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A cruzada anti-aborto já começou

Enquanto o PSDB e o PT se digladiam pelo poder, os fundamentalistas já estão pavimentando o caminho para, novamente, mergulhar a disputa presidencial e o País no obscurantismo. E temo que nenhum dos dois partidos terá a coragem necessária para romper de uma vez por todas com a dependência, com fins meramente eleitoreiros, das lideranças […]

Cynara Menezes
23 de novembro de 2013, 12h53

Enquanto o PSDB e o PT se digladiam pelo poder, os fundamentalistas já estão pavimentando o caminho para, novamente, mergulhar a disputa presidencial e o País no obscurantismo. E temo que nenhum dos dois partidos terá a coragem necessária para romper de uma vez por todas com a dependência, com fins meramente eleitoreiros, das lideranças religiosas medievais, erguendo a bandeira do estado laico que a modernidade exige.

No último final de semana tive uma experiência sinistra. Entrei ao acaso no cinema para ver o filme Blood Money – O Aborto Legalizado. A curta resenha que li dizia se tratar de um documentário contra o aborto. Fiquei curiosa. Ao comprar o bilhete, pensei: “Deve estar vazio”. Qual não foi a minha surpresa ao descobrir que havia no máximo meia dúzia de lugares vagos na sala do Espaço Itaú, cinema onde normalmente entram em cartaz filmes considerados “cult”. Ou entravam, sei lá.

Vi o documentário inteiro boquiaberta. Para começar, não é um filme religioso, mas a religião aparece como subtexto todo o tempo: uma Bíblia na mesa aqui, uma cruz detrás do entrevistado acolá, uma imagem de Nossa Senhora com o Menino Jesus ao fundo… Para dar um verniz “humanista” à coisa, quem apresenta o documentário, dirigido por David Kyle, é a sobrinha de Martin Luther King, a pastora conservadora Alveda King, empenhada em espalhar a mentira de que o tio era contrário à legalização do aborto.

Alveda faz questão de ignorar que a viúva de Luther King, Coretta, morta em 2006, apoiou durante 23 anos não só o direito de a mulher decidir sobre o aborto como também o casamento gay. E que o próprio reverendo Martin Luther King, segundo historiadores, situado à esquerda do partido Democrata (a sobrinha cara-de-pau o pinta como Republicano), foi um dos apoiadores da Planned Parenthood, a organização sem fins lucrativos para o controle de natalidade que realiza o maior número de abortos nos EUA desde que a prática foi legalizada, em 1973 (leia um perfil de Alveda King na revista online Salon, aqui).

Nas telas do cinema, Blood Money tenta transformar a Planned Parenthood em uma entidade criminosa. O principal discurso do documentário, como já diz o título, é que a “indústria do aborto” rende milhões de dólares nos EUA, como se tudo não rendesse dinheiro na nação mais capitalista do planeta. Em seguida, o filme ataca pelo lado racial, ao demonstrar que a maioria dos abortos é feita por mulheres negras. Mas, em vez de dar a explicação correta sobre este fato –que isto acontece porque há mais negras pobres nos EUA e por isso mesmo mais sujeitas a abortar–, o documentário abraça a bizarra teoria de Alveda King de que, na verdade, os abortos seriam um “genocídio negro”.

Por último, Blood Money explora a ideia de que as mulheres são forçadas a fazer abortos e não optam por não ter a criança. Que não é uma escolha da mulher, como defendem os ativistas a favor da legalização, mas uma opção desesperada. E que isso causaria traumas para o resto da vida nas mulheres, estragando seu futuro e algumas vezes levando até ao suicídio. Para fechar com chave de ouro, recorre ao sentimentalismo, mentindo deliberadamente ao informar que fetos sentem dor no momento em que são abortados, o que não tem nenhuma comprovação científica, já que até as 24 semanas não têm as terminações nervosas totalmente formadas. Quando o filme acabou, várias mulheres choravam ao meu lado.

No Brasil, o filme foi lançado por uma produtora espírita, a Estação Luz, que antes da sessão que assisti exibiu o trailer do seu próximo lançamento: um documentário sobre a garotinha Vitória de Cristo, que nasceu sem cérebro, e que morreu aos dois anos de idade no ano passado. Três meses antes, em abril de 2012, a menina havia sido levada pelos pais ao Supremo Tribunal Federal, como símbolo contra a liberação do aborto em casos de anencefalia, que acabou aprovada pelo tribunal.

Nos EUA, o objetivo da peça panfletária é tentar reverter a decisão da Suprema Corte que legalizou o aborto. Por aqui, me parece haver três metas claras: primeiro, derrubar a decisão do STF sobre o aborto de anencéfalos, que o filme sobre Vitória irá reforçar; em segundo lugar, aprovar no Congresso o absurdo estatuto do nascituro, que estabelece pena de prisão para quem abortar e dá pensão aos filhos de mulheres que não abortarem, inclusive em caso de estupro; e, por último, influir na eleição de 2014 contra qualquer possibilidade de discussão da legalização do aborto no País como uma questão de saúde pública.

Saí do cinema com a sensação de ter, literalmente, visto esse filme antes. Mas sabem o que é mais assustador? Do lado de fora, uma fila imensa aguardava a próxima sessão.


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Vitória em 23/11/2013 - 13h08 comentou:

Deus que me livre! Pare o mundo que eu quero descer!

Será que já não atingimos a nossa cota de obscurantismo?

Responder

    Mauro em 24/11/2013 - 17h08 comentou:

    Você que escreve esse blog já fez quantos abortos? Você tem filhas? Elas já fizeram? Quantos?

    morenasol em 24/11/2013 - 17h15 comentou:

    é exatamente este o ponto: É DA SUA CONTA? sua mãe já fez aborto? sua filha? sua mulher? sua irmã? isso não é problema MEU. é problema da pessoa e o estado a única coisa que tem de fazer é prestar a assistência médica necessária.

    Xavier em 25/11/2013 - 09h08 comentou:

    É da minha conta, sim. É da nossa conta, sim. É da conta de toda a sociedade. Vivemos em uma comunidade humana que se estrutura em leis. Uma das principais é não matar; outra é garantir o direito à vida de qualquer um. Senão é a barbárie. Assassinato não é um direito humano. Assassinato é a barbárie. E aborto é assassinato. Sumário, perverso, sem julgamento e sem chance de defesa para a vítima. é o pior crime que um ser humano pode cometer. É a barbárie. O dever do Estado é proteger os filhos do seu solo, e não auxiliar a matá-los, a exterminá-los.

    É da minha conta sim! quando uma mulher ou um homem pertencente à minha sociedade quer assassinar o próprio filho.

    leo em 25/11/2013 - 11h03 comentou:

    Eu sou ateu, mas sou contra uma mãe ter o direito de escolher ceifar uma vida. Independente de tempo de gestação, o aborto é uma pena de morte. Engraçado pessoas serem contra pena de morte ou da diminuição da maioridade penal e ser à favor do aborto, muito engraçado mesmo.

    Luciano em 25/11/2013 - 01h11 comentou:

    É da conta de cada um. Típica pergunta de conservador coxinha. To de saco cheio desse pessoal que não fala logo "sou contra pq sou religioso"

    cristian em 27/11/2013 - 15h19 comentou:

    Igual esse povo que não fala logo: sou a favor por que sou esquedista, por que todos os meus outros argumentos não se sustentam racionalmente.

Manuel em 23/11/2013 - 13h22 comentou:

Quem é contra o capitalismo tem que ser contra de verdade. Não entendi ver você (socialista e comunista) não se mexer contra a indústria zilionária do aborto humano. Pois a Planned Parenthood e várias outras são empresas capitalistas riquíssimas…
Muitas coerências são colocadas à prova neste debate.

Responder

    JP Silveira em 23/11/2013 - 18h40 comentou:

    Igrejas também são empresas capitalistas riquíssimas – vendem bens de salvação, bro! Líderes religiosos também são empreendedores riquíssimos. Deputados da bancada religiosa também são políticos profissionais riquíssimos e por aí vai.

    morenasol em 23/11/2013 - 21h58 comentou:

    edir macedo é um dos homens mais ricos do brasil. a igreja católica é milionária. mas o amigo manuel acha que a culpa de algo dar dinheiro é da instituição, não do capitalismo em que está inserida…

    Manuel em 23/11/2013 - 22h35 comentou:

    Não citei que a igreja católica não seja nem capitalista, nem milionária.
    Mas como a indústria abortista norte americana é, vcs socialistas deveriam ser contra o aborto.

    Manuel em 23/11/2013 - 22h38 comentou:

    Enfim… Sou a favor da vida!
    Independente da situação.

    Luciano em 25/11/2013 - 01h08 comentou:

    Caiu a sua máscara. Então não vem com esse papinho furado, Manuel, de capitalismo e socialismo. Estamos falando de um problema que em vários países, incluso o Brasil, é de saúde pública.

    Samuel em 25/11/2013 - 13h35 comentou:

    "Caiu a sua máscara"?A única coisa que eu vi, foi o Manuel começando um assunto e vocês desviando(como sempre)…O fato da Igreja ser capitalista não diminui o fato da Planned Parenthood também ser..fala sério, voces não opinam, voces competem.

    Carlinhos Marx em 01/12/2013 - 20h29 comentou:

    A "elite" tem acesso a educação e métodos preventivos de qualidade. Aborto livre não passa de profilaxia de filhote de pobre, mas esperar que socialista entenda isso é como esperar que a chuva caia pra cima.
    A não ser, claro, os líderes e midiáticos, que lucram muito com essas ideias…

    Bruno em 02/05/2014 - 16h13 comentou:

    Saúde pública? kkkk Eu diria controle demográfico.

    Lucas Ricardo em 25/11/2013 - 13h13 comentou:

    O que tem a ver Socialismo e Capitalismo com a questão do aborto??? Ou você é um lunático que não sabe que aqui no Brasil 1 em cada 7 mulheres fazem abortos, e que por ser ilegal o valor pago (para quem pode) é infinitamente maior que nos EUA?? …mas claro que você não sabe disso afinal se vc não vê o problema ele nao existe certo ?? Viva no seu mundo de fantasia, mas a realidade é outra…o fato de não legalizar o aborto não impede que as pessoas abortem, na verdade paises que legalizaram a certo tempo veem os indices de aborto diminuirem ano a ano…enfim é perder tempo com alguem que vive no mundo de faz de contas e não enxerga a realidade…Você é a favor da vida??? no Brasil nos abortos clandestinos morrem mãe e feto…e dúvido muito que a mulher desesperada pela incapacidade de cuidar do filho, pense em não abortar por ser proibido ou não…e nem que o número de aborto iria aumentar fosse esse legalizado….vá estudar meu caro

Ana em 23/11/2013 - 14h43 comentou:

Sou contra a legalização do aborto, mas sou contra pois acho que uma mulher que engravida tem sim o direito de escolha, quando opta por usar ou não usar os métodos contraceptivos. Se ela não usou nenhuma forma contraceptiva e engravidou, é apenas uma consequência da falta de cuidado que ela tem com si mesma. Gravidez além de ser prevenida com anticoncepcionais também podem ser prevenidas com camisinhas, e se ela não usou camisinha além do risco da gravidez tem o risco de pegar dsts. Isso não seria irresponsabilidade?? Para mim, quando uma mulher aborta, ela não quer é assumir a consequência do seu ato, que foi o de não se prevenir, ela teve o direito de decidir sobre o corpo dela, mas preferiu não se prevenir.

Responder

    Samuel em 23/11/2013 - 17h46 comentou:

    visite em uma favela, converse com as pessoas e entenda o porque não se usa preservativo.
    converse com moradores de rua também.

    falta educação, portanto a gravidez muitas vezes é descoberta no susto.
    e lá se vai a mulher para uma clinica clandestina correr risco de vida ou então criar o filho indesejado pra vender doces no semáforo.

    Raquel em 23/11/2013 - 18h32 comentou:

    o problema é a pobreza, então… o aborto não resolve isso. Tem que melhorar a educação, a saúde, e não apenas querer legalizar o aborto.

    Ronaldo em 25/11/2013 - 13h51 comentou:

    realmente, tem que melhorar a educação e a saúde, além de legalizar o aborto. a legalização do aborto é só uma das ações necessárias.

    Tiago em 23/11/2013 - 22h06 comentou:

    legalizar o aborto, nesse caso, não seria encobrir um problema de luta pela educação? pq é mais fácil lutar a favor do aborto do que pela melhoria da população, em que não saber sobre métodos contraceptivos é apenas uma fração mínima dos seus problemas…

    Francisco em 25/11/2013 - 15h56 comentou:

    Falta educação?
    Mas usar celulares modernos e redes sociais com todos os seus recursos todos aprendem fácil.

    Cinthia em 23/11/2013 - 18h42 comentou:

    Esqueceram de te avisar que métodos contraceptivos falham (e é muito mais comum do que parece)… Além do mais, muito fácil botar a culpa na mulher como se ela fosse a única "irresponsável" por ter feito o que fez, afinal de contas, só ela pega barriga. O homem ninguém condena, né? Não é ele que vai ter que arcar com a dolorosa decisão de passar por um aborto.
    No mais, e se a mulher for estuprada? Ela teve direito de escolha? Você realmente acha que o estuprador vai se importar com métodos contraceptivos? Ah, mas você é favor do aborto em casos de estupro? Me diga como é ser hipócrita de achar que a mulher tem que "arcar com as consequências" e que "o bebê não tem culpa", mas aí tudo bem matar o feto que é fruto de um estupro. Qual é a diferença entre eles? Um merece viver mais que o outro? Sei não hein…
    ps.: O certo é "consigo mesma".

    Francisco em 25/11/2013 - 16h00 comentou:

    Nos casos de estupor jé existe, há algum tempo, um protocolo nos hospitais públicos que, além de outros medicamentos, usa-se a popular "pílula do dia seguinte", um abortivo. Hoje nenhuma mulher é obrigada a manter a gravidez nesses casos.

    E.S.P. em 29/11/2013 - 12h50 comentou:

    Pílula do dia seguinte não é abortivo e também não é infalível. Há vários casos de mulheres que engravidaram, mesmo tomando a pílula do dia seguinte.

