociais. Dotado de pouca leitura, intolerante até a alma, nacionalista de expediente, oportunista do caos; que agora espera o "Líder" tropical. Precisamos reagir a altura ou será tarde demais. A marca dos nazistas eram os espetaculos grandiosos e terrificantes, porém existia ainda um partido. Aqui, é bem pior. Sequer são tolerados. O que sobra? a bárbarie, que forma o caldo de cultura e festa a extrema direita, que aguardo esse líder, mesmo que seja fardado.

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Bruno Ribeiro em 21/06/2013 - 18h01 comentou:

Ontem fui à concentração da marcha em Campinas para observar o movimento e sentir o clima. Logo na chegada me deparei com uma faixa enorme com a inscrição "Joaquim Barbosa Presidente". Um pouco adiante, um grupo escrevia ali mesmo, em cartolina, palavra de ordem reacionárias, carregadas de ódio e preconceito contra minorias. Destaco algumas: "Chega de sustentar vagabundo! Pelo fim do Bolsa-Esmola!", "Feliciano, tira a Dilma do armário!" e "Políticos não servem para nada, fechem o Congresso". Muitas outras faixas e cartazes como estes circulavam na multidão – quase todos nas mãos de pessoas vestindo camisetas brancas e portando a bandeira do Brasil. Senti um arrepio correr a espinha e uma certeza se apossou de mim naquele instante: a extrema direita integralista está infiltrada no movimento, que começou a perder o controle após o dia 13 e hoje está totalmente entregue à horda de vândalos fascistas. O combustível que está alimentando a violência dessa direita que prega o fim do Estado democrático é a massa de manobra formada pelos inocentes úteis da esquerda radical, dos jovens de classe média alienados que estão indo para as ruas como quem vai para uma festa da faculdade, e de marginais sem perspectiva, desempregados, viciados, que encontraram a ocasião perfeita para extravasar o ódio que sentem do mundo, de tudo e de todos. Essa combinação explosiva depredou todo o centro de Campinas e deixou dezenas de feridos. Não podemos compactuar com essas manifestações. Elas levam a um caminho obscuro de instabilidade política e econômica. Se o grosso da massa não sabe o que está fazendo, grupos minoritários e extremamente perigosos estão tratando de conduzir a multidão amorfa para a criação de um cenário de caos e violência insustentável cujo alvo é o governo e a própria democracia.

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Suzane em 21/06/2013 - 20h21 comentou:

o movimento não quer ver partidos capitalizando sobre a revolta popular. muito menos o PT, que ao chegar ao poder aderiu e ainda aperfeiçoou os métodos da corrupção, dos altos custosda máquina governamental e do favorecimento de "uns e outros". Cai fora, PT, esse descontentamento inclui vocês!

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Garoeiro em 21/06/2013 - 20h48 comentou:

Caríssima Jornalista,
Excelente!
Você está revelando a verdadeira face do inimigo!
Estou repassando!
Esse troll é a verdade de nosso iminente massacre!
Acrescentei: "Fascismo eu combato até morrer!"
Garoeiro

Responder

Claudio em 21/06/2013 - 20h49 comentou:

Para virar o jogo

Diante da crescente tensão social que estamos a vivenciar, independentemente de quais sejam suas reais origens, me parece que a melhor cartada política que Dilma poderia brindar a nação seria vir a público para reconhecer a justeza das reivindicações dos manifestantes (repudiando a violência e a intolerância, é claro). Ato contínuo, e para dar vazão a essa súbita onda de insatisfação, convocar uma consulta popular direta, um PLEBISCITO para que todos possamos dizer se queremos ou não a eleição de uma CONSTITUINTE EXCLUSIVA, com direito inclusive a candidaturas avulsas e emendas populares. Para reformar democraticamente todas as instituições do país, refundar a república, prevendo-se a revogação de todos os atuais mandatos eletivos e eleições gerais ao final do processo constituinte, depois de referendada a nova Carta pelo voto popular.

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Claudio em 21/06/2013 - 20h49 comentou:

Revogação nas três esferas de governo; nos executivos e legislativos; e também no STF). Tal proposta atenderia simultaneamente a TODAS as reivindicações manifestadas e alçaria a disputa político-ideológica a outro patamar, mais elevado. E a Ela sairia dessa "crise" por cima, demonstrando desapego ao poder. E a direita quedaria perplexa, com o golpe midiático-internético, ora em curso, frustrado. Seria um xeque-mate. Uma cartada decisiva como essa exige coragem e uma visão abrangente do momento histórico que estamos vivendo. Ao fim e ao cabo, confio, venceríamos.

Façam com que se aperfeiçoe e se multiplique essa ideia. Para o bem da democracia e do povo brasileiro.