    Luiza em 23/11/2013 - 19h00 comentou:

    E me fala por favor sobre as pessoas que engravidaram mas fazem parte da estatística do 0,01% de falhas na pílula..

    anaczz em 23/11/2013 - 21h34 comentou:

    Vamos lá ver… Para usar camisinha, que é o método mais acessível (e o menos eficaz também), se for a feminina (que nem sei se ainda existe) a mulher tem que ser capaz de tocar o próprio corpo, manusear suas partes íntimas coisa que, não sei se você sabe, é tabu para um enorme número de mulheres. Se for a masculina, ela vai precisar da colaboração do parceiro, pois ela não pode usar a camisinha por ele. Não sei se você sabe, existe uma enorme resistência de um grande número de homens a usar esse dispositivo. Recusar sexo sem camisinha? Não sei também se você sabe, há mulheres que são estupradas por seus parceiros/maridos e dificilmente seriam levadas a sério ao fazer essa queixa. Tudo é muito simples e fácil quando vemos o mundo com nossos óculos cor-de-rosa.

    Francisco em 25/11/2013 - 15h54 comentou:

    A mulher, se não for um caso de estupro, tem toda a possibilidade de optar pela não realização do ato sexual quando o parceiro se recusa a usar o preservativo e ainda pode usar anticoncepcional. Além do mais, essa atitude é indicada até para prevenção de DSTs.
    O que é melhor e mais eficiente, exigir que o parceiro use camisinha ou abortar depois?
    Além do mais, os hospitais públicos brasileiros já tem todo um procedimento pre-estabelecido para os casos de estupro que inclui o uso da pílula do dia seguinte, abortivo que impede a gravidez.

    VSR em 23/11/2013 - 21h41 comentou:

    E vc quer maior irresponsabilidade do que forçar uma pessoa a ter um filho indesejado?
    Melhor abortar do q ver a mãe jogar a criança indesejada no lixo, como ocorre algumas vezes.

    Nelson Alves em 24/11/2013 - 21h05 comentou:

    Você acha?

    Alexandre em 23/11/2013 - 22h44 comentou:

    Vc negligencia violencia sexual? E as mulheres que sao estupradas – inclusive dentro do ambiente familiar? E mesmo as que tem por """imprudencia""", existem muitas que nao podem bancar filhos. Acha que abortar é uma escolha fácil? Acha que ao liberar vai ter uma "epidemia" de abortos? Ah, pelamordedeus.. O direito de abortar é um direito pela saúde da mulher: e os casos de risco de vida da moça? Nao venha com esse discurso moralista e culpabilizador, parece que vc anseia por ver a pessoa sofrer pelas consequencias do que fazem, que precisa cuidar dos problemas sexuais dos outros, de suas dificuldades sociais e financeiras. Acredite ou nao, meios de prevenção ainda nao sao costumeiramente usados em muitas regioes/países pobres, nem todo mundo teve esse tipo de instruçao..

    Rafael em 24/11/2013 - 17h49 comentou:

    Gostei do comentário. Não sou a favor nem contra. Acho que esse assunto é muito polêmico e as pessoas, tanto de um lado quanto de outro, tratam como se fosse simples: "a mulher tem direito de decidir sobre a própria vida". Ok, mas a questão envolve vida de um ser em formação e é impossível definir onde começa a vida. Há o problema com a falta de instrução, é claro, mas há também um sintoma de algo que ocorre com o ser humano contemporâneo, em geral: adoração à comodidade, prazer e individualidade acima de tudo (ser humano dos direitos, e não dos deveres). A legalização do aborto, se ocorresse, seria praticamente irreversível, e acho que um caminho melhor seria a orientação para a responsabilidade perante os atos.

    Armando em 24/11/2013 - 18h27 comentou:

    De tua argumentação se percebe um viés gritante: que a contracepção é uma responsabilidade exclusiva da mulher. Existe camisinha para mulher, mas a vulgar é de uso masculino, não é a mulher mas o homem que usa. Acho que deverias pensar um pouquinho mais sobre tuas próprias crenças e robustece-las, para não ser apenas uma inocente útil.

    Daniela em 24/11/2013 - 20h08 comentou:

    Claro, faz todo o sentido você encarar uma criança como "penalidade" para a "irresponsabilidade" da mãe. É muito fácil também olhar para o mundo-perfeito-classe-média e falar isso, mas ninguém quer olhar para o REAL problema.

    E claro, vamos sentar e esperar uma revolução na saúde e educação, e enquanto isso milhares de mulheres morrem todo ano em clínicas clandestinas. E quanto às mulheres estupradas? Elas também devem ser obrigadas a ter o bebê? Se não, qual é a diferença entre um feto fruto de uma relação consensual e um estupro? Um merece mais viver do que o outro?

    Esse povo anti-aborto é tão contraditório…

    Luciano em 25/11/2013 - 01h17 comentou:

    Esse povo anti-aborto é mala, só trava tudo. Essa classe média medíocre conservadora religiosa tá pouco se ferrando pra mulher pobre que são obrigadas a ficarem nas mãos de açougues. Vocês acham que existem Felicianos a toa? Essa tchurma se acha o último pacote da bolacha e quer mandar nas decisões de cada um. O problema disso tudo é que nunca se debate esse tipo de assunto. Tem hora que me sinto no Brasil como estivesse naquelas novelas de época.

    Amaral em 25/11/2013 - 19h22 comentou:

    Luciano, não venha com essa ladainha de classe média… Muitas e muitas pessoas da classe média, inclusive eu, são a favor de legalizar o aborto… Esse tipo de fala sua só serve para generalizar e emburrecer a discussão… Tenha seu foco nos argumentos e não nas pessoas!

    Madex em 25/11/2013 - 23h21 comentou:

    Exato, Amaral. Da mesma forma que sou preto, pobre e favelado e não apoio o aborto. Aí vão dizer que sou alienado, claro. Pra quê discutir o tema, quando se é "senhor absoluto da verdade"? Mantenham o foco nos argumentos, por favor.

    Carla em 30/11/2013 - 00h45 comentou:

    Qual método contraceptivo é infalível?
    Mulheres casadas ou em relacionamentos estáveis-ou seja,que tendem a não usar camisinha-também abortam,sabia?
    E quem te deu o direito de julgar e punir os erros dos outros?
    Teu raciocínio é "Gozou, então,que se dane"?
    Que nojo…

Andrei em 23/11/2013 - 15h20 comentou:

Eu adoraria saber em que a dor é capaz de humanizar ou não um ser humano.
É impressionante a incapacidade que se tem para admitir um fato tão simples e exato:
O aborto é um forma de assassinato.
Ninguém vai pra rua com cartazes defendendo o legítimo direito das mulheres exterminarem a vida dos seus próprios filhos, pois é exatamente disto que se trata…
Sobre a questão científica da dor, se você quer saber o quão especial ela é, do ponto de vista biológico, basta colocar seu dedo numa panela quente a primeira coisa que você fará é afastar o seu dedo do local. Neste momento seu cérebro estará processando os estímulos dos sinais enviados por nociceptores. Este afastamento é a dor por si só, um mecanismo de defesa que visa manter a integridade do organismo. O sofrimento, o desconforto só parecem instantes depois, e para que isto ocorra é necessário a formação de um subjetividade, que por acaso não existe no momento do nosso nascimento.

Responder

    Laís Lemos Reis em 23/11/2013 - 20h04 comentou:

    A questão é a seguinte,o projeto que existe no Brasil é que se legalize até a 12a semana,nessa fase o sistema nervoso central não está formado.Além do mais,dependendo do método,o feto(como você deve saber,só é feto depois da 12a semana) não vai sentir dor mesmo.E bom…"no uterus,no opinion"

    Andrei em 23/11/2013 - 22h48 comentou:

    A questão é a seguinte, não interessa o tempo de gestação. Nossa individualidade é formada no momento da fecundação, a partir daquele instante singular começamos a existir enquanto uma entidade distinta significativamente dos nossos pai e mãe.
    Você comete uma inversão clássica de imaginar que nos tornamos humanos porque temos um sistema nervoso, quando na verdade o correto seria dizer, somos humanos e por isto desenvolvemos um sistema nervoso.
    Bem, a designação feto se dá mais comumente na 8ª semana de gestação, mas eu não estou aqui pra discuti definições formais. Nosso sistema nervoso é fruto de um processo continuo de migração, multiplicação e diferenciação celular que têm inicio no momento da primeira clivagem do zigoto. E que continua seu processo de aquisição de complexidade por muitos anos após o nosso nascimento. O primeiro vestígio de um sistema nervoso ocorre lá pela quarta semana de gestação, com o aparecimento dos primeiros neurônios e um pouco antes disto com a própria formação da plana neural e posteriormente o tudo neural.
    Por fim este "no uterus, no opinion" por ser substituído por "sem conhecimento, sem opinião"
    ou se você ainda quiser se basear em diferenças físicas, posso falar "sem músculos capazes de impor sua vontade, sem opinião", que tal?

    Marcus em 24/11/2013 - 15h45 comentou:

    Para sua informaçāo, na Roma antiga, as mulheres jogavam os recém nascidos, literalmente, no lixo, quando nāo os queriam. E pais matavam filhos apenas para nāo correrem o risco de seren assassinados pelos mesmos por conta da herança. Leōes matam jovens leōes pra evitar concorrência. Nāo existe isso de maternidade e paternidade nata, isso sāo conceitos vitorianos, como de resto quase todas as 'verdades absolutas' que aind regem nossAs vidas.

    CAMELO em 25/11/2013 - 01h05 comentou:

    Vamos voltar à Roma Antiga também, então? Voltar às mesmas condições daquele tempo? Volte para o hoje, cidadão! Se não existisse 'maternidade e parternidade nata' como você diz, sua mãe já teria lhe matado, só pode…

    Luciano em 25/11/2013 - 01h21 comentou:

    Ah Marcus, esse eterno papinho furado cheio de teorias e que não se assumem como religiosos xiitas. Eles falam da vida, ah a vida. E pouco estão aí pra vida de quem não quer ter um filho. Vamos ver se esses legítimos contrários a individualidade vão adotar todas as "vidas" que adoram defender.

    Andrei em 26/11/2013 - 04h09 comentou:

    tem muito mais gente disposta a adotar filhos, do que filhos disponíveis para a adoção.
    Seu discurso escancara o tamanho do respeito dos psicopatas defensores do aborto tem para com a vida humana. Sou ateu para sua informação…

    Leilane em 21/03/2014 - 19h09 comentou:

    "tem muito mais gente disposta a adotar filhos, do que filhos disponíveis para a adoção. "

    Tem mesmo. Tem gente na fila, esperando para adotar um bebê branco e do sexo masculino; depois bebê branco do sexo feminino; a fila é enorme. O processo é moroso. E as crianças e adolescentes, que, obviamente, não são mais bebês fofinhos, se fodem.

    Andrei, só coloca a adoção como alternativa ao aborto quem não conhece a realidade dos abrigos e orfanatos. Se conhece e mesmo assim jura de pés juntos que "se não quer, bota pra adoção", então é má fé mesmo.

    Andrei em 26/11/2013 - 17h55 comentou:

    Verdade em parte, existe a paternidade e maternidade inata. É possível acompanhar transformações cerebrais e hormonais em homens e mulheres durante o período de gestação que lhes confere características mais favoráveis a maternidade/paternidade. Sabe nós vemos isto em todos os mamíferos, mas quando chega nos seres humanos queremos negar de todas as formas.
    Mas eu entendo, e por incrível que pareça é por causa da nossa cultura cristã e religiosa, que imagina o ser humano como algo distinto da natureza, acreditamos na ilusão do livre arbítrio.
    Sim é verdade que a obrigação da paternidade e a maternidade como são recentes, mas não fogem a tendência esperada do comportamento humano.
    Não somos perfeitos, podemos sim matar nossos filhos em determinadas condições, mas não há motivos para imaginar um bom motivo para que aceitemos tal comportamento atualmente, como eu disse num outro comentário, se os homens são estupradores natos, mulheres são infanticidas natas. Isto não implica que devemos aceitar ambos os comportamentos, e nem que eles são a regra dentro de uma população.

    mira em 26/11/2013 - 01h37 comentou:

    quem disse que sua individualiade se forma na concepção?

    pq a ciencia nao diz

    se for a religiao, o estado é laico

    se for sua ideia, nao aborte, ok

    o corpo é meu

    Andrei em 26/11/2013 - 04h06 comentou:

    A ciência diz por uma porção de critérios objetivos mensuráveis,
    Agora se você vai aceitar ou não é problema seu…
    Inclusive este blog parece ser frequentado por médicos e até agora nenhum tentou me desmentir ou contra argumentar…

    Lucas Ricardo em 25/11/2013 - 13h21 comentou:

    Andrei, em que mundo vc vive????? Deve ser um lunático que não conhece a minima da realidade, vive no seu mundo paralelo achando que se vc não vê um problema ele não existe…Bem vindo a realidade, as mulheres abortam desde sempre, desde que existe humanidade as mulheres abortam, e fazem isso quer vc queira ou não…elas abortam,, e abortam muito…certo vamos partir da realidade e não do seu mundo louco…no Brasil 1 em cada 7 mulheres abortaram pelo menos uma vez…ou seja a cada comentário que vc lê aqui tem uma mulher abortando em algum lugar…o aborto sempre foi proibido e condenado, e nunca mudou esse fato…sendo proibido o governo se quer pode fazer uma campanha de conscientização que funcione, ou ainda disponibilizar assistentes sociais que orientem as mães… veja que existe fila de adoção para bebes, muitos casais gostariam de assumir esse filhos, mas veja que por ser condenado o aborto, não há nada que faça a ligação entre as duas partes…Resultado, milhares de mulheres morrem nos abortos clandestinos, milhares de mães sem a devida orientação matam os filhos depois de nascerem…ou vc acha que todos as crianças jogadas fora tem sorte de serem achadas ??? Então você é a favor da vida defendendo uma lei que mata muito mais do que aquilo que vc combate…..desculpa vc não passa de um lunático…

    Andrei em 26/11/2013 - 04h17 comentou:

    Irei mudar suas palavras ok? ai você me diz o que você acha que ele parece quando a situação é diferente daquele para qual você já foi doutrinado achar normal:
    Bem vindo a realidade, "os homens matam e estupram" desde sempre, desde que existe humanidade "os homens matam e estupram", e fazem isso quer vc queira ou não…eles "matam e estupram",, e "matam e estupram", muito…certo vamos partir da realidade e não do seu mundo louco…no Brasil morreram 50mil devido a violência de 50 mil mulheres foram estupradas…ou seja a cada comentário que vc lê aqui tem um homem "mata e estupra",…o "assassinato e o estupro" sempre foi proibido e condenado, e nunca mudou esse fato.
    De resto eu defendo todas as medidas que você citou, mas um mulher que aborta falhou perante a sociedade e consigo mesmo, precisa passar por um processo de julgamento legal, veja a pena não precisa ser necessariamente a cadeia, muito mais importante seria a ressocialização e um profundo trabalho de educação…

    Luisa Vieira Silva em 27/11/2013 - 09h27 comentou:

    http://thinkolga.com/2013/06/07/sou-fruto-de-estu

    Andrei em 27/11/2013 - 15h02 comentou:

    O aborto já é legalizado em caso de estupro. É natural que a filha de um estuprador seja a favor do aborto, parte da nossa personalidade é herdada…

Marcelo em 23/11/2013 - 15h20 comentou:

É realmente bizarro nossa infantilidade para discutir temas como o aborto. Prevejo dias difíceis…

Responder

Armando em 23/11/2013 - 15h21 comentou:

Oi Cynara, penso que se poderia fazer uma contra-campanha onde pessoas comuns expusessem suas imagens e assumissem que fizeram ou compartilharam a decisão de fazer aborto com suas companheiras. Acho que seria o melhor para acabar com a hipocrisia das posições intolerantes. Eu me disponho, vou falar com minha ex-esposa e sugerir também. Abraço.

Responder

    Andrei em 23/11/2013 - 17h32 comentou:

    Eu adoraria que nós tivéssemos uma justiça atuante para todas serem processadas…

    Armando em 25/11/2013 - 00h39 comentou:

    Quanto a processar os homens que engravidam jovens e as abandonam ou a seus próprios filhos nenhuma menção. Seu rancor parece ser apenas com as mulheres. Como já escrevi em outro comentário, na espécie humana para haver a fertilização/concepção precisa um homem e uma mulher. Logo se a mulher tomou a decisão de abortar sozinha é porque sabia que o companheiro não iria se responsabilizar pelo filho. Portanto, a punição deveria ser sobre os dois, não concordas? Ou defendes que nós homens temos o direito natural, e talvez divino, de praticarmos sexo com todas as mulheres que desejamos, sem nos responsabilizar se elas engravidam ou não?

    Andrei em 26/11/2013 - 04h29 comentou:

    Já somos processados, caso não saiba, Existe um conceito chamado paternidade, se você engravidar uma mulher e não assumir o estado irá lhe cobrar suas responsabilidades…
    Eu não sei em que mundo você vive mas essa moleza de sair praticando sexo com qualquer mulher acabou desde a invenção do teste de DNA
    Pra falar a verdade hj a mulher dispõe de mais liberdade sexual do que o próprio homem, precisamos de um anticoncepcional eficiente para reequilibrar esta balança e você fazer esta acusação…

    anaczz em 23/11/2013 - 19h55 comentou:

    Eu topo!

    morenasol em 23/11/2013 - 21h58 comentou:

    acho uma ótima ideia

    Andrei em 24/11/2013 - 00h13 comentou:

    E você seria uma das mulheres que assumiriam que fez aborto? Difícil acreditar numa pessoa que se julga humanista tenha orgulho de tal decisão.
    Agora, eu não tenho certeza, mas como na questão das drogas você pode ir pra rua pedir a legalização, mas você não pode abrir uma banquinha na praça e começar a vender como forma de protesto. Com o aborto é algo semelhante…

    Armando em 25/11/2013 - 00h18 comentou:

    Sim eu fiz aborto quando participei da decisão de minha companheira em fazer um aborto. Algum problema? Não é uma decisão fácil, mas me orgulho de tomar decisões e defende-las, mesmo contra uma maioria de pessoas julga que elas não são corretas por motivos que julgo inválidos pois baseados em crenças religiosas ou morais sem valor para mim. Quanto ao epiteto humanista, não me considero tal coisa, nem sei o que seja.
    Se você é contra não faça, mas não impeça que outros façam em função de suas crenças, assim como com as drogas. A batalha contra elas com base na repressão tb já se mostrou inócua, apenas levando a perda de vidas e sustentando o tráfico. O discurso repressivo esconde o motivo real que é o negócio ilícito.

    Andrei em 26/11/2013 - 04h26 comentou:

    vá na delegacia confessar seus pecados com o delegado…
    Sim, muitos problemas, você matou o seu filho e tem a cara de pau de dizer isto em publico tenha vergonha do que fez, você é um moleque que se quer deveria fazer sexo com uma mulher já que não está preparado pra assumir as consequências. Sou ateu, não me baseio em religião, procure meus posts acima que eu realmente dou uma posição bastante clara e secular sobre o assunto.

    Armando em 26/11/2013 - 14h09 comentou:

    Tu és ateu e fala em pecado. Estás meio confuso ou é descontrole mesmo?
    Além do mais vai dar lição de moral para os teus filhos se é que tens e moleque é você que não sabe discutir sem perder o controle quando é contrariado.

    Lucas Ricardo em 25/11/2013 - 13h30 comentou:

    Andrei, milhares de mulheres abortam, milhares de crianças são assassinadas pelas mães ao nascerem, milhares de mulheres morrem ao fazer aborto clandestino, você é um carrasco ao defender a criminalização do aborto uma vez que você está compactuando com essas milhares de mortes…eu sou a favor da vida e por isso mesmo sou a favor do aborto liberado, pois a partir do momento que a pessoa decide não ter o filho a correta orientação é a unica salvação, da mãe e talvez até mesmo da criança, afinal existem fila de espera de casais que querem adotar bebes, essa mesma fila poderia dar apoio financeiro/piscológico para a mãe que se encontra desamparada…mas como existe esse tabu ao qual vc se orgulha de manter a pessoa se sente só no mundo e toma as decisões sem que ninguem mais saiba…sem contar que sociedades que legalizaram o aborto veem ano após ano os indices cairem isso se chama conscientização e claramente vc é a favor do obscurantismo…

    Andrei em 26/11/2013 - 04h23 comentou:

    Mentira, mentira e mentira.
    Carrasco são vocês que defendem a institucionalização do assassinato.
    Existem outros meios de se reduzir as taxas de aborto, enquanto vc quer salvar as mulheres, eu prefiro lutar para salvar ambos, mulheres e filhos…
    Amigo filhos são seres humanos, não somos perfeitos, porque o momento no qual viremos para o mundo precisa ser? deixe que os filhos destas mulheres que não querem tê-los cresçam de decidam por si mesmo que a vida que suas mães imaginam pra eles vale a pena ou não, OK?
    Isto é respeitar a dignidade, isto é respeitar a liberdade, e lógico defender a vida que é a condição mínima necessária para que haja os dois certo?

Rubens B. Freitas em 23/11/2013 - 16h30 comentou:

A questão do aborto vai muito além do que falam as religiões tradicionais. Além do mais, negar o motivo religioso apenas porque não se acredita nele? Então que se debatam as opiniões e democraticamente se decida. O fato de as religiões tradicionais serem "medievais" e serem contra o aborto não quer dizer que ser contra o aborto seja "medieval". Concordo que muitos menosprezam a "religião" enquanto mais uma instituição burocrática, com seus ritos, hierarquias, luxos… Mas não estou falando de "instituições religiosas". Estou falando da vida! Estou falando do que pode existir além do que conhecemos! A partir de quando a vida começa? Quem pode afirmar? Agora, criminalizar simplesmente e fechar os olhos para a dura realidade das mães que têm de chegar a este ponto é outra coisa! Ampará-las, manter programas realmente sócio-educativos ou seja ter a visão humanística do problema! Reconhecer que de algum modo a sociedade tem sua parcela de culpa em muitos casos.. Procurar corrigir o que estiver errado e aprimorar o que estiver correto deve ser sempre o objetivo, sem esquecer do principal: o lado humano da coisa!

Responder

    Laís em 23/11/2013 - 20h08 comentou:

    "Estou falando do que pode existir além do que conhecemos".Bom,aí você começa a apelar pro "algo além" que nem todo mundo acredita.Além do mais,quando ocorre a morte?Não é quando ocorre a morte cerebral?Pq considerar o início da vida como algo diferente?Até a 12a semana de gestação não se tem sistema nervoso central formado,então estamos lidando com uma vida que tem potencial humano,ainda não é um ser-humano.Se formos falar em vida é melhor você não mais matar baratas ou comer carne de vaca.

    Andrei em 24/11/2013 - 00h16 comentou:

    O critério da morte cerebral só é usado pelo fato de ser uma situação irreversível, isto é após a constatação da inatividade elétrica do cérebro o restante do corpo morre em condição natural em poucas horas.
    Agora se você imaginasse que uma pessoa com morte cerebral pudesse se regenerar e recuperar a consciência alguns meses/anos depois certamente não há declararíamos morta.
    Então o critério clínico que delimita a morte não pode ser o mesmo que delimita o inicio da vida simplesmente porque são situações totalmente distintas…

    Lucas Ricardo em 25/11/2013 - 13h38 comentou:

    Rubens, e você acha possível tratar a coisa de forma humanitária colocando o dedo na cara da mulher e falando que ela é enviada do capeta na terra, que ela é o demonio que é um crime grotesco aquilo que ela pretende fazer ??? Que mulher em sã consciencia procura ajuda, quando pensa em fazer um dos maiores Tabus da sociedade brasileira??? E justamente por essa visão religiosa da coisa que milhares de mães morrem nos abortos clandestinos, e outras tantas assassinam os filhos ao nascerem… Quando falamos que é uma visão medieval, é por simples fato comprobatório, ser contra o aborto nunca proibiu ninguem de abortar, a prática do aborto existe desde que deixamos de ser macacos, ou desde que Adão e Eva deixaram o paraiso, como preferir…simples assim, as pessoas sempre abortaram…e tratar o fato como crime nunca impediu ninguem de abortar…pelo contrario sem ajuda e sem conversar com ninguem a mulher tem que tomar decisões extremas sem nem um tipo de apoio…então a partir do momento que uma opinião não se reflete na realidade, é baseada em pré-conceitos, que não tem o menor embasamento cientifico e nos números…sim essa é uma decisão obscurantista e arcaia e medieval…

Julio Alan em 23/11/2013 - 16h54 comentou:

Este negócio de impedir discussões futuras sobre algum assunto já existe no Brasil…

Mas impedir discussões sobre algo tem sido uma prática "esquerdista": ninguém pode discordar.

Responder

    Samuel em 23/11/2013 - 17h43 comentou:

    Como assim?
    Justamente quem não promove o diálogo são os conservadores de direita amigo.

    Você está confundindo a "prática esquerdista" com o totalitarismo estalinista.

    Lucas Ricardo em 25/11/2013 - 13h42 comentou:

    Sei la em que mundo vc vive, no meu a intransigencia sempre vem da direita conservadora…a esquerda que tem que se esforçar para colocar o tema em pauta…enquanto a direita esbraveja falando que tudo é obra do Capeta e comedores de criancinhas …realmente não devemos viver na mesma realidade, ou vc não passa de um lunático

    Correia em 26/11/2013 - 01h58 comentou:

    "ninguém pode discordar"….. sim, comandante. buana tem razão: os esquerdistas são autoritários….

Xavier em 23/11/2013 - 18h09 comentou:

1º) "O comunismo existe hoje porque o cristianismo não está sendo suficientemente cristão." – Martin Luther King.

2º) A Planned Parenthood foi uma das maiores apoiadoras da Ku Klux Klan. Sua fundadora, a feminista Margaret Sanger, era uma racista convicta, e tinha como objetivo diminuir o número de nascimentos de negros nos Estados Unidos, cuja taxa de natalidade era mais alta que a dos brancos. King jamais apoiou esta organização racista. Ao contrário, King sempre lutou contra a visão predominante da sociedade sulista, que a época era majoritariamente a favor do partido Democrata (haja visto que praticamente todos os Estados do sul sempre enviavam delegados do partido Democrata para as eleições presidenciais).
Quem de fato lutou ao lado de King foi a minoria desta sociedade, foram os republicanos do sul. Há dezenas de fotos e videos que mostram vários líderes conservadores ao lado de Luther King em suas passeatas e nos seus discursos.

3º) O Brasil é signatário do Pacto de San Jose. Este compromisso de direitos humanos assumido por quase todos os países americanos (não assinado pelos Estados Unidos exatamente pela questão do aborto), diz firmemente que a vida humana deve ser protegida desde a concepção. Portanto não há nada de errado com o Estatuto do Nascituro, o qual busca restabelecer e assegurar um direito humano já acolhido pelo país. Com certeza o mais importante, imprescindível, básico, capital entre todos os direitos: o direito à VIDA.

Responder

    Luís Zanuto em 24/11/2013 - 14h41 comentou:

    O cristianismo não é bom por si só. Por favor, pare de colocar isso como se fosse intrinsecamente bom o cristianismo. "A culpa são dos homens…" O cristianismo só existe pela ação humana e se o homem é o corruptor do cristianismo, então o cristianismo tem uma falha de origem, que inviabiliza sua "santidade".

    Lucas Ricardo em 25/11/2013 - 13h46 comentou:

    Falar é fácil quero ver provar…qualquer um pode vir aqui e falar um monte de merda quero ver provas…Quer dizer então que Martin Luther King era apoiado pelas alas mais conservadores dos EUA?? a mesma alas que são contra qualquer politica social? que são a favor de menos impostos para os mais ricos, que são a favor da conscentração de renda, da industria armamentista, da guerra, esse mesmo setor apoiava o Martin Luther King??? que coisa de doido né ??? tem o menor sentido isso não…

André em 23/11/2013 - 18h47 comentou:

UM filme, disponível em DUAS salas por toda a cidade de São Paulo vai fazer tudo isso que você diz que vai, Cynara? Caramba…

Responder

    morenasol em 23/11/2013 - 21h59 comentou:

    claro, todas as exibições em igrejas que irão ocorrer depois, os downloads estimulados por padres/pastores não terão peso algum… uau, que raciocínio.