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    mizael em 22/06/2013 - 12h16 comentou:

    Revogação de que? Não entendi.

Messias Macedo em 22/06/2013 - 02h11 comentou:

… A presidente Dilma Vana Rousseff – mais uma vez – encheu de orgulho o coração de cada e de cada uma verdadeiro(a) brasileiro(a); a presidente teve a sabedoria de transformar, digamos, um limão 'estupidamente' azedo em uma saborosa, nutritiva e revitalizante limonada: quanto frescor e naturalidade em suas palavras que exalam o odor da sinceridade e da honestidade intelectual… E os espinhos torpes e covardes da tortura em plena mocidade, a florir, hoje, 'os nossos lares, nossas vidas'!…

(… Os golpistas estão absolutamente vergados: "os cacos" da destruição devem ser recolhidos ao alforje surrado e decrépito desses que – mais uma vez – conspiraram contra as flores!…)

RESCALDO: o *Alexandre Garcia não deverá dormir essa noite: ruminando o ódio para destilá-lo amanhã, logo cedo, através dos seus indefectíveis e agourentos comentários!…
*O Alexandre Garcia é um 'jornalista amigo dos patrões Marinhos' e *ex-porta-voz da ditadura militar no Brasil. O boçal A. Garcia "da 'grobo'" exerce também a função estratégica de, digamos, capilarizar o PIG! Todas as manhãs, comentários deste senhor são difundidos por todos os rincões do país, através das ondas potentes do Rádio!…
… Lá isso é jornalismo?!…

UM RECADO ESPECIAL: Ô PIG, "se orienta": uma mulher que – na juventude – foi covardemente torturada pelos 'milicos' do *ex-porta da ditadura militar… Essa mulher que resistiu heroicamente a todo o tipo de torturas nos sórdidos porões do DOPS "dos Frias da 'ditabranda'" (sic)… Enfim, esse exemplo de mulher e de cidadã, iria ter medo das caretas dos covardes e fracassados golpistas de sempre?!… "Se liga", PIGolpista/terrorista/antinacionalista!…

… Ah! Esse PIG!…

BRASIL NAÇÃO – em homenagem a egrégia, competente e intrépida brasileira presidente Dilma Vana Rousseff, **A Magnífica!…

LÁ VEM O MATUTO!

**… Oxente, 'o poste' "inté" parece o Sol, sô!…

EDUCAÇÃO SE TRAZ DO BERÇO! "… Nós brasileiros, que amamos o futebol, cinco vezes campeão do mundo, sempre fomos bem tratados em todos os lugares por onde acompanhamos a nossa seleção! Devemos, portanto, demonstrar a nossa educação para com os visitantes – ademais, retribuindo toda a acolhida a nós devotada!…" Dilma Vana Rousseff – em pronunciamento proferido em cadeia de rádio e televisão, noite de 21/06/2013

E viva o Brasil! E viva o honesto, sapiente, leal e impávido povo trabalhador brasileiro!

Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

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Guilherme Scalzilli em 22/06/2013 - 05h21 comentou:

Não em meu nome

Em Campinas, a manifestação tomou o centro da cidade. Mais de trinta mil pessoas. O clima inicial era pacífico, ordeiro, quase festivo. As primeiras bombas caseiras explodiram logo no trajeto à prefeitura. Apesar dos reiterados gritos de “violência não”, os sustos foram se repetindo, provocados por jovens risonhos com ares de traquinagem.

A aglomeração estancou diante do Paço, fragilmente isolado por cavaletes, cordas e fileiras de guardas municipais. Era impossível acompanhar o que acontecia na linha de frente, mas não houve repressão imediata, porque o ato continuou tranqüilo por cerca de uma hora. Então ressurgiram os estampidos inconfundíveis que nos acompanharam até ali. E barulhos de rojões e pedras lançados às vidraças da fachada do prédio.

A guarda reagiu. Veio apoio policial. Nuvens de gás se espalharam pelas ruas adjacentes, envolvendo a correria do povo assustado. O ardor no rosto e nos olhos era insuportável. Os focos de confusão prosseguiram, empurrando os manifestantes. Os coros pedindo calma foram substituídos por um burburinho apreensivo.

A tropa de choque da PM apareceu, com a brutalidade habitual, e o evento se transformou numa batalha. Fogueiras ardiam nos canteiros das avenidas. Lojas e bancas de jornal foram saqueadas, cidadãos agredidos e roubados por gangues de lenços nas caras. Às onze da noite o centro da cidade era uma ruína de escombros e lixo e fumaça.