    André em 24/11/2013 - 12h18 comentou:

    Putz, UM filme, exibido em DUAS salas em TODA a cidade de São Paulo, cuja publicidade é extremamente limitada (como todos os filmes exibidos nessas salas "grã-finas"); depois alguns padres e pastores (digo alguns pois há os modernetes que nem contra o aborto são), vejam só, sugerirão UM filme (quantos tivemos nos últimos tempos?) anti-aborto para seus fieis (coisa de outro mundo, certamente).

    Uau, isso vai iniciar uma cruzada obscurantista. Que baita raciocínio, realmente.

    morenasol em 24/11/2013 - 12h27 comentou:

    já ouviu falar em DVD? gente…

    André em 24/11/2013 - 12h32 comentou:

    Ademais, a sua própria exposição textual contradiz o surgimento de uma "cruzada" como você diz: todo mundo a favor do aborto (até o pastor Martin Luther King), Planned Parenthood a todo vapor desde a década de 70, tendo feito milhões de abortos já, aí depois seu único indicativo para afirmar que haverá uma cruzada é… um filme.

    Está mais do que evidente que se existe algum lobby nessa história é o "pró-escolha".

    Rodrigo em 25/11/2013 - 11h35 comentou:

    O indicativo são as últimas eleições e o episódio Feliciano

Helder em 23/11/2013 - 18h49 comentou:

Então, né? Com quem está a verdade? Com vc, Cynara? Com a esquerda? Com os religiosos? Com os ateus? Enfim, quem pode dizer o que é certo ou o que é errado? Eu, que não sou religioso, sou contra o aborto, mas o concebo (que verbo…) na forma como a lei brasileira o definiu. Se a questão é a pobreza, que se acabe com a pobreza , pois. Seria o mesmo que defender o fim da violência matando todos os bandidos (e corruptos, claro). Então é isso? Não creio. Ser a favor é legítimo, claro. Mas não sem ter muito claro que se está mantando um ser humano. Temo que se o aborto for aprovado com a justificativa da defesa dos pobres, a morte de bandidos seja legitimada pelo Estado. Nem nenhum nem outro representa a minha verdade. Esse tema não pode ser tratado com a simplicidade colocada. Quem é contra necessariamente não é religioso como eu. Assim como muitos que defendem a prática são religiosos. A questão vai muito além dessa fronteira. A questão é discutir a sociedade que queremos viver. Muito bom saber que havia filas na porta do cinema. A luta continua, companheira.

Responder

    Lucas Ricardo em 25/11/2013 - 13h58 comentou:

    Na verdade vc justifica a legalização do aborto como defesa da vida…seja do pobre ou do rico, uma vez que ao proibilo as mulheres recorrem as empresas clandestinas onde milhares morrem, ou ainda nos casos mais extremos milhares de crianças são assassinadas, justamente por ser crime, ou ato hediondo ter um filho e não querer ficar com ele…veja que as pessoas se baseiam pelo que os outros vão pensar, se ninguem está vendo ou se ninguem ficar sabendo, tudo vale…na verdade ao permitir o aborto essa mulher primeiro vai receber orientação, segundo vai poder receber ajuda, terceiro vai ser conscientizada por campanhas, oras se existem filas para adotar crianças ela pode receber apoio desses casais que querem adotar, e ai sim se ela realmente quiser abortar fazer com segurança o que preservaria a sua vida e faze-lo cedo, e não em estágios avançados da gestação como acontece hoje, quando ai sim é um assassinato…

marco em 23/11/2013 - 19h07 comentou:

Ola´! eu tenho faculdade de jornalismo (ou deveria ter ) e se um dia minha filha resolver fazer um aborto para mim tudo bem, já que posso pagar uma clinica no Uruguai e se aqui for permitido meu plano pagara. Bom, agora a filha da jurema, minha empregada negra, que se lasque querendo aborta num hospital público que não dará estrutura nenhuma e muito menos apoio psicológico depois, afinal já fui a favor do aborto, agora é com ela exigir que governo melhore as condições.

Este é o discurso hipócrita da classe media e alta que é a favor do aborto e não esta nem ai para as mulheres que abortarão pelo SUS,

Responder

    Renata em 24/11/2013 - 15h33 comentou:

    Hoje a Jurema não deixa de abortar. Ela compra o remédio no mercado clandestino, toma e morre em casa porque não vai pro hospital com hemorragia, já que pode ser denunciada.

    anaczz em 24/11/2013 - 15h44 comentou:

    É muito interessante notar que quem mais fala mal do SUS, quem o trata como castigo, como fim-de-linha, inferno na terra, etc. é quem não necessita utilizá-lo (sou usuária do SUS). Assim como há situações ruins no nosso sistema público de saúde, há também bom atendimento e, principalmente, há possibilidade de bom atendimento. Esse discurso todo ("coitado de quem fizer aborto pelo SUS", "manda os políticos serem atendidos no SUS") faz parte, há muito tempo, de uma campanha sistemática de difamação que visa convencer a todos de que é impossível ter e exercer bom atendimento num sistema público. Na administração da Luiza Erundina, em São Paulo, foi criado um protocolo para a agilização e realização do aborto legal (estupros e risco de vida materno) nos hospitais municipais, com retaguarda das unidades básicas, que, naquele tempo contavam inclusive com equipes de saúde mental e parece que funcionou bem por um tempo, apesar da gritaria dos fundamentalistas, que negam às mulheres mesmo os direitos que já fazem parte da nossa legislação. O problema não é esse. Garanto que as mulheres que vi, durante a vida profissional, como enfermeira do SUS, estariam muito melhor atendidas fazendo um aborto legal no SUS, ao invés de: introduzirem agulhas de tricô no útero em casa ou submeterem-se a certas práticas oferecidas tipo introdução de "velas" de soda cáustica no útero por curiosas ou usarem chás e beberagens que não só provocam o aborto, mas também quase matam as usuárias ou serem atendidas em consultórios de certos médicos ginecologistas que, a preço módico, introduzem uma sonda no útero, iniciando o aborto e orientando a cliente a procurá-los no dia de seu plantão no hospital do SUS, quando estiver sangrando e com contrações, para realizar a curetagem, como se fosse aborto espontâneo e outras desgraças como estas.

    Rafael em 24/11/2013 - 17h53 comentou:

    Se sua filha tivesse um aborto, você deveria incentivá-la a assumir responsabilidade pelo que fez, não? Ela não vai morrer por isso e a vida dela não vai acabar.

Welington Gaetho em 23/11/2013 - 19h36 comentou:

Sra. (Srta.?) Cynara Menezes,

Eu não assisti ao documentário, mas, certamente, vou fazê-lo assim que possível. Pois o debate sobre o aborto pode ser um marco na escolha, de qualquer sociedade, entre a barbárie (favoráveis) e a CIVILIZAÇÃO (contrários).

Quem são os fundamentalistas e medievais? Segundo, seu ponto de vista obtuso, são aqueles que defendem o DIREITO À VIDA. Eu digo: NÃO! Os verdadeiros obscurantistas são os indivíduos que defendem a "cultura da morte". Eles defendem desde o extermínio de seres humanos por meio de abortos, quando no ventre de suas mães, ou por meio de injeções letais, quando adultos.

Minha cara, compreenda o seguinte: o aborto nunca vai ser um "direito", o aborto é a antítese do DIREITO. O que é um DIREITO? É A GARANTIA DE QUALQUER SER VIVER PLENAMENTE À SUA VIDA. O aborto é a negação desta SENTENÇA. Por isso, o aborto, não passa da usurpação do DIREITO À VIDA de outrem. Ficou claro, agora?

Ora, a denúncia de que o aborto, nos Estados Unidos, se tornou uma fonte de riqueza, para quem investe neste "ramo", é algo que deve escandalizar a qualquer SER HUMANO que balize sua vida por elevados preceitos éticos e morais. Do contrário, seria a banalização da morte. Estamos falando na interrupção da vida humana em seu estágio intrauterino, quer queiram ou não. Transformar isso num comércio milionário não passa de um absurdo, algo inadmíssivel. Imaginem, amanhã, algum "empresário" se achar no "direito" de fazer publicidade dos aspectos "positivos" da realização de um aborto para a mulher.

Pelo que você está relatando, em seu post, outra denúncia gravissíma do documentário é a de que são as mulheres negras que mais realizam tal procedimento. E aí, eu espero que seja ingenuidade, sua interpretação dos fatos passa ao longe de qualquer reflexão crítica sobre a questão. Ou, então, há outra possibilidade a de que você não tenha entendido nada. Se as mulheres que mais abortam são negras e pobres, e niguém se habilita a criar uma política pública para evitar esse alto número de abortos. Como você chamaria isso? Genocídio é uma palavra muito forte para você? PRESTA ATENÇÃO: Eles estão mostrando que negros e pobres não interessam. E quando o descaso, por um grupo social, leva a morte de milhares – se levarmos em conta ao longo da história seriam milhões – isso poderia ser entendido como o extermínio lento e gradual deste grupamento.

Em meio à propaganda dos abortistas, principalmente os pseudo-progressistas, não se fala uma palavra sequer sobre as consequências do aborto, isto é, das sequelas que essa pratica asquerosa pode provocar, tanto físicamente quanto psicologicamente, no corpo e na mente das mulheres.

Srta. (Sra.?) Menezes, a questão não é se um feto sente dor ou não. Creio que saiba que a medicina já descobriu a anestesia e, por meio dela, os SERES HUMANOS podem passar por vários procedimentos sem sentirem dor… a discussão sobre o aborto deve ter como questão central a seguinte indagação: Podemos permitir que alguém tenha o "direito" de dar fim a uma vida HUMANA? Que bom! Você estava ao lado de mulheres sensíveis ao verdadeiro direito, O DIREITO À VIDA!

Por fim, me regozijei em saber que as pessoas estão atentas e buscando embasamento teórico para se posicionarem sobre essa temática. Eu almejo que, no futuro, quando os SERES HUMANOS olharem para o seu tempo pretérito, eles vejam que muitos foram os que tentaram, de todas as formas, desumanizar os homens e as mulheres, mas nós fomos capazes de RESISTIR e que seja esse o nosso LEGADO CIVILIZACIONAL para as gerações futuras.

Sem mais, abraços!!

Responder

    Luís Zanuto em 24/11/2013 - 14h52 comentou:

    Você acredita mesmo que os conservadores americanos defendem A VIDA?
    Só se for de alguns americanos, pois de paquistaneses, afegãos, e outros de países africanos e tantos outros não tem valor.
    Para cada feto americano que eles dizem salvar eles apoiam a morte de várias crianças de países que estes mesmos conservadores apoiam a guerras.
    Quem defende a vida então?
    Tirar um feto é horrível, matar famílias inteiras usando DRONES pode né. As religiões defendem a vida nao é? Que o digam os religiosos cristãos conservadores que apoiam as guerras santas, que o digam os religiosos judeus, muçulmanos e mais uma centena de outras frentes religiosas se debatendo em GUERRAS SANTAS.

    O diabo é legal em 24/11/2013 - 20h26 comentou:

    Ou seja, se os americanos apoiam as guerras, então isso é motivo suficiente para apoiar o aborto! (Até tem uma certa lógica nisso, mas ainda assim as duas coisas estão bem longe de estar conectadas!) Acho que isso seria uma ótima definição de cultura de morte, não!
    Logo, de acordo com sua indagação, qualquer atentado à vida vira desculpa para o aborto. A julgar que, hoje no Brasil, muita gente gostaria de ver os mensaleiros mortos (e os ladrões das hornets, e etc.), podemos assumir que isso é o grito "desesperado" do povo brasileiro clamando pelo aborto.

    Luis Zanuto em 25/11/2013 - 02h54 comentou:

    Não acusei os americanos de apoiar a guerras, acusei os conservadores que são contra o aborto a apoiarem as guerras, que levam à morte americanos, mas muitas crianças dos países que sofrem estas guerras.
    Quando ligo os conservadores ao apoio das guerras, demonstro sua incoerência no mínimo e sua hipocrisia no máximo. Que é falso o argumento de que eles estão de fato preocupados com a vida.

    Welington Gaetho em 25/11/2013 - 17h16 comentou:

    Caro Luis Zanuto,

    Não são apenas aqueles que você classifica como conservadores que são contrários a prática asquerosa do aborto. Há também progressistas, direitistas, esquerdistas, liberais, comunistas, religiosos, ateus etc. Como vemos seu primeiro "argumento" não faz sentido.

    Quando um dito conservador apoia uma guerra, ele está defendendo, automaticamente, o assassinato de crianças e famílias inteiras? É mesmo?

    Ah, você não é um neo-ateu ou antiteísta, é? E o que fizeram os regimes, declaradamente, ateus stalinista e maoísta? Você não vai querer discutir isso comigo, vai?

    Sim! As religiões defendem a vida. Você tem alguma dúvida? NENHUMA RELIGIÃO DEFENDE QUALQUER TIPO DE ASSASSINATO DE FORMA INDISCRIMINADA.

    Abraços!

    Lucas Ricardo em 25/11/2013 - 14h06 comentou:

    Eu vivo no pais das maravilhas e no meu mundinho o aborto não é feito por que é ilegal, no meu mundo 1 e em cada 7 mulheres não abortam, não morrem milhares de mulheres em agencias clandestinas, e milhares de crianças não são assassinadas em atitudes de mães desesperadas que não recebem qualquer auxilio da sociedade e são endemonizadas por uma cultura machista e conservadora…no meu pais nada disso acontece, afina sou que nem são tomé só acredito naquilo que vejo…se não vejo é por que não existe…

    Welington Gaetho em 25/11/2013 - 17h35 comentou:

    Caro Lucas Ricardo,

    Seu "argumento" é infantil. Seria como dizer: vamos descriminalizar o homicídio, pois mesmo punindo os homicidas… as pessoas continuam se matando… você quase disse isso quando "falou" das mães desesperadas, não é?

    Ou melhor, vamos abolir todas as leis, pois todas elas são infringidas…

    FRANCAMENTE? Procure melhorar seus "argumentos".

    Abraços!

    Madex em 26/11/2013 - 13h49 comentou:

    Se utilizarmos a lógica de que os aborts continuam sendo praticados, mesmo contra a lei, também teremos que legalizar as drogas, o jogo, os assassinatos, os estupros, a pedofilia, a corrupção, a cervejinha do guarda, e por aí vai…

anaczz em 23/11/2013 - 19h59 comentou:

Cynara, uma observação pelo bom uso dos termos: "controle da natalidade" subentende políticas coercitivas ou limitativas para promover o aumento ou redução de nascimentos, geralmente está associado a um governo ou a um grupo social. Entendo que a Planned Parenthood seja uma entidade que se dedica ao planejamento familiar e não ao controle da natalidade.

Responder

Eduardo P. Borges em 23/11/2013 - 20h07 comentou:

Olá Cynara, eu tenho outra ideia sobre o assunto: deve se respeitar a opinião dos socialistas/esquerdistas cristãos que é um grupo praticamente ignorado pela esquerda.
Nós que somos um grupo de tamanho não desprezivel subscrevemos as politicas de bem estar social no modo socialista, mas conservamos os valores cristãos no que tange a familia, os costumes e a valorização a vida. Não é porque discordamos de temas como o aborto ( que nos posicionamos contra) que somos menos socialistas. Os socialistas cristãos tendem a incentivar a adoção de crianças em detrimento ao aborto.

Seria bom se vc pudesse entrar em contato conosco e saber mais sobre nossas ideias, pois queremos viver num mundo socialista, socialista moreno como nos ideais do Darcy Ribeiro e Brizola, mas gostariamos de ser ouvidos sem preconceitos

Estamos dispostos a conversar

Saudações socialistas e graça e paz para você

Responder

    Lucas Ricardo em 25/11/2013 - 14h10 comentou:

    Mas veja que ai tratar o aborto como crime, você impede que essa criança nasça, uma vez que essa mãe não vai procurar ajuda, vai tomar uma droga comprada clandestinamente e sangrar até a morte…não vejo o que de Cristão tem nisso…veja que quem é a favor do descriminalização do aborto, não está falando em banalização do aborto, mas sim de trata-la sem tabus, respeitando as crenças de cada individuo para a correta ajuda e auxilio…

    Carolina S. Pedroso em 25/11/2013 - 14h17 comentou:

    Ufa, achei que estava sozinha nessa…
    Também acho importante que nesse debate não haja fundamentalismos de nenhum lado. Embora seja contra o aborto, porém não necessariamente contra a sua legalização, acredito que ambos os lados estejam defendendo a vida, assim como há interesses obscuros que tangenciam as duas posições também. Por este motivo creio, assim como o caro Eduardo, que essa ala progressista das religiões cristãs pode contribuir para o debate, pois ao mesmo tempo em que se sensibilizam com todas as problemáticas que envolvem a decisão de uma mulher pelo aborto, também levam em consideração as incertezas científicas sobre o início da vida.

VISITANTE em 23/11/2013 - 20h14 comentou:

UN ARTICULO CON TANTOS ADJETIVOS,TANTAS ADVERTENCIAS,TANTAS OPINIONES DEL PERIODISTA ,ES UN PANFLETO,SI,BUSCALO EN EL DICCIONARIO,UN PANFLETO,TIENES QUE APRENDER A ESCRIBIR PERIODISMO REAL,MUCHACHA

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Eduardo P. Borges em 23/11/2013 - 20h25 comentou:

Olá Cynara, eu tenho outra ideia sobre o assunto: deve se respeitar a opinião dos socialistas/esquerdistas cristãos que é um grupo praticamente ignorado pela esquerda.

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    Lorena em 24/11/2013 - 21h36 comentou:

    Concordo Eduardo, eu sou um deles. Engraçado que muitos rotulam o discurso anti-aborto de fundamentalismo, mas quem reduz a questão a isso ta sendo tão fundamentalista quanto!

    Amaral em 25/11/2013 - 19h34 comentou:

    Boa sorte tentando argumentar com os socialistas… rsrsrs

JOSE MILTON.´. em 23/11/2013 - 20h27 comentou:

a única maneira de combater o pentecostalismo e outros ismos é O FIM DA IMUNIDADE TRIBUTARIA DE TODAS AS IGREJAS NO BRASIL!!
20 BILHÓES POR ANO DE DIZIMO RECEBIDO Q NÃO PAGA IMPOSTO NENHUM,]
UMA COPA DO MUNDO POR ANO!!!!!!!!!!

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    José Apolinário em 24/11/2013 - 19h22 comentou:

    Oi?

JOSE MILTON.´. em 23/11/2013 - 20h34 comentou:

a única maneira de combater o pentecostalismo e outros ismos é O FIM DA IMUNIDADE TRIBUTARIA DE TODAS AS IGREJAS NO BRASIL!!

Responder

Kcnp em 23/11/2013 - 21h06 comentou:

Qual a diferença entre matar um bebê nascido e um na barriga da mãe? Nenhum para a criança que morre, mas para os pais hipócritas que abortam a certeza de não precisar encarar sua vítima, é a política nojenta do "O QUE OS OLHOS NÃO VÊ O CORAÇÃO NÃO SENTE", negando o fato que um aborto é um nome hipócrita que se dá para um tipo de assassinato, e dos mais cruéis, com direito a desmembramento do bebe, destruição do seu corpo e consequente descartamento no lixo. Isso é ser moderno? Se for prefiro ser atrasado.

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    anaczz em 24/11/2013 - 19h12 comentou:

    Por isso que não se faz aborto de "bebês", apenas de embriões.

    O diabo é legal em 24/11/2013 - 20h42 comentou:

    Concordo com você Kcnp! Nos EUA, até onde eu sei (me corrijam caso eu esteja errado), o aborto pode ser feito até o nono mês da gravidês! Ou seja, a um dia de ganhar a criança os pais podem decidir que na verdade não é uma criança, mas um feto(!), e então abortá-lo!
    Quando começa a vida? O feto sente dor? O cérebro (ou terminações nervosas também) está completo? …. Várias indagações que são usadas da forma que cada um quer para justificar o aborto.
    Vamos para uma definição mais ampla então. O que é um SER HUMANO?
    O feto é um ser humano? Sim? Não? (Caso não, um feto gerado a partir de material de equinos podem ser introduzidos em um ser humano que o resultado será uma criança humana? (Acho que não ein!))
    E os bebês prematuros? O que achar disso? Os pais abortam um feto por um lado, e recebem o nascimento de um bebê por outro! Mas a idade desse ser humano é a mesma!
    Veja que muitos estão em busca de descaracterizar a vida de um ser humano ainda não nascido com o intuito de premiar a ignorância/irresponsabilidade de alguns que geram uma vida e querem descartá-la como lixo!!!!!

    Veja, se um casal quer muito um filho, a partir da data que se sabe que estão grávidos o nascituro já torna-se um indivíduo! Ganha nome, já começa a ter posses e tudo mais! Mas caso o casal não queira o nascituro, ele é só um feto, não é humano. Descarte!!!!

    Esse debate não é sobre a liberdade e saúde da mulher sobre seu próprio corpo, mas sim sobre o poder de ceifar uma vida em nome da vontade de outrem!

    Rodrigo em 25/11/2013 - 11h31 comentou:

    Nos EUA se proíbe a partir da 24ª semana; o entendimento é que o embrião não é pessoa em termos constitucionais, que existe o direito fundamental ao controle pessoal da capacidade de procriação e que a lei não pode impor a ninguém o sacrifício de si próprio por outra pessoa. No meu entendimento a descriminalização deveria ir até a 12ª.

    E o que falou sobre equino não tem lógica alguma. Senão você diria que o espermatozoide é um ser humano e deve ter as mesmas garantias constitucionais, porque o esperma de um cavalo não fecunda uma pessoa.

    Isabel em 25/11/2013 - 22h55 comentou:

    Uma das mulheres do filme afirmava ter abortado no 8o mês. Absurdo. A verdade é que considerar que só é um assassinato se ele sentir dor (tiver terminações nervosas) é uma das coisas mais estúpidas a serem ditas. Então, se eu sedar um velho, posso matá-lo porque ele não sentirá dor? Hipócrita. Esponjas do mar não são seres vivos mais? Estudei tudo errado então? Porque elas não têm sistema nervoso, e nem por isso são consideradas não-vivas. E digo mais, para esta jumenta que fez esta crítica: Cada um defende a opinião pelo motivo que quiser, não necessariamente por religião, mas por não querer que mais humanos únicos e individuais, (assim como você é diferente de seus pais e não faz parte do corpo da sua mãe) sejam mortos no que vocês apelidam de aborto, mas que eu considero um assassinato virulento como qualquer outro.

Tiago em 23/11/2013 - 22h15 comentou:

Há claramente um debate baseado em estereótipos. Não se pode reduzir o debate religioso em torno do aborto a um rótulo de "fundamentalismo religioso". A dor o sofrimento da mulher que não quer receber um filho não é simplesmente ignorado do debate. A questão passa por considerar o feto ele mesmo uma vida. Lutar para eliminá-lo é o mesmo que lutar para que as mães que já tem seus filhos nascidos e não os toleram ou não os desejam mais ter seus direitos de matá-los. Essa é a grande questão em torno do aborto. Tudo passa em função da concepção de vida que se adota e que se luta. Não há fundamentalismo. Usar esse argumento é apenas uma maneira de desqualificar o seu interlocutor, não aprofunda o debate e nesse sentido a questão se transforma, de fato, numa cruzada.

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Tiago em 23/11/2013 - 22h43 comentou:

A crítica ao documentário pode ser bem pertinente, mas não desqualifica o debate em torno do aborto. Assustador para mim é sempre a insensibilidade diante do outro. Apenas criminalizar o aborto não é o caminho ideal é culpabilizar apenas a mulher quando há responsabilidade do "companheiro" (aquele que incentiva, pressiona e ameça deve ser punido igualmente ou até mais que a mulher que aborta, em alguns caso ela poderia mesmo não ser responsabilizada por isso, mesmo que seja o agente do crime) e tb da sociedade. Deve haver atenuantes para casos de fragilidade social ou agramento de funções psíquicas… E principalmente, deve ser criada uma rede de apoio a toda a mulher que engravida. Vejam, licença maternidade de apenas 3meses ou 5 meses é, muitas vezes, fatores que levam mulheres a considerar uma gravidez indesejada, pois saberão que poderão perder posições de trabalho, que não poderão criar seus filhor etc. etc. Deveríamos pensar em outros modelos, licença maternidade de pelo menos 1 ano seria o ideal. Outros mecanismos de valorização da mulher em nossa sociedade, combate ao machismo… educação sexual… programas de acompanhamento psicológico e auxílios financeiros sociais para mulheres em situação de fragilidades diversas etc etc. Por outro lado, a mulher, que pode criar um filho, tem todas as condições para manter uma gestação, todo apoio, estabilidade etc etc e ainda assim decide por abortar deve ser principalmente responsabilizada pelo seu ato, não necessariamente indo para a prisão, mas pode prestar serviços obrigatórios em instituições de apoio infantil, social, etc etc…

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Tiago em 23/11/2013 - 22h48 comentou:

Reduzir a questão do aborto a crime e achar que está resolvido o problema é também insensibilidade… é jogar para o ombro da mulher toda a carga de responsabilização que envolve a sociedade como um todo. Um discurso de "esquerda" propriamente dito deve pensar isso em profundidade… achar que o problema está resolvido com a descriminalização do aborto é uma postura extremamente "direitista" e conservadora, é assumir como verdadeiro o discurso do "liberalismo" e do "individualismo" per si… é ignorar as relações de classe, o contexto histórico de desvalorização da mulher e de dominação masculina. Agora, achar que o argumento anti-aborto é apenas um discurso retrógrado defendida por postura fundamentalista religiosa (associada a tudo o que é de ruim na sociedade) é ignorar o debate social sobre VIDA e HUMANIDADE, trata-se, verdadeiramente de um fundamentalismo anti-religioso q só semeia a intolerância e a violência.

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Esquerdopatite em 24/11/2013 - 00h56 comentou:

Legalizar o aborto é talvez o máximo da decadência moral humana, a punição é algo inato ao ato, a própria mãe matando o filho, o estado não deve defender esse tipo de escolha, deve combater apenas. A defesa dos inocentes da vida e dos verdadeiros direitos humanos são esse "avanço".

Responder

paulo claudio em 24/11/2013 - 01h26 comentou:

Você é a favor do aborto,minha cara? Ótimo eu também sou,mas não nos esqueçamos do Planejamento Familiar,não é mesmo? Mas o aborto é crime e pela nossa Constituição é "cláusula pétrea" ,então precisaria de uma "reforma constitucional",estou certo? Então aproveitando o ensejo,além dos citados, colocaria outros temas como a Pena de Morte, "Di Menor", casamentos gays e "células troncos". Poderíamos fazer um "pacotão" e propor um grande "Plebiscito",uma vez que a nossa sociedade está preparada para tal empreitada,não acha?

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André Oliveira em 24/11/2013 - 07h29 comentou:

Sou completamente contrário ao aborto, porém o que se procura fazer com este tipo de documentário é um falso debate. Haverá sociedade no mundo em que 100% das grávidas desejarão ter seus filhos e não os rejeitarão ? E a responsabilidade do estado, do homem e da família em dar suporte a essa gestante para que não tenha que ficar a coitada como a malvada assassina de bebes ? Repito: não há debate neste aspecto, há apenas uma falsa alegação de debate. Creio que a mulher e a maternidade devam ser protegidas em tudo, pois o mundo precisa de pessoas para nos suceder e quanto mais amadas e bem cuidadas elas forem, melhor. Mas é covardia jogar nas costas da mulher a carga deste problema.

Responder

Ricardo G. Ramos em 24/11/2013 - 11h54 comentou:

Money bloody money!