Quem são os bandidos mascarados que transformam uma passeata reformista em cenário de guerrilha? Por que se dirigiram a um ato pacífico levando bombas e rojões? O que pretendem conseguir incendiando e depredando o espaço público? Quem os financia, os incentiva, os organiza? O que explica o fato de todos os ataques fascistas exibirem certos padrões comuns, desde as vestimentas dos imbecis até os seus métodos de provocação e ataque?

Essa violência não é representativa. Não é popular. Não é libertária. E definitivamente não é democrática. Chegou o momento de refletirmos sobre o que está acontecendo nas ruas do país. E de cobrar responsabilidades.
http://www.guilhermescalzilli.blogspot.com.br/201

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    morenasol em 22/06/2013 - 06h44 comentou:

    guilherme, excelente! vou compartilhar nas redes sociais

pocoyo fawkes em 22/06/2013 - 18h58 comentou:

pinheirinho é estabilidade?

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[email protected]_2 em 23/06/2013 - 20h05 comentou:

quando estarão nas ruas os estandartes contra a escandalosa, insuperável corrupçao e desvios de $$ publicos da Privataria TUCANA? Um dinheiro cujos valores superam na ordem das centenas, milhares de vezes o caixinha 2 do MENTIRÃO do JB?

É uma VERGONHA!

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José Paulo em 23/06/2013 - 20h37 comentou:

Tá muito "engraçado" e "provocativo" o post, mas só isso…

"Querem?" – Quem?
"Desestabilizar?" – Como? o que está estável?
"compactuar com isso" – isso o o que??

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Fabricio em 25/06/2013 - 17h32 comentou:

Como é bom, ver pessoas achando culpados. Até parece que, foi a Dilma, o Lula quem roubou o Brasil, é fácil colocar culpa, mas, olhar para a própria ferida é muito difícil. O DEM em Brasília, o PSDB BH, o Mensalão, meus amigos que roubam no IR, outros que pegam notas de Taxi em branco, nota fiscal de jantar acima do que foi consumido, para ser reembolsado, outros amigos que usam Gato NET ou Sky Gato, está tão lindo. Agora, como que uma pessoa que mete a mão no IR pode cobrar alguma coisa de "políticos corruptos". Se você pensa que tem direito de meter a mão no IR, pq paga muito imposto, imagina se você tivesse lá em cima e próximo a você uma quantia de milhões, rsrsrsrsr, será? Ou daria um de santinho, hum….. Coloquei o IR como exemplo, mas sao vários outros exemplos que demonstram nossa fraqueza. Desculpe,, olhemos pra nós primeiros. Tenho certeza que terão vários comentários me criticando, pq a verdade dói. Fiquem com Deus.

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João Cirino Gomes em 02/08/2013 - 16h47 comentou:

A escravidão ainda existe e não disfarça, só não existe a distinção, da cor, da crença, ou da raça.
Enquanto existir a lei de imunidade, o foru privilegiado, e o eleitor continuar sendo obrigado a votar sem saber como funciona uma eleição; pouca diferença existira entre os brasileiros e os homens das cavernas!

Não credite o voto obrigatório, não é uma atitude democrática, não acredite no fim da escravidão, não acredite que acabou a ditadura, não acredite na estória da nossa independência; depois das alianças entre partidos, não acredite que existe partido político de esquerda, ou de direita; não acreditem na honestidade dos que criam emenda na lei para se beneficiarem, não acreditem no falso slogan, ordem e progresso, da Bandeira Nacional!

Por acreditar e se submeter a mentiras da minoria, a maioria continua escravizada.

Atualmente as ordens são para os humildes, e o progresso para os hipócritas e demagogos!

Enquanto não tiver fim a lei de imunidade e o foru privilegiado, a população humilde continuara sendo oprimida e enganada; e o poder continuara nas mãos dos mesmos espertalhões.

Abaixo assinado pelo fim da imunidade:> http://www.peticaopublica.com.br/?pi=Janciron
ESTE É O PRIMEIRO PASSO PARA TERMOS UM PAÍS DEMOCRÁTICO, COM DIREITOS IGUAIS E JUSTIÇA SOCIAL!
Cuidado com quem negar estes fatos!

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justiça em 16/03/2014 - 04h18 comentou:

O governo tem todo o poder nas mãos,ou seja, promove ou elimina quem eles querem, portanto não percam os vossos tempo achando que vão resolver algo por que não vão, pelo contrário, talvez piore.
A mídia não ta nem ai para o que vocês pensam ou deixam de pensar, vocês são simplesmente consumidores, ou seja, clientes que consomem mentiras, prostituições, ganancias, criminalidade entre outros desrespeitos diante da familia Brasileira.

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aldo em 28/03/2015 - 22h51 comentou:

Os americanos querem desestabilizar o Brasil junto com esses idiotas que não quem deixa cresce o país..
Mais o povo brasileiro vai conseguir vence idiotas …

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