Responder

AcacioMelo em 24/11/2013 - 13h32 comentou:

Só uma perguntinha pra CYNARA MENEZES responder:
Onde você estaria se sua mãe fosse adepta do aborto?
Todos, TODOS, têm direito à vida.
Matar é crime independentemente da idade da vítima.

Responder

    anaczz em 24/11/2013 - 19h17 comentou:

    Se minha mãe ou a da Cynara tivessem nos abortado, nós não seríamos. E daí? Nem eu, nem ninguém sentiria minha falta porque simplesmente eu não existiria. Que pergunta idiota.
    Em compensação, se a mãe do Hitler tivesse abortado… (resposta tão idiota quanto a pergunta)

    Gomes em 26/11/2013 - 16h57 comentou:

    Talvez as pessoas que hoje vc conhece não saberiam de vc; até mesmo seu pai; mas a sua mãe, com certeza, pensaria nakela filha que ela abortou, que hoje poderia estar trazendo muitas alegrias e ambas poderiam ter vivido uma vida diferente, sem o peso consciencial do aborto.

    Quanto às mães de Hitler, Stálin, Castro, Bush, entre outros sanguinários da História, poderiam ter morrido de desgosto… Ao menos cumpriram seu dever de maternidade, ao permitir tais algozes nascerem.

    AcacioMelo em 07/01/2015 - 14h32 comentou:

    Mãe tem intuição aguçada.
    Mas predição do futuro, não ainda.
    Muito menos poder usar isso como elemento de decisão.
    Entendeu o vazio do argumento?

    Armando em 25/11/2013 - 00h52 comentou:

    A Cynara não estaria aqui, mas outras pessoas estariam e colocariam a mesma questão. Essa obviedade parece fugir ao teu raciocínio, porque utilizas um argumento padrão. Se pensares melhor tal argumento é idiota, pois não responde nada, não ataca o mérito da questão.
    Matar pode não ser crime, se for em legítima defesa ou em casos de guerra. O policial que mata um bandido cometendo um crime em flagrante está incorrendo em um crime? Até aí o teu argumento é falho.
    Se abortar é crime segundo a legislação brasileira, pode não ser em outras ou de outras culturas, tais como de nossos indígenas. A coisa mais complexa do que esses discursos e argumentos clichês.

Sebastião Corrêa em 24/11/2013 - 13h33 comentou:

Fui ontem assitir a "Tatuagem", de Hilton Lacerda. No Espaço Itaú de Cinema, na Augusta. A sala estava lotada. E a plateia animada. Não duvido que a pauta das próximas eleições seja regressiva. Mas o obscurantismo brasileiro seja esse que você tanto teme. Nós não somos os EUA. (Somos é um país que pensa a si próprio com as palavras que importamos de outrém.)

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hugo em 24/11/2013 - 14h32 comentou:

En cotraposição tem o excelente documentário brasileiro chamado "O Aborto dos Outros" que apresenta histórias reais de mulheres que fizeram aborto pelos mais diversos motivos: violência sexual, pobreza, má formação do feto, etc. O que existe em comum em todos os casos, é o sofrimento relatado por quem realizou o aborto. Não existe nenhuma mulher feliz por ter praticado um aborto e realiza-lo não é tão simples quanto ir a farmácia comprar um analgésico. Vale assistir. http://www.youtube.com/watch?v=de1H-q1nN98

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Marta Craig em 24/11/2013 - 14h39 comentou:

Assisti ao filme essa semana, eu era totalmente a favor do aborto e as vezes até militava, mas confesso que fiquei sentida ao ver certas realidades em torno do assunto, vou rever meus conceitos e quem sabe futuramente ser uma pró vida, não quero que mais crianças inocentes sejam assassinadas.

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Luis Zanuto em 24/11/2013 - 14h57 comentou:

Primeiro, se a pastora tivesse certeza de sua razão não seria necessário mentir sobre as posições de seu tio Martin e nem de sua tia. Usar de forma mentirosa a imagem de seu tio só revela o caráter (falacioso) de alguém que defende usando o nome de um deus, o fim da legalização.
Uma pessoa assim não merece respeito no que diz respeito à sua opinião.

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Amanda em 24/11/2013 - 17h43 comentou:

Acho que o fato aqui a ser colocado não é apenas a religião.O que a legalização do aborto ajudaria a sociedade?A educação sexual, falo do uso de métodos contraceptivos, é de grande ajuda, mas o aborto não.Ao contrário do que dizem, o aborto não significa que as mulheres tem direito sobre os seus corpos, até mesmo porque é uma agressão ao corpo feminino.E quantos as crianças?Elas podem não sentir dor minha cara, mas o fato de tirar a vida de um feto, mostra que nós seres humanos somos descartáveis, ou seja, eliminados quando isso convém, quando é melhor, alimentando a ideologia que move o capitalismo.Sabe de uma coisa, a legalização do aborto é apenas uma medida imediatista que infelizmente vejo que pessoas como a escritora, defende.

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Andre Gotha em 24/11/2013 - 18h37 comentou:

A despeito de toda discussão direito à liberdade e livre iniciativa da mulher X direito à vida da criança; entendo que no Brasil a discussão vem tomado rumos radicais, de ambos os lados; já temos em nossa legislação previsão legal para o aborto (que não, não é método contraceptivo nem instrumento eficaz de planejamento familiar) e os em que tal previsão se dá acho justos: quando há risco de vida para a mulher causado pela gravidez, quando a gravidez é resultante de um estupro ou se o feto for anencefálico (desde decisão do STF pela ADPF 54, votada em 2012, que descreve a prática como "parto antecipado" para fim terapêutico).
Não vejo a menor necessidade em se mexer na legislação.

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Armando em 24/11/2013 - 18h52 comentou:

A concepção equivale a fecundação de um óvulo por um espermatozóide, tecnicamente falando, a união de duas células germinativas (dois gametas). Esta célula-ovo ou zigoto contém toda a informação que conduzirá a formação de um indivíduo adulto. Porém comparar um zigoto unicelular a um indivíduo humano totalmente formado é uma sandice própria de pessoas ignorantes que colocam suas crenças pessoais acima do conhecimento científico e da razão.
Com meios adequados, muitas células de nosso corpo poderiam originar também cópias perfeitas nossas, nem por isso, somos acusados de homicídio doloso cada vez sofremos um acidente que causa lesões em nosso próprio corpo por imprudência ou imperícia nossa.
Sorte dos homens que não há evidências de partenogênese na espécie humana, ao menos envolvendo espermatozóides, quanto a óvulos não tenho conhecimento mas acho que não é de todo impossível, pois a grande maioria dos homens seriam acusados de genocídio. Hehehe.

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Silvia em 24/11/2013 - 20h12 comentou:

O islã iria adorar as argumentações pró – aborto aqui. A mulher descrita nestes post é uma coitada, incapaz, vulnerável,imatura,rodeada de insegurança. É como ratificar a razão pelas quais eles acham que mulheres devem ter tutores homens para ajudá-las a sobreviver. E os argumentos de falha de anticoncepcional, de dificuldade em usar camisinha masculina e feminina (no caso da feminina ainda teve uma que disse que uma mulher teria que tocar e manipular o próprio corpo e que muitas não sabem fazer isto. Então, o que está fazendo transando com outra pessoa? Não pode tomar pílula?). Meios anti-concepcionais são distribuídos em postos de saúde, então não é desculpa. A mãe arca com as consequências de uma gravidez uma vez que abre mão de acionar o pai na justiça e no máximo, querem pensão, nunca os acionam por alienação parental. Muitas nem sabem que é o pai ou simplesmente não falam, vide o tanto de certidões de nascimento com NI no lugar do pai – não identificado.Também não é uma questão de ausência de políticas públicas pois até a ONU reconhece o papel das políticas de prevenção da gravidez na adolescência implantadas no Brasil como eficientes. É muito mais uma questão de não querer arcar com a responsabilidade, de responsabilizar a outra parte (concordo, mulheres não fazem filhos sozinhas). A legalização do aborto é a eliminação do que a mulher considera como um problema, sem nem mesmo discutir as razões. Os argumentos são, sem exceção, sempre da mulher vitimizada, incapaz.Nada justifica eliminar uma vida em nome de uma "liberdade", de um "direito", de uma "igualdade".

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tricolor em 24/11/2013 - 20h37 comentou:

Engraçado, então num ambiente de aborto legalizado, se um homem engravidar uma mulher e não quiser o filho, ela poderá escolher se tem ou não, mas se tiver, assuma sozinha. Ora, hoje com casais de lésbicas adotando ou fazendo inseminação (sem ter um pai na criação com o aval do Estado), pai não é mais necessário. Que tal colunista, ou vai ser hipócrita?

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Lorena em 24/11/2013 - 21h30 comentou:

O documentário pode até recorrer a sentimentalismo barato pra contar a história, mas a tentativa de pintar as pessoas que são contra o aborto como meros fundamentalistas beira ao ridículo, reduz a questão a nada. Sou de esquerda, mas não sou obrigada a defender essa prática só por conta da minha ideologia, e esse é o problema da esquerda hoje: comportamento de manada e radicalismo. Sempre combatemos isso, e agora vejo tanta gente bacana caindo nessa.
Se eu for defensora do condor andino e seus filhotes, tudo bem. Mas se defendo a vida de um ser humano, não? E por isso sou taxada de fundamentalista? Triste!!

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    Welington Gaetho em 25/11/2013 - 18h02 comentou:

    Cara Lorena,

    Dar um like é muito pouco, eu preciso escrever: seu comentário foi perfeito! E que poder de síntese… o fez em poucas linhas… É isso mesmo. A essa gente eu chamo de: pseudo-progressistas, eles querem colocar um "cabresto" em todos aqueles que se dizem de esquerda.

    Abraços!

Alis em 25/11/2013 - 01h23 comentou:

"Mas sabem o que é mais assustador? Do lado de fora, uma fila imensa aguardava a próxima sessão" <=== isso prova que NEM TUDO ESTÁ PERDIDO!! Gostaria de compreender o que se passa na cabeça de mulheres que defendem o aborto!!

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Armando em 25/11/2013 - 02h09 comentou:

Além dos aspectos econômicos subjacentes envolvidos, o comentário do tricolor dá uma pista de outras motivações que levam a uma grande maioria de homens serem contra o aborto, QUANDO NA VERDADE NÃO O SÃO.
Se a mulher tem o direito de rejeitar o nosso esperma, os nossos genes e, consequentemente, os nossos filhos, nos tornamos reféns delas. Elas não se sujeitam mais a nós, seu ventre não mais nos pertence. Independente que criemos ou não, que participemos da criação de nossos filhos ou não, o importante é que distribuamos nossos genes entre o maior número de mulheres para que algum vingue segundo uma lógica de perpetuação de nossa informação genética.
Porque digo que muitos dos homens que falam contra o aborto NA VERDADE SÃO A FAVOR. Ora para uma mulher engravidar, descontando a inseminação artificial, é preciso um parceiro, isto é, a concepção resulta de uma relação sexual entre um homem e uma mulher. Mas quando a mulher aborta sozinha (porque teve que tomar a decisão sozinha) é porque O PARCEIRO JÁ ABORTOU ELA E O FILHO ANTES. Para o homem é fácil se livrar do problema, é só sumir e deixar a bronca com a mulher. Às vezes tem um probleminha com a Justiça, mas isso se contorna, afinal é só pagar uma pensão e deixar que ela crie os guri e o cara não se preocupa mais, com choro de criança, trocar fralda, educar, etc.
Sugiro a esse pessoal que é contra o aborto que faça um exercício de se colocar no lugar da mulher. Se a situação fosse ao contrário quantos desses homens seguiriam com a gravidez, considerando criar os filhos sozinhos, sem entregá-los aos avôs?

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    tricolor em 25/11/2013 - 14h41 comentou:

    caro, eu escrevi aquele raciocínio NUM AMBIENTE DE ABORTO LEGALIZADO. No nosso modelo não penso assim, pois é proibido. Só quis mostrar que se a mulher quer escolher, assuma a responsabilidade sozinha. Claro que hoje, não podendo abortar, este raciocínio não vale.

    Leilane em 21/03/2014 - 20h16 comentou:

    "Claro que hoje, não podendo abortar, este raciocínio não vale."

    O que vale é o que o Armando falou: o cara pode jogar a bolinha de fumaça, e quando aparece (se aparecer) paga uma pensão e pronto… pagar pensão não é ser pai. Não troca fralda, não leva ao médico, não educa, não acorda de noite. Não é pai. É doador de esperma. E é essa a realidade do Brasil hoje: tá sobrando moleque e faltando homem pra assumir a responsabilidade de um filho. Muitas mulheres não cogitam o aborto, mesmo com uma gravidez indesejada, quando tem um parceiro do lado, porque criar filho é uma responsabilidade muito grande, e por muitos anos.

Evaristo em 25/11/2013 - 02h17 comentou:

Peraí: primeiro tinham cerca de seis pessoas. Depois várias pessoas choraram no final do filme. Por fim uma fila imensa esperava pra entrar? Você é burra, recebe dinheiro pra MENTIR DESCARADAMENTE nesse texto ridículo ou tudo junto? Assustador é alguém ser tão baixo e mentiroso diante do próprio texto e ainda existirem vários idiotas úteis fazendo comentários mais nefastos ainda…

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    morenasol em 25/11/2013 - 03h00 comentou:

    escrevi "seis lugares VAGOS". você entendeu "seis pessoas". e eu é que sou burra ; )

André Graziano em 25/11/2013 - 04h32 comentou:

Cynara, há um maniqueísmo incrível no debate sobre o aborto. A impressão que tenho é que ambos os lados consideram o "oponente" um monstro terrível. Os que são contra colocam os que são a favor na mesma vala dos mais cruéis assassinos da humanidade. E os que são a favor colocam os contrários no balaio dos fundamentalistas religiosos absolutamente intolerantes.

Tenho convicção de que o aborto deve ser facultativo – e o Estado deve oferecer instrumentos para que isto ocorra de forma segura e sem burocracia – em casos de estupro, fetos anencéfalos, risco de vida à mulher. Mas "liberar geral" não é um caminho. A mulher tem direito sobre seu corpo, mas quem tem direito sobre o corpo do bebê?

A legalização total do aborto vai transformar a prática em um método contraceptivo. "Ah, transei sem camisinha e engravidei? Não tem problema, eu aborto". Não pode ser desta maneira.

Ao mesmo tempo, é bizarro punir a mulher que abortou com cadeia! Não vejo que uma mulher que abortou precise de correção. Precisa é de assistência médica, na maioria dos casos.

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    morenasol em 26/11/2013 - 03h21 comentou:

    andré, nos lugares onde o aborto foi legalizado não houve aumento de casos. o que houve foi mais acesso à informação

Rafaela em 25/11/2013 - 04h55 comentou:

Muito feliz pelos comentários aqui postados.

Ignorância e hipocrisia pensar em descriminalizar o aborto, mas reafirmar o infanticídio e o homicídio como crimes.

Reabrir esta discussão é o limite da nossa ignorância.

Para a mãe que aborta seu filho, a culpa não é só dela, mas de toda uma sociedade.

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leo em 25/11/2013 - 10h22 comentou:

Na boa, independente de proibição ou não, cada aborto evitado deve ser comemorado e ponto!

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INTERNAUTAITINERANTE em 25/11/2013 - 11h17 comentou:

EXISTE UMA LINHA PARANORMAL QUE ADMITE QUE A HUMANIDADE SÓ SOBREVIVERÁ ENQUANTO EXISTIR UMA QUANTIDADE MÍNIMA DE RELIGIOSOS PARA MANTER UM DETERMINADO EQUILÍBRIO NO COMPORTAMENTO HUMANO. COMO AINDA EXISTE UMA MAIORIA MUITO GRANDE DE RELIGIOSOS, CERTAMENTE O MUNDO AINDA DURARÁ ALGUNS ANOS!

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    Ricaldo64 em 25/11/2013 - 17h23 comentou:

    Sem religião o mundo seria mais feliz, com mais tolerância entre os povos.

Rodrigo em 25/11/2013 - 11h21 comentou:

Só uma correção necessária: já na décima segunda semana, com a crista neural formada e produzido neurônios sensoriais, já se sente dor e até começa-se a apreendê-la.

O problema é que nosso debate público foi tomado por extremismos de ambos os lados que só contentam-se com discursos pra sua própria torcida organizada, sem parar aplicar o mínimo de crivo sobre o que está falando. Aí fica um lado preocupado só com as mulheres, outro só com o nascituro, em diálogos de surdos. Um quer a temeridade de deixar como está ou pior, recrudescer. Outro quer liberar geral. E quem busca equacionar o possível apanha de ambos os lados.

Responder

Marina em 25/11/2013 - 12h02 comentou:

Nossa, e eu achava que aqueles e-mails com o "depoimento" do feto abortado era o máximo que os fundamentalista religiosos anti-aborto eram capazes. Mas não, fizeram um filme, um retrocesso para uma questão que não é de crenças ou religião, mas de saúde pública. O aborto tem que ser legalizado ou no mínimo descriminalizado – só não enxerga isso quem vive no mundo da fantasia e acha que abortos não acontecem só porque é crime. Acontecem, sempre aconteceram e vão continuar acontecendo. Só que se fossem legalizados, acompanhados de políticas de prevenção da gravidez indesejada através de contraceptivos (ao invés da ridícula campanha da abstinência pregada pela igreja), mulheres não morreriam tentando fazer o aborto sozinhas em casa ou em clínicas obscuras.

Responder

Luiz Antônio em 25/11/2013 - 12h53 comentou:

É lastimável observar alguém relacionar aborto com política. Você só está escrevendo este artigo cidadã porque sua mãe lhe deu o direito de nascer. Dizer que aborto é uma questão de saúde pública beira a promiscuidade, ignorância e o preconceito. Assista um aborto depois conversaremos se você continuará com sua opinião! Hipócrita.

Responder

Ricaldo64 em 25/11/2013 - 13h58 comentou:

Então, num mundo ideal, ficaria assim: não quer fazer aborto e é contra, não faça e busque convencer quem quiser sobre os malefícios da pratica; Agora, não me venha encher o saco de quem aborta, ok? Acima de tudo, respeito a vontade da dona da barriga. Abraço!

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geraldo rocha em 25/11/2013 - 14h00 comentou:

Querem barrar o estatuto do nascituro, mas tem estatuto da igualdade racial, do menor do s jovens etc.
Fala sério vamos trabalhar para acabar com o analfabetismo no país. Chega de discutir essas mazelas tá hora de irmos para um patamar maior e discussões de políticas publicas.

Responder

ronaldo em 25/11/2013 - 14h05 comentou:

quase nada é simples, e essa questão definitivamente não é simples. envolve religião, crenças, até questões filosóficas como "qual o sentido da vida?". enfim, a questão "quando começa a vida?" pode ser respondida racionalmente, na minha opinião e na opinião dos ministros do STF, com outra: quando termina a vida humana? a resposta deles, que achei correta, é quando se constata a morte cerebral, quando é irreversível a perda da consciência e o controle das funções vitais. portanto, até ter um cérebro, um feto ainda não é uma vida humana. dessa forma, não acho certo chamar um aborto, até a 12ª semana de gestação, de infanticídio.
sobre o individualismo e hedonismo da contemporaneidade, creio ser digno de discussão, mas não no âmbito da discussão a respeito da legalização do aborto.

Responder

Luis Zanuto em 25/11/2013 - 14h21 comentou:

kkkkkkkkkkk.
Evaristo, criticar é saudável, mas com inteligência e respeito. Sua brutalidade só prova sua falta de análise e discernimento.
Pense mais e leia mais antes de criticar, inclusive de querer desqualificar um belo texto com bobagens , inclusive quando as bobagens partem de sua péssima leitura.
Abraços

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INTERNAUTAITINERANTE em 25/11/2013 - 15h24 comentou:

ACREDITO QUE O ABORTO SÓ DEVERIA OCORRER EM CASOS EXTREMOS COMO RISCO DE VIDA DA MÃE OU EM CASOS MUITOS EXCEPCIONAIS COMO MAL FORMAÇÃO DO FETO.

Responder

Bacellar em 25/11/2013 - 18h19 comentou:

As vezes naturalizamos certas conquistas como se fossem perenes e não estivessem sob ameaça constante. Mas quando, por exemplo, comparamos o que foi Atenas na antiguidade com os feudos da idade média podemos constatar claramente como a civilização pode regredir.

Responder

Antonio em 25/11/2013 - 22h31 comentou:

A verdade incomoda muita gente!

Responder

Juliana Eloy em 25/11/2013 - 22h35 comentou:

Aborto deveria ser legalizado apenas para casos específicos, como estupro ou qualquer outro ato criminoso. Mas, para aquelas mulheres que estavam conscientes durante a relação, que gerou um feto como consequência, provavelmente não desejada, não deveria simplesmente desprezar a vida deste ser, que não teve nenhuma 'culpa' pela irresponsabilidade do casal. Racionalmente, este ser foi gerado como fruto do amor, mas ultimamente, o conceito de 'amor' foi modificado para determinadas pessoas, e a criança não deve ser responsabilizada pela falta de responsabilidade do casal. Então sim, aborto é considerado crime e deve apresentar alguma punição.

Responder

Diego Raphael em 25/11/2013 - 22h40 comentou:

Não adianta discutir. A legalização do aborto é inconstitucional. O direito à vida deve prevalecer. Especialistas afirmam que há graus de anencefalia, sendo brutal também sua prática nessa hipótese. Se querem fazer sexo sem compromisso, façam com a devida cautela. O ser inocente, fruto da irresponsabilidade não pode ser penalizado. Se o aborto diminui o sofrimento de quem é pobre, vc é a favor do extermínio das classes sociais. A ideia que apoia o aborto beira o nazismo.

Responder

Waldemir em 26/11/2013 - 01h48 comentou:

Tratam do projeto sobre a aplicação do aborto em unidades hospitalares como, finalmente, a liberdade para a mulher abortar quando e onde quiser, mas pouco importa em que condições e quais critérios são necessários para que o aborto seja liberado. Certamente de pouco adianta este argumento para a grande massa de religiosos que "levantam a bandeira da vida". Sim, a vida é o ponto chave nesta questão e por ser o principal motivo, precisa levar em consideração a mãe e/ou a família também. Infelizmente existem casos em que o aborto é necessário, outros que são discutíveis e, provavelmente, a grande maioria, desnecessários. O fato é que chegamos que o aborto é uma opção viável (mais uma vez, dentro de certos parâmetros) e uma questão de saúde pública. Não à toa que diversos países no mundo – dentre eles, as tais grandes potências do mundo – adotaram tal prática. Países tanto com tendência de direita como de esquerda. Também deveríamos abraçar a causa? Tanto nosso sistema governamental quanto um plebiscito poderia dar um rumo a essa questão. Infelizmente temo que ambos deixariam o bom senso e a razão de lado e, tradicionalmente, agiriam por impulso. Para o bem ou para o mal, é preferível desta forma do que imposto.

Responder

Daniel Duarte em 26/11/2013 - 02h10 comentou:

Cynara, de todas a bobagens que você fala, a pior de todas foi a tentativa de sintetizar todo o seu descompromisso com os argumentos legítimos da película, sua falta de atenção ao discurso e seu empenho em anexar à ele traço odioso de ideologia religiosa ao dizer, com este único intuito descarado, que ainda teve de assistir à um trailer de outro filme da produtora: o "documentário sobre a garotinha Vitória de Cristo". "Garotinha 'Vitória de Cristo'". O nome dela é só "Vitória". E o título do filme é "Eu, Vitória". Não tem nada a ver com o Malafia. Não tem nada de "Cristo" no nome; isso foi um bônus seu pra pra sujar ainda mais o espantalho de "fundamentalismo religioso"

Responder

    morenasol em 26/11/2013 - 03h18 comentou:

    o blog dos pais da menina "vitória de cristo": você vai encher o saco deles também? ; ) http://amadavitoriadecristo.blogspot.com.br/

    Luis Zanuto em 26/11/2013 - 11h28 comentou:

    Ai Daniel, essa doeu não é?

Lucas em 26/11/2013 - 10h47 comentou:

"segundo historiadores.." (??)

Não parece que Luther King era muito simpático ao partido democrata assim não. Ele parecei do tipo mais independente, crítico dos dois partidos:

"I don't think the Republican party is a party full of the almighty God nor is the Democratic party. They both have weaknesses … And I'm not inextricably bound to either party" (http://books.google.com.br/books?id=qW-NYdIefPgC&pg=PA364&redir_esc=y#v=onepage&q&f=false)

"Actually, the Negro has been betrayed by both the Republican and the Democratic party. The Democrats have betrayed him by capitulating to the whims and caprices of the Southern Dixiecrats. The Republicans have betrayed him by capitulating to the blatant hypocrisy of reactionary right wing northern Republicans. And this coalition of southern Dixiecrats and right wing reactionary northern Republicans defeats every bill and every move towards liberal legislation in the area of civil rights." (http://books.google.com.br/books?id=qW-NYdIefPgC&pg=PA84&redir_esc=y#v=onepage&q&f=false)

"I feel someone must remain in the position of non-alignment, so that he can look objectively at both parties and be the conscience of both—not the servant or master of either". (http://www.priestsforlife.org/africanamerican/blog/index.php/put-the-political-strife-out-to-pasture) OBSERVAÇÃO: Neste último link, a própria Alveda King afirma que o tio NÃO era um republicano e que afirmar isso foi um erro da parte dela. Convenhamos que ela não parece ser tão "cara-de-pau" assim, né? Se republicano não era, ele não parece ter sido um democrata sem reservas.

"foi um dos apoiadores da Planned Parenthood" – Luther King recebeu um prêmio da organização em 1966, por conta da defesa dos direitos civis, contra a intolerância, pela promoção da dignidade humana etc. ("The Reverend Martin Luther King Jr., for "his courageous resistance to bigotry and his lifelong dedication to the advancement of social justice and human dignity""). Em 1966, a Planned Parenthood obviamente NÃO promovia abortos (pelo menos não abertamente ou legalmente), dado que o aborto SÓ SERIA LEGALIZADO SETE ANOS DEPOIS, em 1973. No discurso de aceitação do prêmio, Luther King [se o texto for realmente seu, já que o discurso foi dado pela esposa] demonstra ser a favor de uso de métodos contraceptivos e "controle populacional" [pelo uso de métodos], o que não é a mesma coisa que dizer que ele defendia o aborto e, sem dúvida, não é a mesma coisa que dizer que apoiava a Planned Parenthood por conta do aborto. (http://web.archive.org/web/20080224104928/http://www.plannedparenthood.org/about-us/who-we-are/the-reverend-martin-luther-king-jr.htm). Digo isso porque assumo que King foi mesmo o autor do discurso, uma vez que quem leu o discurso de aceitação foi justamente Coretta, pró-aborto durante sua vida, além de posições de King durante a vida indicarem o contrário – falando para uma pessoa que induziu a namorada a abortar, cometendo um "crime" [essa é a palavra que usa], King aconselha: "You have made a mistake. This you admit. Your admitting this fact is very wholesome, for it is the first step in the process of repentance and personality integration. One can never rectify a mistake until he admits that a mistake has been made. " (http://mlk-kpp01.stanford.edu/primarydocuments/Vol4/June-1958_AdviceForLiving.pdf).

E nada indica que as informações sobre a eugenia da Planned Parenthood fosse conhecida àquela época (http://www.toomanyaborted.com/thenegroproject/).

Responder

Luiz de Souza em 26/11/2013 - 10h51 comentou:

Quem tem o mínimo de bom senso sabe que nenhuma mulher faz aborto porque quer. Os motivos são falta de informação, nos casos das muito jovens e questões inesperadas, ou mesmo abusos sofridos, no caso das mais velhas. Então, se os religiosos são contra, é problema deles mas daí a querer impor sua convicção às outras pessoas vai uma grande distância. Já estamos no século 21 e estão querendo que nos comportemos como se estivessemos na idade média. Não apoio o sectarismo religioso. Depois os mesmos cristão falam mau dos muçulmanos.

Responder

manoel em 26/11/2013 - 11h30 comentou:

Cynara, da pra ver como o assunto traz escuridão por todos os lados….

Responder

percimarrara em 26/11/2013 - 12h51 comentou:

Para contribuir com o debate, dois textos do Coletivo de Mulheres Rosa Luxemburgo
Por ocasião do lançamento do filme "Blood Money" no Brasil
De quem é a campanha contra o aborto que percorre o mundo? http://www.pco.org.br/mulheres/de-quem-e-a-campan

"Blood Money-aborto legalizado"
Grupo apoiado por integralistas lança filme no Brasil http://www.pco.org.br/mulheres/grupo-apoiado-por-

"Aborto é pecado pior que abuso de padre" http://www.pco.org.br/mulheres/aborto-e-pecado-pi

Responder

Jussival em 26/11/2013 - 14h30 comentou:

1º Algum ingênuo aí acredita mesmo que a autora do texto entrou "ao acaso" no tal cinema? 2º Estado laico não é estado infanticida. 3º Se não há comprovação científica de que até a 24ª semana de gestação o feto não sente dor, também não se pode concluir infalivelmente que ele não a sente. Logo, por bom senso e por razões humanitárias, dever-se-ia tomar medidas que protegessem o feto, não que o machucassem e que o matassem, como postula claramente a autora do texto. Ademais, após a 24ª semana de gestação pode-se afirmar categoricamente que o feto sente dor. Pois bem, os postuladores da infanticida prática do aborto defendem-na inclusive após esse estágio. Logo, é lícito afirmar que os mesmos não estão nem um pouco preocupados com a dor alheia, por mais indefeso(a) que seja quem a sofra. 4º O feto humano, tendo sido gerado por um homem e uma mulher (dois seres humanos, portanto), não pode ser outra coisa senão um ser humano. Logo, ele também é beneficiário dos direitos humanos. Será que é tão difícil assim de entender essa tão elementar premissa?

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Mônica em 26/11/2013 - 14h39 comentou:

Obscuro é esse seu ponto de vista que não consegue ver vida em uma criança só pq está no ventre da sua mãe. Acusa o documentário de manipular os dados, mas não fala da forma manipulada como os dados relativos ao aborto são divulgados no Brasil para que seja visto como uma questão de saúde pública.
Estão a favor do aborto, então estão a favor do assassinato, que o assassinato deixe de ser crime, pois bem, pq é isso que o aborto é, com o requinte de crueldade de que a vítima jamais pode se defender!!
Ser religioso ou não, não desmerece a nossa opinião, a voz dos que são contrários a esta forma de prazer irresponsável que vocês pregam. A pessoas estão vivendo tanto pelo prazer e curiosamente estão cada vez mais caindo em desespero não é, porque será???
A mulher tem sim a sua escolha de viver uma sexualidade responsável!! Parem de destruir a nossa sociedade com essa mentalidade corrompida, onde avanço é ceifar vidas!!!

Responder

João em 26/11/2013 - 15h31 comentou:

Esclarecendo: O Estatuto do Nascituro não estabelece pena de prisão. Quem faz isso é o Código Penal, que continuará exatamente como está (veja o texto que está em tramitação, com 14 artigos). O que ele pretende é dar amparo à mulher de DECIDE manter a gravidez, e que hoje não se vê amparada nem por legislação, nem pelas ONGs feministas, que só conseguem ver uma opção: o aborto.

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Placido em 26/11/2013 - 15h44 comentou:

Chorem comunistas! O Brasil ainda é conservador!

Responder

Leonardo em 26/11/2013 - 15h46 comentou:

Quem é Socialista Morena? Mais um cometa desses que aparece do nada querendo subir ao poder em breve. só pode ser.

Responder

Gomes em 26/11/2013 - 16h12 comentou:

PIEGUICE?
"CRUZADA" anti-aborto?

E o que falar da CRUZADA PRÓ-ABORTO que começou a muito tempo, com financiamento público e/ou estrangeiro?

O Estatuto do Nascituro (PL 487/2007) em seu último trâmite na Câmara, está muito semelhante ao Art. 128 do CP, permitindo o aborto o quanto antes em caso de estupro e risco de morte da mãe. Aliás, tal PL foi muito combatido pelo seu partido PT.

Tal texto acima trata como PIEGUICE os assassinatos intra-uterinos.

Para que qualquer pessoa aki neste blog discorresse sobre esse assunto, "Socialista" Morena (que parece não ser tão social assim com as pessoas que vão nascer), qualquer mãe "abdicou" do "direito de escolha" dela por 9 meses, por mais que a situação dela social/financeiro/familiar fosse péssima, ou seja:

– por mais que o pai da criança tenha a sugerido/obrigado ao aborto ou simplesmente fugiu, numa atitude covarde;
– por mais que a família da mãe tenha a rejeitado;
– por mais que ela não trabalhe para cuidar da criança sozinha.

Como a corda sempre arrebenta para o lado mais fraco, o nascituro paga por série de fatores que poderiam ser evitados.

Acredito que seja de bom alvitre assistir aos vídeos de abortos, antes de se falar em "Sentimentalismo" ou "Pieguice".

Disponho alguns links:
http://www.youtube.com/results?search_query=gritohttp://www.abortioninstruments.com/

Os vídeos falam muito mais que essas minhas palavras.

Em suma, o direito de VIVER deve prevalecer sobre o direito de escolha.

Responder

chico em 26/11/2013 - 17h17 comentou:

Pô, não boa, é sério mesmo que você, tão morena, escreva essas tolices?

Responder

Sentinela Católico em 26/11/2013 - 18h35 comentou:

Vocês não tem vergonha de fazer uma crítica unicamente baseada em uma ideologia politica assassina como é o maldito socialismo?

Por quê vocês não reclamam daquela PATAQUADA de filme do Chê Guevara, que retrata como herói um assassino violento e cruel, capaz de atirar na nuca de uma criança de 12 anos ajoelhada?

O comunismo/socialismo é a ideologia mais desgraçada e assassina já feita. NADA matou mais na história humana. Alias, apenas a "cultura da morte" e o aborto mataram mais. E é exatamente por isso que vocês defendem tanto este absurdo!

Assassinos de centenas de milhões.

Responder

    morenasol em 26/11/2013 - 21h22 comentou:

    sugiro você ler a entrevista do biógrafo do che publicada aqui mesmo no blog e sair dessa viagem amalucada. ou então prove que che atirou em crianças, senão fica meio ridículo pro teu lado.
    http://socialistamorena.cartacapital.com.br/biogr

    Luis Zanuto em 27/11/2013 - 02h33 comentou:

    Tem certeza que o socialismo/comunismo matou mais que a igreja católica?
    Duvido muito, pois a igreja católica ( e olha que não estou contando as outras igrejas cristãs que mataram muito também) tem quase 1700 anos de morte em suas costas. As cruzadas que o digam. kkkkk
    Acorda louco.

johan em 26/11/2013 - 22h55 comentou:

O mal da formação em jornalismo é que esse pessoal não aprende porra nenhuma sobre nada. É um curso superficial, pra encher linguiça, com técnicas de redação sobre um discurso vazio. Daí saem esses formadores de opinião. Esta aí o resultado dos esquerdopatas de Carta Capital…

Responder

Armando em 27/11/2013 - 00h56 comentou:

Cynara, sugiro que faças uma estatística de quantos homens fizeram comentários contra o aborto e quantos foram a favor e a mesma coisa para mulheres. Como não sabemos se a amostra é representativa da população não se pode confiar nos resultados, mas fiquei com a impressão que a grande maioria dos que fizeram comentários contra o aborto são homens. O que é um resultado muito interessante.

Responder

Francisco O C Neto em 27/11/2013 - 19h43 comentou:

Não consigo entender uma coisa: quem é a favor do aborto pode fazer campanha pró; quem é contra não pode, mas se faz é imediatamente tachado de obscurantista, medieval e outros epítetos equivalentes. Quem é a favor é moderno. Moderno? Quem definiu isso? Eu sou contra o aborto e sou moderno, sou inteligente, sou capaz… E nunca pensei que quem é a favor é canalha, assassino ou algo que o valha. Penso apenas que é alguém que pensa diferente e tem todo direito de pensar diferente.

Responder

Katia Regina em 27/11/2013 - 23h51 comentou:

Eu sou contra qualquer tipo de violência, físicas ou psicológica… É muito difícil, mas acredito que ainda será possível com várias frentes desenvolvidas (educação, segurança entre outras) que essa alternativa deixe de existir. Tá longe a solução, mas não perco a fé nas pessoas e na sua capacidade de aprendizado e evolução…Sofri um aborto espontâneo, e a dor física e emocional são muito persistentes – não precisei fazer curetagem, o bebê iria completar dois meses, então o médico me receitou apenas remédios. E lá se foi uma semana de muita dor, no corpo e na alma. Não é romance, é real. Não dá prá mensurar o peso que é em evento desses quando ele é involuntário, imagina tomar voluntariamente uma decisão dessas!!!! É dilacerante, é anti-humano, é anormal para o espírito, para a alma, para a consciência…. E como nossas mulheres sofrem…. Esquivar-se da violência, gritar para sermos ouvidas, termos como opção para "sanar" uma violência outra violência… E como vamos nos tornando sofridas, duras, cruéis… E nos tornamos iguais aos nossos algozes… Prá que lado correr? Em todos somos vilãs e vítimas dessa vida doente em que nos metemos… Mulheres, voltem para dentro, busquem suas divindades (paras as com fé),ou sua fortaleza laica (para as que não tem)…. No fundo, precisamos sim de uma grande reunião, uma grande roda, prá entendermos que dessa roda gigante nós somos engrenagens e motor. Se realmente abrirmos nossos olhos d´alma, podemos fazer todos os nossos "pares" descerem pianinho….E sem violência.

Responder

Lucas Pelizaro em 30/11/2013 - 00h08 comentou:

As mães dos comunas deviam ter abortado. O mundo seria bem menos chato.

Responder

Renata em 01/12/2013 - 18h53 comentou:

Sou totalmente a favor do aborto, sem precisar de explicação, simplesmente porque a mulher não quer ter o filho.
Mas fico numa dúvida: Se for legalizado, este serviço precisa ser atendido pelo SUS.
Planejamento familiar, uso de camisinha e outros métodos contraceptivos sairia mais barato pra sociedade; mas muito provavelmente as mulheres pobres (e sem acesso ao mínimo de informação) não iriam fazê-lo pela facilidade do aborto e este custo seria repassado pra todos..

Responder

Rogério em 08/12/2013 - 06h22 comentou:

Analisando, friamente, o assunto, temos:
a) Pró-vidas afirmando que a vida humana tem início na concepção;
b) Abortistas alegando o contrário.
Como não se chegou a um consenso, pode-se dizer que a escolha pelo aborto possui 50% de chances de se traduzir em homicídio. Seria mesmo uma decisão sensata assumir o risco?
Em suma,
a) Pode-se não interromper uma gravidez e, a posteriori, descobrir-se que, de fato, o embrião ainda não é um de nós;
OU
b) No caso da escolha pelo aborto, constatar-se, depois, que, realmente, o embrião já é um ser humano.
O que seria mais difícil de se encarar?
Como o filme ilustra, há muita informação, propositalmente, omitida do grande público, principalmente das mulheres (existem diversos documentos, livros, sítios eletrônicos a respeito).
A prática do aborto se fundamenta em duas grandes mentiras:
a) O embrião não é um ser humano;
b) O aborto não prejudica a mulher.
Ademais, não há direito de escolha quando só é apresentada uma opção à cliente, esta, normalmente, fragilizada e desconhecedora dos riscos físicos, psicológicos e emocionais inerentes ao produto que lhe está sendo vendido. Para gravidez indesejada, eis algumas alternativas, mais humanas diga-se de passagem:

a) Entregar a criança recém-nascida a um casal ou alguém disposto a adotá-la;

b) Entregar o nascituro a uma instituição beneficente, como, por exemplo, o Educandário Romão de Mattos Duarte, situado no Rio de Janeiro.

Resumindo: vale a pena assistir ao filme e dar uma olhada nos links abaixo.
http://www.youtube.com/watch?v=XjUGoSr4MWE http://www.defesadavida.com/aborto_o_pior_ataque_http://www.defesadavida.com/quando_comeca_a_vida_http://culturadavida.blogspot.com.br/2012/05/as-3

Responder

Cristiano em 18/12/2013 - 13h25 comentou:

"Defenda o nascituro contra o aborto mesmo que te persigam, te caluniem, montem armadilhas para ti, te levem às barras do tribunal ou te matem."
-Papa Francisco
http://www.youtube.com/watch?v=I-RDvr38sRY

A luta contra o aborto é caso de luta de vida ou morte. Não existe diálogo com abortistas.

Responder

junior em 27/10/2014 - 11h55 comentou:

Aborto não é direito de ninguém

Responder

Marco A. Nicolini em 14/03/2019 - 11h54 comentou:

” . . . não têm as terminações nervosas totalmente formadas.”
Essa é sua justificativa? A desculpa para exigir o “direito” de decidir o destino daquilo que uma mulher sem amor chama de problema!?
Não se trata de sentir dor ou não! Se trata de uma vida humana se formando dentro de você!! E você quer se livrar disso!? Dessa responsabilidade porque vai atrapalhar sua vidinha planejada!? Sua carreira de sucesso!?
Se a questão é o estupro, o Estado já tem o procedimento clínico de acordo com a lei pra tratar disso! Saúde? Miséria? Bolsa Maternidade e Bolsa Família! Não precisamos da legalização do aborto! Isso só vai incentivar as mulheres irresponsáveis, desinformadas ou sem consciência de que o feto é um ser humano vivo dentro delas, independente de terminações nervosas ou anencefalia, à cometerem aborto deliberadamente achando qui num vai dá nada! Engano!
Como a mulher contou no trailer, trocar nove meses de gravidez em crise por vinte anos de inferno na terra! Será que vale a pena? Será que dá pra encarar a culpa, a depressão?
Você não respondeu a pergunta no começo dos comentários do Mauro 24/11/2013! Você já fez um aborto? Se ainda não, você acha que poderia conviver com isso?

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